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Mago!

Iniesta jogou 4 finais da Champions, 2 do Europeu e 1 do Mundial...

7 vitórias - 0 derrotas


Além disso, é o único jogador a ser MVP numa final do Mundial, do Europeu e da Liga dos Campeões.



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Mais um show de Iniesta!

Apanhei há pouco o Barcelona em apuros na sua partida em casa com o Alavés... Sei que as capas e os destaques serão todos para a obra de arte de Messi, de livre directo, que carimbou a vitória... O que a maior parte não irá falar foi do outro baixinho que desbloqueou a situação! Falo de Iniesta pois claro! Foi ele que, com idade para ser pai dos defesas que lhe apareceram pela frente, com uma mão cheia de lesões na sua carreira e a forma física sempre questionável, sprintou a todo o gás para a linha de fundo e assistiu Suárez, num passe milimétrico de 20 metros em balão para o golo da igualdade. O que a maior parte não irá falar é que aquela jogada já tinha sido tentada 1000 vezes pelo ataque culé mas os companheiros de Iniesta tentavam sempre mais um passe rasteiro curto. O espanhol, mesmo com o desgaste da partida já na fase final, teve a classe para surpreender a defesa adversária e impediu a derrota da sua formação. É por isso que não chega só muito treino e grandes jogadas estudadas. É preciso ter nascido com aquela dádiva do criador, aquele talento quase não humano, aquela rapidez de se adaptar! Muito poucos têm este tipo de talento... Andrés Iniesta é um deles com toda a certeza!


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Passagem de testemunho

Existem imagens que não necessitam de legendas...



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Enzo Pérez lesiona Iniesta

Estava a ver a partida da Liga Espanhola entre Valência e Barcelona e deram-me as saudades de Enzo, um dos jogadores que mais gostei de ver nos relvados portugueses nesta década. Iniesta, por outro lado, não ficou com muitas saudades de Enzo Pérez... O argentino lesionou, pelos vistos gravemente, o médio espanhol neste lance:



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Melhores e Piores D

Voltamos a apresentar esta rubrica agora com os jogadores das seleções do Grupo D, Croácia, Espanha, Turquia e República Checa. A divisão é feita entre melhores e piores de todas as seleções de cada grupo, tendo cada metade 4 secções: Defesa (incluindo o Guarda-Redes), Meio-Campo, Ataque e Selecionador.

Apreciamos comentários sobre as nossas escolhas!


Melhores - Defesa:
- Juanfran, ainda não fez nenhuma grande exibição, mas tem cumprido bem o papel de lateral direito e tem conseguido ser um bom apoio ao ataque espanhol, à medida de Jordi Alba na esquerda. Posição em que havia mais dúvidas na Espanha, até agora tem sido bem preenchida pelo homem do Atlético;
- Outros dois laterais que estão a cumprir muito bem o seu papel, dando consistência defensiva e ajudando a capacidade ofensiva da Croácia têm sido Strinic e Srna, ambos jogando ao nível que deles se esperava;
- Subasic poderá ser, até agora, o melhor guarda-redes do Euro 2016, não só por ter defendido o penalti de Sergio Ramos, mas também pelas 3 exibições conseguidas. Já sofreu 3 golos, um deles de penalti, mas não teve grande responsabilidade em nenhum deles;
- Kaderabek da República Checa, conhecido pela sua versatilidade teve em bom nível pela sua seleção, na posição atribuída de lateral direito, não comprometendo a sua equipa;

Melhores - Meio-Campo:
- Iniesta da Espanha e Rosicky da República Checa poderão estar a fazer neste Euro 2016 o seu canto do cisne mas ainda demonstram classe, técnica e qualidade em todas as jogadas de que fazem parte. Se houvesse Hall of Fame no futebol, entrariam ambos com facilidade;
- Perisic, com dois golos marcados e uma assistência está a fazer um Europeu de excelência e poderá haver dúvidas sobre a sua permanência no Inter de Milão. Com as suas exibições de qualidade quase faz esquecer a lesão de Modric;
- Ozan Tufan, autor do segundo golo da Turquia no Europeu fez boas exibições no meio-campo da sua seleção e foi um dos poucos que mostrou empenho e criatividade de todas as vezes que tinha a bola no pé;
- Darida e Plasil fizeram ambos uma boa prestação no meio campo defensivo da República Checa e não foi por este sector que a sua seleção ficou eliminada na fase de grupos;

