Grupo A: um treino para a França

O Grupo A é o grupo da anfitriã e, se Portugal não se pode queixar em questões de sorteio, a verdade é que a França teve também alguma "sorte" neste grupo (estando acompanhada pela Roménia, Albânia e Suíça) e, por isso e por ser a seleção que recebe o Euro, tem muita pressão para fazer boa figura na Fase Final. Aqui no blog temos muito medo do que acontecerá neste Euro em termos de arbitragem sabendo muito bem das ligações da UEFA com a França. Esperemos que não... Se se confirmar o colinho a esta seleção deve ser encarada como a grande favorita a levantar o troféu.

A seleção bleu conta com um plantel muito forte e teve uma preparação melhor do que é normal para seleções anfitriãs, sendo que neste Euro houve a inovação de que a França estaria emparelhada com um dos grupos na fase de qualificação (coincidência de ser a França a anfitriã aquando da introdução desta regra) e fizesse o mesmo número de jogos das outras seleções, estando já qualificada. Fazer menos de 9 pontos no grupo A será um mau sinal para os gauleses e o maior interesse, por ser o jogo inaugural, será mesmo o jogo com a Roménia que vai prender meio mundo à TV sabendo que a fome de bola dos adeptos na altura já vai ser muita.

Da Suíça espera-se o 2º lugar mas a Roménia será um adversário forte e o confronto direto entre estas duas seleções na jornada do grupo promete ser interessante. Da Albânia não se espera nenhum ponto e, quer a Suíça, quer a Roménia podem aproveitar-se disso para fazerem o suficiente para serem um dos quatro melhores 3º qualificados e passarem assim 3 equipas neste Grupo A.
Abaixo ficam as previsões relativamente às equipas deste grupo:

  1. FRANÇA
  • Posição no Grupo: 1º com 9 Pontos;
  • Posição Final: Meia final;
  • Progresso: Vence Croácia (8os); Inglaterra (QF); perde com a Alemanha (MF)
  • Sistema Tático: 4-2-3-1
  • Estilo de Jogo: Posse de Bola; Velocidade da Transição; Meia Distância;
  • Onze Inicial:
    • Hugo Lloris;
    • Sagna, Koscielny, Mangala e Évra;
    • Matuidi e Cabaye;
    • Coman, Griezzman e Pogba;
    • Giroud;
  • Suplentes Mais Usados: Rami, Kanté e Martial;
  • Potenciais Surpresas: Martial, Sissoko e Kanté;
  • Maiores Estrelas: Lloris, Pogba, Griezmann e Coman;
  • Maiores Ausências: BENZEMA, Varane, Mathieu, Gameiro, Rabiot
  1. SUÍÇA
  • Posição no Grupo: 2º com 6 Pontos;
  • Posição Final : Oitavos de Final;
  • Progresso: Perde com a Polónia (8os)
  • Sistema Tático: 4-1-2-3;
  • Estilo de Jogo: Posse de Bola; Força Físico; Jogo Aéreo; Bolas Paradas;
  • Onze Inicial:
    • Sommer;
    • Lichtsteiner, Djourou, Schar, Rodriguez;
    • Behrami
    • Xhaka e Dzemali;
    • Shaquiri, Seferovic e Mehmedi;
  • Suplentes Mais Usados: Fernandes, Von Bergen, Derdiyok;
  • Potenciais Surpresas: Embolo, Elvedi e Derdiyok;
  • Maiores Estrelas: Lichtsteiner, Shaquiri e Behrami;
  • Maiores Ausências: Luca Zuffi, Senderos, Inler, Widmer e Valentin Stocker;
  1. ROMÉNIA
  • Posição no Grupo: 3º com 3 Pontos;
  • Posição Final Esperada: Oitavos de Final;
  • Progresso: Perde com a Rússia (8os);
  • Sistema Tático: 4-2-3-1
  • Estilo de Jogo: Contra-Ataque; Bolas Paradas; Jogo Aéreo; Força Física;
  • Onze Inicial:
    • Tatarusanu;
    • Matel, Chiriches, Moti, Rat;
    • Hoban, Maxim;
    • Stancu, Torje e Sanmartean;
    • Keseru;
  • Suplentes Mais Usados: Sapunaru, Chipciu, Andone;
  • Potenciais Surpresas: Maxim, Keseru e Sanmartean;
  • Maiores Estrelas: Chiriches, Stancu, Torje;
  • Maiores Ausências: Nenhum
  1. ALBÂNIA
  • Posição no Grupo: 4º com 0 Pontos;
  • Posição Final Esperada: Eliminada na fase de grupos;
  • Progresso: Eliminado na Fase de Grupos;
  • Sistema Tático: 5-4-1
  • Estilo de Jogo: Autocarro; Jogadores Atrás da Bola; Bolas Paradas
  • Onze Inicial:
    • Berisha;
    • Lila, Xhimshiti, Mavraj, Agolli, Hysaj;
    • Lenjani, Xhaka, Cana, Kukeli;
    • Cikalleshi;
  • Suplentes Mais Usados: Balaj, Abrashi e Roshi;
  • Potenciais Surpresas: Sadiku, Balaj e Roshi;
  • Maiores Estrelas: Lorik Cana, Berisha, Hysaj;
  • Maiores Ausências: Hamid Salihi;
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Um Euro de esperança e expectativa