Melhores - Ataque:
- A dupla de Mórata e Nolito, embora tenhamos afirmado consistentemente que não são jogadores para o sistema espanhol, têm ambos mostrado grande qualidade, com Mórata a ter já 3 golos marcados e Nolito a aparecer como um bom elemento no ataque espanhol;
- Kalinic, jogador croata que tem sido alternativa mais vezes do que titular tem já 1 golo marcado e uma assistência, ambos no único jogo que fez a titular. Se as dúvidas relativas à saúde de Mandzukic se mantiverem, a Croácia tem aqui um substituto à altura;
- Emre Mor e Burak Yilmaz foram os jogadores turcos mais inconformados, com Mor, jogador que andava em todas as bocas do mundo como um dos grandes prodígios desta competição a mostrar a sua qualidade e irreverência e Yilmaz a apontar o 1º golo da Turquia na sua vitória contra a República Checa;
- Por fim temos a tripla de pontas de lança da República Checa: Lafata, Necid e Skoda. O primeiro entrou sempre bem nos jogos e mostrou a sua capacidade criativa e os outros dois apontaram entre eles os únicos golos da sua seleção neste Euro;

Melhores - Selecionador:
- ;Ante Cacic que, nesta altura está a ter pouco mérito devido à quantidade e qualidade do talento que tem à sua disposição, sobretudo no meio-campo ofensivo. Mas, temos de ser honestos, e há muitos selecionadores somente neste Euro 2016 que tinham jogadores de qualidade na sua convocatória e já estão eliminados na competição. Parabéns a Cacic mas que a sua boa campanha acabe já nos oitavos!

Piores - Defesa:
- De Gea tem sido alvo de muita conversa neste Europeu, não só pelas alegações contra ele que nada têm a ver com futebol mas sobretudo por ocupar o lugar do grande Casillas. Até agora tem estado mal e teve responsabilidade num dos dois únicos golos sofridos pela Espanha;
- Sergio Ramos é um óptimo central mas a mentalidade positiva não é o seu ponto forte, o que ficou mais uma vez provado por ter falhado um penalti decisivo para a sua equipa. Pode-se também culpar Del Bosque por não aprender com o passado;
- Se a maioria dos laterais das seleções deste grupo se têm portado muito bem, a Turquia é a excepção que confirma a regra com Gönul e Erkin ambos a fazerem fracas exibições, a comprometer a sua equipa nas transições e a não conseguirem apoiar efetivamente o seu ataque;
- Jedvaj é um jogador jovem da República Checa que confessamos admirar mas, no único jogo que entrou a titular, esteve mal e acusou a sua juventude, especialmente na defesa ao experiente Yilmaz. Vrsaljko foi o outro central checo que esteve aquém das expetativas;

Piores - Meio-Campo:
- Bruno Soriano teve finalmente a sua oportunidade pela seleção numa fase final de um campeonato internacional, após outra boa época pelo Villarreal mas ainda não conseguiu o bom enquadramento na equipa espanhola. Sobretudo, ficará para sempre marcado pelo facto de ter entrado no jogo com a Croácia para que a sua equipa não sofresse golos e o contrário aconteceu, numa jogada pelo centro do campo;
- Como já dissemos no artigo anterior, tanto Arda Turan como Nuri Sahin desiludiram neste Euro 2016 e podem ser considerados os grandes culpados pela Turquia não se qualificar para a próxima fase;
- Kovacic é o único jogador do meio-campo ofensivo croata que ainda não mostrou a qualidade que toda a gente lhe reconhece e que lhe valeu a transferência para o Real Madrid na época passada. Esperemos que ele não saiba português e veja isto pois não queremos que ele se lembre de começar a jogar bem agora, contra Portugal;

Piores - Ataque:
- Aduriz, o jogador basco, ícone do Athletic de Bilbao tem sido o que tem mais sofrido em adaptar-se a um estilo de jogo do qual ele praticou pouco durante a sua longa carreira. Prefere jogo directo e jogadas com 3 toques ou menos e, com esta Espanha, isso é difícil de ter;
- Pedro Rodriguez é outro jogador espanhol que tem estado abaixo do nível que demonstrou em anos passados, sobretudo no seu clube de formação, Barcelona, onde o estilo de jogo, sistema tático e a função que tem de desempenhar são praticamente as mesmas;
- Mandzukic pode estar lesionado, e, se isso se confirmar, pediremos desculpas. Mas a nós parece-nos uma lesão para salvar um pouco a reputação do avançado da Juventus que, tanto no seu clube como na sua seleção parece estar à beira de ceder o seu lugar (a Mórata e a Kalinic respectivamente);
- Krejci é um jogador de um potencial estonteante, quer pela sua velocidade, técnica e capacidade de finalização. É, no entanto, ainda pouco trabalhado do ponto de vista da leitura de jogo e no conhecimento tático, aspectos negativos do seu jogo que foram visíveis e que o impediram de boas exibições no Euro 2016;

Piores - Selecionador:
- Vincente del Bosque que, como já referimos, não adapta a forma de jogar da equipa consoante os jogadores à sua disposição, tirando algum rendimento a jogadores como Nolito, Mórata (que podia ter feito o dobro dos 3 golos que já apontou) e Aduriz;
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Culpas e Desculpas

O Fura-Redes a acompanhar a fase final do Euro 2016 em França. Analisamos de seguida o Grupo D onde se encontravam a Croácia, a Espanha, a Turquia e a República Checa. Previa-se um grupo muito equilibrado, especialmente na luta pelo primeiro e terceiro lugares e não desiludiu, com jogos intensos, combativos e cheios de emoção. A Espanha foi a primeira grande favorita a passar como 2º classificado, o que não só aumenta a expetativa de coroarmos um novo campeão europeu, como nos dá um grande jogo para os oitavos de final: Itália vs Espanha.


A Croácia não pode ser considerada surpresa. Não só pela grande qualidade do seu plantel, especialmente no meio-campo, como pelas boas indicações dadas na fase de qualificação, em que conseguiram dois empates contra a Itália, ficando em 2º lugar desse grupo. Mesmo não sendo surpresa, não podemos afirmar que víamos a Croácia a ficar à frente da Espanha e, embora tenhamos previsto um jogo muito intenso sem qualquer certeza da vitória espanhola, não previmos nem o penalti defendido por Subasic, nem o golo tardio de Perisic. É uma seleção que dá gozo em ver, pela qualidade do seu jogo e também por estar a confirmar as expetativas altas que lhe era atribuída mas também ficamos muito apreensivos, visto ser a próxima adversária de Portugal. É uma equipa croata que está a praticar futebol muito atrativo, em que, tendo soberba capacidade técnica e de passe, não se limitam a atrasar o jogo e a esperar pelo erro do adversário, impondo velocidade e criando com facilidades oportunidades de golo. Nesta seleção temos de realçar Subasic e Perisic, os heróis do jogo contra a Espanha, por estarem a exibir-se ao mesmo nível ou mesmo melhor do que as estrelas croatas Modric, Srna, Rakitic, entre outros. Um aspeto negativo nesta Croácia são os adeptos, principais culpados da Croácia não ter feito 9 pontos, através de uma demonstração muito feia nos últimos minutos do jogo com a República Checa que desconcentrou os seus jogadores e originou um penalti que fez com que o jogo terminasse 2-2. Vamos ver se serão factor para o jogo dos oitavos de final contra Portugal ou se irão deixar a sua seleção praticar bom futebol, numa eliminatória entre dois dos principais outsiders da competição, que fica só atrás da Itália-Espanha.