O Fura-Redes mais uma vez a acompanhar uma Fase Final de um Campeonato de Futebol. A nível pessoal, enquanto que o Campeonato Mundial está revestido de uma aura de festa, alegria e surpresa, o Euro sempre foi um Campeonato mais conotado com o espírito competitivo e a pressão de ganhar. Pode ser porque há menos favoritos presentes (Brasil e Argentina), pode ser porque não costumam haver surpresas (como nas edições anteriores de Mundiais onde a Coreia do Sul, o Gana, os EUA e outros excederam expetativas) ou também porque Portugal já esteve muito perto de ganhar e, nos últimos anos, faz sempre boa figura de si próprio neste palco do futebol europeu.

Desta vez, o Europeu que, por estas ou aquelas razões, volta à França. Não vamos entrar em conversas sobre este tipo de decisões pois já sabemos muito bem o como e o porquê de serem feitas e já não há nada que se possa fazer a este respeito, pelo menos, até 2020. É também um Euro de que se vai falar muito fora do desporto pois é organizado num país que está numa paranóia completa (e, de certa forma, justificada) por causa da ameaça do terrorismo internacional. Esperando que nada aconteça que possa marcar criticamente este Campeonato, é uma vertente que não pode ser ignorada e que vai competir em muitos aspetos com o centro do espectáculo que todos queremos ver: Futebol ao seu mais alto nível.

Este ano, especialmente, está a ser criada uma expectativa maior para a seleção das Quinas do que simplesmente aquela conversa do “fazer o nosso melhor e ver onde isso nos leva…” De modo particular a publicidade da MEO com participação do Capitão português, Cristiano Ronaldo, que leva a mensagem que penso ecoar em muitos portugueses (pelo menos eu gostei desta mudança de tom): Já estivemos perto, o que é que falta? Falta GANHAR e acho que tem de ser este o nosso objetivo.

Respeitando sempre os adversários, pois sabemos o que a Alemanha, Espanha e França podem fazer, mas, ao mesmo tempo, fazendo com que nos respeitem como potencial vencedor, algo que começa no discurso e na atitude com que se abordam os jogos. Tivemos, pela primeira vez em algum tempo, um sorteio que muitos consideram favorável como sendo o grupo mais fácil do Europeu. Não nos podemos limitar a ganhar por margem mínima, temos de aproveitar da melhor forma possível esta “boa sorte”, ganhando os jogos, jogando bem, envolvendo o máximo de jogadores possíveis construindo um espírito de equipa sólido e, passando o grupo, vir com um balanço que ninguém pode parar, até à Final e ao tão desejado título de Campeões Europeus que todo o nosso país merece.

Esta é a esperança. A expectativa é que seja um Campeonato Europeu em que, havendo dois favoritos (por razões diferentes) – A Alemanha que conserva a seleção campeã mundial em título, e a França que joga em casa e já vem desde o Mundial de 2010 a (re)construir a sua seleção, apresentando-se com força em 2016 -, há hipóteses de ser muito renhido com muitos jogos equilibrados.

Depois da França e da Alemanha temos um grupo de potencias candidatos que Portugal integra, juntamente com a Espanha. As duas equipas ibéricas dependem de quão bem conseguem gerir o aspeto físico de jogadores chave e também de como integram alguns jogadores sem muita experiência internacional nas suas equipas (Adrien, Renato Sanches, Rafa, Koke, Bernat e Isco, entre outros). Neste grupo entram também seleções com uma boa reputação internacional como a Itália, a Inglaterra e a Rússia.