A Espanha, que fica em 2º classificado do Grupo D e começa assim já a desiludir os seus adeptos que esperam mais da campeã europeia em título pode começar, como Portugal já o fez, a culpar determinadas pessoas pela derrota com a Croácia. A culpa é do Sérgio Ramos, a culpa é do De Gea, a culpa é do Selecionador. A nós, embora com a seleção nacional às vezes também caiemos na tentação, parece-nos injusto individualizar alguém. Acima de tudo é preciso realçar a beleza do futebol que foi demonstrada neste grande jogo da fase de grupos entre espanhóis e croatas e em que a fortuna sorriu ao país dos Balcãs. Contudo, se fizermos a análise da Espanha, é óbvio que há elementos que não estão a funcionar nesta seleção, pelo menos tão bem como funcionaram em competições anteriores. Uma equipa precisa de identidade no seu estilo de jogo e, nesta seleção espanhola, este é o 4-3-3, em que o passe e o tiqui-taca são elementos indiscutíveis. No entanto, é preciso adaptação consoante os jogadores que fazem parte da equipa e, parece-nos que é por aqui que a seleção espanhola mais está a pecar.  Com Nolito e Morata na equipa titular, jogadores que têm estilo de jogo muito mais direto nos seus clubes e em que o passe e as oportunidades são criados em um ou dois momentos, não estão a conseguir afirmar-se dentro do estilo de jogo em que a Espanha contabiliza já 2023 passes tentados, 1876 passes conseguidos e uma posse de bola média de 61%. Não estamos com isto a afirmar que são eles os culpados pelo segundo lugar nem que não se deviam convocar jogadores com estilos diferentes de jogo. Estamos apenas a dizer que, se se convocarem jogadores, é preciso haver respeito pelas suas características e que este Euro 2016 pode terminar efetivamente, após o desaire do Mundial do Brazil, o domínio da La Roja e haver alguma mudança nas leis dogmáticas de estilo de jogo, que foram transportadas do F.C. Barcelona.

A Turquia confirma com duas derrotas e uma vitória o 3º lugar do grupo mas, especialmente devido aos 3 golos sofridos contra a Espanha, fica pela fase de grupos, não conseguindo ser um dos melhores 3os e assim, não se qualificando para os oitavos-de-final. A Turquia foi uma ligeira decepção, não só pela derrota pesada sofrida que mencionámos mas também por não ter apresentado argumentos nem criatividade até ao último jogo e, mesmo nesse jogo, a seleção turca não fez o suficiente para garantir o apuramento. É uma seleção que desilude, por ventura não tanto como a Rússia e a Ucrânia, mas que, especialmente ao nível da criação de oportunidade de golos e capacidade ofensiva, se esperava mais do que apenas 2 golos marcados em 3 jogos. Este aspeto é referido de forma geral, direccionado à equipa toda, mas também pode ser almejado a alguém em particular, Arda Turan. Era esperado do médio do Barcelona que fosse o líder ofensivo da equipa turca, que fosse a partir dele que surgissem oportunidades de golo e ajudasse a finalizar. No rescaldo final, foram 3 exibições pálidas do médio turco com outras estrelas a não subirem à altura do momento como Nuri Sahin ou Ozyakup. A Turquia pode também ficar a lamentar-se ao ver os turco-descendentes, Mezut Özil e Emre Can, que jogam pela Alemanha, o primeiro a fazer mais uma grande fase final e o segundo a não ter jogado em nenhum dos jogos da fase de grupos. Ambos poderiam ser suficientes para transformar completamente esta seleção e dar à Turquia maiores expetativas do que ficar eliminado ao fim da segunda semana do Euro 2016.

A República Checa fica no 4º lugar de um grupo D que era o mais próximo de um grupo da morte. Desta seleção checa não se esperava outra classificação, sendo teoricamente a seleção menos completa do seu grupo. No entanto, esperavam-se exibições melhores, dando mais luta quer à Espanha quer à Turquia, seleção muito equiparável à República Checa, quer pelo talento individual, quer pelo sistema tático ou pelo estilo de jogo. Ficam desde já eliminados do Euro 2016 com duas grandes lendas do futebol checo, Rosicky e Petr Cech, a poderem ter feito o seu último Europeu. Neste República Checa que mostrou uma convocatória equilibrada entre juventude e experiência, dos jogadores que tiveram em campo, metade tinha 30 anos ou mais, e vamos ver como será o futuro desta seleção que terá de apostar em Kaderabek, Krejci, Darida e Necid para as suas futuras competições. Parece-nos também imperativo a renovação desta seleção com a maior inclusão de jogadores sub-21 ou pelo menos sub-23, sendo que a experiência demonstrada por esta convocatória não conseguiu trazer alegria a um país que espera muito da sua seleção. Foi uma prestação pobre e levam apenas um ponto, criado a partir de um penalti em tempo de descontos contra a Croácia, que foi assinalado depois de uma situação que perturbou em muito os jogadores croatas.
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Grupo D: Morte e Ressurreição

A ante-visão e a análise do Euro 2016 passa agora para o Grupo D, o famoso grupo da morte. Neste grupo, ao lado da Campeão Europeia em título, a Espanha, temos a Croácia, a República Checa e a Turquia.