Contrariamente, existem seleções que não têm grande reputação no futebol internacional e que podem causar sérias surpresas neste Campeonato 2016. Neste lote, as seleções que consideramos mais fortes são a Bélgica, a Suíça, a Ucrânia, a Turquia e a Croácia.

Num patamar abaixo temos 7 seleções que podem surpreender se não forem levadas a sério e também por razão do novo formato da UEFA em que participam pela 1ª vez numa fase final do Campeonato Europeu 24 Seleções e, por causa disso, os quatro melhores terceiros qualificados passam aos 8os de Final. Estas equipas são o País de Gales, República da Irlanda, Eslováquia, Suécia, Áustria, República Checa e Roménia.

Finalmente, 5 equipas de quem esperamos pouco e que, de um certo modo, já estão contentes de terem chegado tão longe. Neste grupo estão a Islândia, Polónia, Hungria, Irlanda do Norte e a Albânia.

Fica este panorama geral do Euro 2016. A partir deste momento faremos uma cobertura extensiva desta fase final. Iremos olhar para cada seleção atentamente, dando também os nossos palpites e previsões relativamente a cada grupo, às fases de eliminação e a prémios individuais assim como jogadores que podem ter neste Euro 2016 o momento de ascenderem a um patamar mais elevado na sua carreira, como acontece depois de cada fase final do Euro ou Mundial e, para nós, é uma das consequências mais bonitas destes Campeonatos do Desporto Rei.

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O campeão com mais pontos


Foram muitos os recordes do Benfica de Rui Vitória 2015/16 mas há um que tem sido mais falado: de o maior número de pontos absolutos no final de um campeonato nacional. É verdade que os 88 pontos são um recorde mas é preciso referir que muitos campeões do passado em que as vitórias só valiam 2 pontos tiveram muito maior percentagem de aproveitamento. Já para não falar que o número de jornadas total está sempre a mudar.

O Benfica terminou a Liga com 88 pontos em 102 possíveis, o que lhe sublinhou um rendimento de 86,2 por cento. É uma eficácia interessante, merecedora de aplausos e que permite a Rui Vitória recolher um elogio: fez melhor do que Jorge Jesus.

Apesar de tudo, Rui Vitória está apenas no 23º posto de campeões com melhor rendimento de pontos de sempre, muito longe do top-ten e atrás, por exemplo, do FC Porto de André Villas-Boas e do FC Porto de Vítor Pereira, os melhores dos últimos anos.

O Benfica de Trapattoni, em 2004/05, recorde-se, foi o campeão com pior rendimento de sempre (64%), enquanto o de Jimmy Hagan em 1972/73 é o que detém o melhor registo.



Os melhores campeões

1) 1972/73 Benfica (96,7%)
2) 1939/40 F.C. Porto (94,4%)
3) 2010/11 F.C. Porto (93,3%)
4) 1962/63 Benfica (92,3%)
5) 1984/85 F.C. Porto (91,7%)
6) 1971/72 Benfica (91,7%)
7) 1994/95 F.C. Porto (91,2%)
8) 1990/91 Benfica (90,8%)
9) 1946/47 Sporting (90,4%)
10) 1969/70 Sporting (88,5%)
1963/64 Benfica (88,5%)
1960/61 Benfica (88,5%)
1987/88 F.C. Porto (86,8%)
2012/13 F.C. Porto (86,7%)
1989/90 F.C. Porto (86,7%)
1983/84 Benfica (86,7%)
1979/80 Sporting (86,7%)
1959/60 Benfica (86,5%)
1949/50 Benfica (86,5%)
1950/51 Sporting (86,5%)
1945/46 Belenenses (86,3%)
1941/42 Benfica (86,3%)
2015/16 Benfica (86,2%)
1943/44 Sporting (86,1%)
1936/37 Benfica (85,7%)
1982/83 Benfica (85,0%)
1977/78 F.C. Porto (85,0%)
1976/77 Benfica (85,0%)
2009/10 Benfica (84, 4%)
2002/03 F.C. Porto (84,3%)
2014/15 Benfica (83,3%)
1980/81 Benfica (83,3%)
1978/79 F.C. Porto (83,3%)
1996/97 F.C. Porto (83,3%)
1975/76 Benfica (83,3%)
1944/45 Benfica (83,3%)
1942/43 Benfica (83,3%)
2011/12 F.C. Porto (83,3%)
1988/89 Benfica (82,9%)
1966/67 Benfica (82,7%)
1964/65 Benfica (82,7%)
1961/62 Sporting (82,7%)
1957/58 Sporting (82,7%)
1952/53 Sporting (82,7%)
1955/56 F.C. Porto (82,7%)
1953/54 Sporting (82,7%)
1995/96 F.C. Porto (82,3%)
1991/92 F.C. Porto (82,3%)
2013/14 Benfica (82,2%)
1937/38 Benfica (82,1%)
1940/41 Sporting (82,1%)
1938/39 F.C. Porto (82,1%)
1986/87 Benfica (81,7%)
1985/86 F.C. Porto (81,7%)
1973/74 Sporting (81,7%)
1974/75 Benfica (81,7%)
1965/66 Sporting (80,8%)
1948/49 Sporting (80,7%)
2003/04 F.C. Porto (80,4%)
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Eu amo o Benfica

Infelizmente e com grande pena minha estes últimos dois anos não tenho conseguido escrever tanto como queria, anos que para um benfiquista têm sido cheios e gloriosos. Apesar de não ter tempo para o blog tenho ido sempre ao Estádio da Luz e acompanho tudo ao detalhe como é óbvio. Este ano comprei o Red Pass para uma zona em que não costumava comprar: 3º anel em baixo (Inferior). Foi excelente escolha e tive uma visão do jogo muito mais próxima.

Mas há uma história que tenho de partilhar, uma história de benfiquismo e amor ao futebol. Toda a temporada tive um senhor já nos seus 80 e muitos atrás do lugar onde me sentava. Um senhor que se via facilmente já estava doente e com problemas de saúde. Se perdeu um jogo foi muito, vi-o a soltar uma lágrima quando o Jiménez meteu o golo ao Bayern e a chorar no final do jogo que carimbou o 35!

No meio daquele festa e emoção toda fui dar um aperto de mão ao senhor e dar-lhe um abraço. Meti-me com ele já não me lembro com que palavras e ele muito sério puxou-me e baixinho, para as pessoas que estavam com ele não ouvirem, disse-me: "eles não queriam que eu viesse, mas eu tenho de vir, não consigo estar longe daqui."


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Parabéns Presidente Vieira

É o grande vencedor da época 2015/16! Luís Filipe Vieira, o Presidente do Sport Lisboa e Benfica, ganha a todos os níveis a aposta estratégica que fez no final da última temporada. Arriscou mudar a agulha do clube e consegue vencer o título nacional, o seu 5º como Presidente do SLB.


Fui muito muito crítico da decisão de mudar a estratégia do futebol profissional quando o clube estava numa onda vencedora mas, hoje, tenho de dar o braço a torcer e dar todo o mérito para a visão e a capacidade de gestão do homem forte do Benfica. Parabéns Presidente!
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Chegou o dia

É o dia de todas as decisões! Termina hoje mais uma edição do campeonato nacional e para os adeptos hoje é um dia especial. É dia de acordar com o coração já a bater forte, dia de ansiedade e espera pelo apito inicial, dia de estar com os amigos que sofrem da mesma doença e sobre tudo dia de festa!

Pela 10ª vez Benfica e Sporting, os eternos rivais de Lisboa, chegam à última jornada a lutar pelo título e, particularmente, este ano como a disputa foi intensa e como os dois merecem estar nesta última jornada com esperança em celebrar o título. Apesar de estratégias claramente diferentes, e falo da comunicação, temos de reconhecer a qualidade destas duas equipas que vão terminar com pontuações históricas.


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Até ao último minuto, até à última gota de suor

Gosto muito desta publicidade ao jogo deste Domingo. Diz muito em pouco tempo. Vou ter saudades dos jogos do SLB transmitidos pela BTV pois têm um tratamento diferente daquele dado pela Sporttv:


Se é verdade que o Benfica ainda não venceu nada este artigo que encontrei no jornal ABola é de uma importância gigante e revela uma mobilização fantástica em toda a temporada:

«A luta pelo tricampeonato tem atraído gente como nunca ao Estádio da Luz. Em termos de média, esta é a temporada em que mais espectadores têm estado presentes no recinto encarnado: contabilizando todas as provas e já com lotação esgotada no próximo domingo, na receção ao Nacional, para a última e decisiva jornada do Campeonato, irão passar pela casa da águia 1.131.833 pessoas esta época. 

O que, feitas as contas pelas 24 partidas (a segunda época completa com menos desafios, a par de 2008/09), chega a uma média de 47.160 adeptos por jogo, ou seja nunca a nova Luz esteve tão cheia.»