Temos outro grupo muito forte, à semelhança do Grupo B, sendo que este é, à partida e apenas teoricamente, o grupo mais forte do Euro 2016. Todas as quatro seleções fizeram fases de qualificação notáveis, totalizando um total de 87 pontos (em 120 possíveis), 76 golos marcados e apenas 31 golos sofridos.

Evidentemente que o país vizinho parte com todo o favoritismo sendo não apenas o campeão em título mas também a seleção com melhores jogadores, treinador e a mais consistente a nível da sua organização e táctica. É a tentativa de redenção da Espanha depois da desilusão que foi o Campeonato Mundial no Brasil. Mesmo que o favoritismo esteja do lado espanhol, antecipamos que todos os 6 jogos deste grupo valham muito a pena de ver e é o grupo onde o espectáculo do Euro irá verdadeiramente começar. Temos também a curiosidade de todas as seleções deste grupo preferirem jogar com o sistema táctico do 4-2-3-1 e suas variantes, o que é mais uma razão para ver estes jogos.

Abaixo da Espanha fica muito difícil perceber quem passa à fase de eliminação, com todos os detalhes a serem determinantes dentro de cada jogo e a mínima falha imperdoável para estas seleções e respetivos países que têm mais ambição nesta competição do que simplesmente ficar-se pela fase de grupos. Temos também, à semelhança de Portugal, três seleções em que é muito fácil identificar a estrela da equipa e em quem se deposita maior expectativa: Arda Turan na Turquia, Luka Modric na Croácia e Petr Cech na República Checa (com Krejci a poder ser um dos jovens mais interessantes desta competição).

Prevemos que a equipa Checa, menos forte a nível do plantel, confirme isso com um quarto lugar, deixando a Croácia e a Turquia a lutar por um segundo lugar e um terceiro lugar que, neste grupo, é muito provável que dê para chegar à próxima fase do torneio. No entanto, como dissemos antes, e pela simples razão da República Checa ter feito primeiro lugar no grupo de qualificação ao lado da Turquia, está muito difícil de prever…

Abaixo ficam as previsões relativamente às equipas deste grupo:

  1. ESPANHA
  • Posição no Grupo: 1º com 9 Pontos;
  • Posição Final: Finalista Vencida;
  • Progresso: Vence Suécia (8os); Vence Polónia (QF); Vence Portugal (MF); Perde com Alemanha na Final;
  • Sistema Tático: 4-1-2-3;
  • Estilo de Jogo: Posse de Bola; Organização Defensiva; Tiqui-Taqua; Desequilíbrio pelas Alas;
  • Onze Inicial:
    • David De Gea;
    • Juanfran, Piqué, Ramos, Alba;
    • Busquets, Fabregas;
    • David Silva, Koke, Iniesta;
    • Álvaro Morata;
  • Suplentes Mais Usados: Lucas Vásquez, Aduriz, Azpilicueta, Pedro;
  • Potenciais Surpresas: Mikel San José, Bellerin, Nolito;
  • Maiores Estrelas: Piqué, Alba, Iniesta, Silva, Fabregas;
  • Maiores Ausências: Isco, Saul Niguez, Carvajal; 
  1. TURQUIA
  • Posição no Grupo: 2º com 6 Pontos;
  • Posição Final: Oitavos-de-final;
  • Progresso: Perde com Itália (8os);
  • Sistema Tático: 4-2-3-1;
  • Estilo de Jogo: Organização Defensiva; Força Física; Jogo Construído a partir do Meio-Campo; Velocidade na Transição;
  • Onze Inicial:
    • Volkan Babacan;
    • Gonul, Topal, Balta, Erkin;
    • Selcuk Inan, Volkan Sen;
    • Calhanaoglu, Nuri Sahin, Arda Turan;
    • Burak Yilmaz
  • Suplentes Mais Usados: Ozyakup, Ozan Tufan, Yunus Malli;
  • Potenciais Surpresas: Ozyakup, Emre Mor, Ozan Tufan;
  • Maiores Estrelas: Arda Turan, Burak Yilmaz e Nuri Sahin;
  • Maiores Ausências: Serdar Aziz, Mvelut Erdinc e Gokahn Tore; 
  1. CROÁCIA
  • Posição no Grupo: 3º com 3 Pontos;
  • Posição Final Esperada: Oitavos-de-Final;
  • Progresso: Perde com França (8os);
  • Sistema Tático: 4-2-3-1;
  • Estilo de Jogo: Jogo Pensado a partir do Meio-Campo; Meia-Distância; Posse de Bola;
  • Onze Inicial:
    • Subasic;
    • Srna, Corluka, Schildenfeld, Strinic;
    • Brozovic, Modric;
    • Rakitic, Kovacic, Perisic;
    • Mandzukic;
  • Suplentes Mais Usados: Vrsalijko, Milan Badelj, Marko Pjaca;
  • Potenciais Surpresas: Tin Jedvaj, Brozovic, Marko Pjaca;
  • Maiores Estrelas: Modric, Srna, Rakitic, Kovacic e Mandzukic;
  • Maiores Ausências: Halilovic e Antolic;
  1. REPÚBLICA CHECA
  • Posição no Grupo: 4º com 0 Pontos;
  • Posição Final Esperada: Eliminado na Fase de Grupos;
  • Progresso: Eliminado na Fase de Grupos;
  • Sistema Tático: 4-2-3-1;
  • Estilo de Jogo: Cruzamentos Largos; Jogo Aéreo; Contra-Ataque;
  • Onze Inicial:
    • Petr Cech;
    • Kaderabek; Sivok; Kadlec; Limbersky;
    • Darida; Plasil;
    • Dockal; Rosicky; Krejci;
    • Necid;
  • Suplentes Mais Usados: David Lafata, Selassie; Pavelka;
  • Potenciais Surpresas: Tomas Necid, Ladislav Krejci; Vladimir Darida;
  • Maiores Estrelas: Petr Cech, Kadlec, Rosicky;
  • Maiores Ausências: Marecek, Schick;
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Os senhores dos troféus

Esta é a lista dos senhores dos anéis da Europa! A lista dos jogadores, que jogaram na Europa, com mais taças:

Destaco as presenças de 4 lendas portuguesas e Iniesta que, provavelmente, se vai tornar esta temporada o líder desta lista:

Ryan Giggs – 25 troféus
• Manchester United: 2 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 1 Mundial de Clubes, 13 ligas, 4 Taças de Inglaterra, 3 Taças da Liga inglesa

Kenny Dalglish – 24 troféus
• Celtic: 4 ligas, 4 Taças da Escócia, 1 Taça da Liga escocesa
• Liverpool: 3 Taças dos Campeões, 1 SuperTaça Europeia, 6 ligas, 1 Taça de Inglaterra, 4 Taças da Liga inglesa

Andrés Iniesta – 23 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 2 Campeonato da Europa da UEFA
Barcelona: 4 UEFA Champions League, 3 SuperTaça Europeia, 3 Mundiais de Clubes, 7 ligas, 3 Taças de Espanha
Olexandr Shovkovskiy – 23 troféus
• Dínamo Kiev: 13 ligas, 10 Taças da Ucrânia
Daniel Alves – 22 troféus
• Brasil: 1 Copa América
• Sevilha: 2 Taças UEFA, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça de Espanha
• Barcelona: 3 UEFA Champions League, 3 SuperTaça Europeia, 3 Mundiais de Clubes, 5 ligas, 3 Taças de Espanha

Vítor Baía – 22 troféus
• Porto: 1 UEFA Champions League, 1 Taça UEFA, 1 Taça Intercontinental, 10 ligas, 5 Taças de Portugal
• Barcelona: 1 Taça dos Vencedores das Taças, 1 liga, 2 Taças de Espanha

Johan Cruyff – 22 troféus
• Ajax: 3 Taças dos Campeões, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 8 ligas, 5 Taças da Holanda
• Barcelona: 1 liga, 1 Taça de Espanha
• Feyenoord: 1 liga, 1 Taça da Holanda

Xavi Hernández – 22 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 2 Campeonatos da Europa da UEFA
• Barcelona: 4 UEFA Champions League, 2 SuperTaças Europeia, 2 Mundiais de Clubes, 8 ligas, 3 Taças de Espanha