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Jovens promessas

O FURA-REDES a acompanhar a nossa Seleção no Campeonato Europeu sub-17 e é impossível não ficar esperançoso com o que até agora se viu. Se os resultados são determinantes, e com isso, desta vez, não nos podemos queixar – até agora -, a performance da equipa tem sido o principal foco de destaque. Resultados estes que vêm da fase de qualificação, em que Portugal em 6 jogos empatou só um, com 20! Golos marcados e apenas 3 sofridos.

Um grupo português que desde já se distingue pelo espirito de equipa e disciplina tática de todos os jogadores (e falo mesmo de todos, não só dos 11 que entram de inicio). É uma equipa que ataca junta, defende junta, as três linhas movem-se em conjunto e há sempre pelo menos duas linhas de passe e em que o individualismo, embora seja encorajado, não se sobrepõe ao passe e ao trabalho de equipa. É uma seleção muito coesa e constante, algo que se nota especialmente neste último jogo com a Bélgica em que jogámos sem alguns titulares mas a equipa continuou com o mesmo plano de jogo. 

A execução não foi, evidentemente a mesma, num jogo que acabou 0-0 e em que Portugal sentiu algumas dificuldades sobretudo nas transições, quer ofensivas, quer defensivas. A Bélgica era, teoricamente, o adversário mais forte do grupo em que Portugal se encontrava, o que ficou provado neste confronto (tendo-se qualificado em 2º lugar no grupo), sendo as outras seleções a Escócia e o Azerbaijão (seleção que joga em casa). Portugal qualificou-se em primeiro lugar neste grupo A com 7 pontos em 9 possíveis e vai jogar nos quartos-finais com a Áustria.

O talento individual é outro aspeto que salta à vista neste Portugal sub-17. Maior destaque tem de ir para, obviamente, o José Gomes, jogador juvenil do SLB, que conta 3 golos em dois jogos nesta fase final do europeu – não jogou no jogo de hoje - mais 5 golos na fase de qualificação. O avançado, que está neste momento empatado com Otto da Alemanha, para melhor marcador da prova é um avançado que se nota pela força e pela finalização em dois toques.

Nota mais para os criativos desta Seleção que apoiam José Gomes, com destaque para Dju, também do SLB, jogador que cria muitos problemas com a sua velocidade e finta. João Filipe, outra promessa do Benfica tem estado aquém das expetativas nesta fase final, tendo sido o melhor marcador da fase de qualificação para este campeonato europeu (7 golos em 6 jogos).

O meio campo parece ser a área de maior qualidade da seleção com três jogadores de grande calibre, de modo especial, na circulação de bola e oportunidades que criam: Gedson Fernandes do SLB (empatado em 1º como melhor assistente, duas assistências); Miguel Luís do SCP que tem estado a ótimo nível com 1 golo e 1 assistência; Domingos Quina, do West Ham United, que já fez um golo espetacular e é um dínamo na forma como transporta a bola para o ataque.

Por fim mas não pela sua qualidade, a defesa de Portugal tem impressionado, até agora não deixando os seus adversários marcarem nenhum golo (aspecto que já vimos acontecer em outras equipas de jovens portuguesas, especialmente aquela equipa de sub-20 que fez segundo no Mundial e que tinha o Mika na baliza). Nota mais para os centrais do FCP, Diogo Leite e Diogo Queirós, o capitão que são muito sólidos e ajudam o guarda-redes, Diogo Costa, também do FCP a ficar tranquilo na defesa da baliza (embora tenha sido chamado mais neste jogo contra a Bélgica e tenha feito algumas defesas importantes). Os laterais são os grandes responsáveis pelo dinamismo do jogo português, apoiando muito o ataque ao mesmo tempo que fecham muito bem os espaços na defesa. Destaque para Diogo Dalot, defesa direito do FCP e Rubén Vinagre, defesa esquerdo do SCP.

Poderá parecer que estamos seguros que esta seleção nos dará o título europeu. Nunca havendo garantias no futebol, e muito menos com as seleções portuguesas que têm tido pouca sorte nos jogos a eliminar nestas competições internacionais, podemos ao menos dizer que, independentemente do que possa acontecer, já podemos sentir orgulho e esperança, por esta grande equipa que está a jogar futebol bonito e pelas várias promessas portuguesas que estão aqui a dar os seus primeiros passos com grande estilo.
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Temas

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