Paco Gento – 21 troféus
• Real Madrid: 6 Taças dos Campeões, 1 Taça Intercontinental, 12 ligas, 2 Taças de Espanha

Paolo Maldini – 21 troféus
• Milan: 5 Taças dos Campeões, 5 SuperTaças Europeias, 2 Taças Intercontinentais, 1 Mundial de Clubes, 7 ligas, 1 Taça de Itália

Gerard Piqué – 21 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 1 Campeonato da Europa da UEFA
• Manchester United: 1 UEFA Champions League, 1 liga
• Barcelona: 3 UEFA Champions League, 3 SuperTaças Europeias, 3 Mundiais de Clubes, 5 ligas, 3 Taças de Espanha

Roar Strand – 21 troféus
• Rosenborg: 16 ligas, 5 Taças da Noruega

Lionel Messi – 20 troféus
• Barcelona: 4 UEFA Champions League, 3 SuperTaças Europeias, 3 Mundiais de Clubes, 7 ligas, 3 Taças de Espanha

Mário Coluna – 19 troféus
Benfica: 2 Taças dos Campeões, 10 ligas, 7 Taças de Portugal

Alessandro Costacurta – 19 troféus
• Milan: 5 Taças dos Campeões, 4 SuperTaças Europeias, 2 Taças Intercontinentais, 7 ligas, 1 Taça de Itália

Serhiy Rebrov – 19 troféus
• Dínamo Kiev: 9 ligas, 7 Taças da Ucrânia
• Fenerbahçe: 1 liga
• Rubin Kazan: 2 ligas

Frank Rijkaard – 19 troféus
• Holanda: 1 Campeonato da Europa da UEFA
• Ajax: 1 UEFA Champions League, 1 Taça dos Vencedores das Taças, 5 ligas, 3 Taças da Holanda
• Milan: 2 Taças dos Campeões, 2 SuperTaças Europeias, 2 Taças Intercontinentais, 2 ligas

Bastian Schweinsteiger – 19 troféus
• Alemanha: 1 Campeonato do Mundo
• Bayern: 1 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Mundial de Clubes, 8 ligas, 7 Taças da Alemanha

Edwin van der Sar – 19 troféus
• Ajax: 1 UEFA Champions League, 1 Taça UEFA, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 4 ligas, 3 Taças da Holanda
• Manchester United: 1 UEFA Champions League, 1 Mundial de Clubes, 4 ligas, 2 Taças da Liga inglesa

Marius Lăcătuș – 18 troféus
• Steaua: 1 Taça dos Campeões, 1 SuperTaça Europeia, 10 ligas, 6 Taças da Roménia

Jari Litmanen – 18 troféus
• MyPa: 1 Taça da Finlândia
• Ajax: 1 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 5 ligas, 3 Taças da Holanda
• Liverpool: 1 Taça UEFA, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça de Inglaterra, 1 Taça da Liga inglesa
• HJK Helsinki: 1 liga, 1 Taça da Finlândia

Vazha Tarkhnishvili – 18 troféus
• Sheriff: 11 ligas, 7 Taças da Moldávia

Iker Casillas – 17 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 2 Campeonatos da Europa da UEFA
• Real Madrid: 3 UEFA Champions League, 2 SuperTaças Europeias, 1 Taça Intercontinental, 1 Mundial de Clubes, 5 ligas, 2 Taças de Espanha

Eusébio – 17 troféus
• Benfica: 1 Taça dos Campeões, 11 ligas, 5 Taças de Portugal

Luís Figo – 17 troféus
Sporting: 1 Taça de Portugal
Barcelona: 1 Taça dos Vencedores das Taças da UEFA, 2 ligas, 2 Taças de Espanha 
Real Madrid: 1 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 2 ligas
Inter: 4 ligas, 2 Taças de Itália

Philipp Lahm – 17 troféus
• Alemanha: 1 Campeonato do Mundo
• Bayern: 1 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Mundial de Clubes, 7 ligas, 6 Taças da Alemanha

Carles Puyol – 17 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 1 Campeonato da Europa da UEFA
• Barcelona: 3 UEFA Champions League, 2 SuperTaças Europeias, 2 Mundiais de Clubes, 6 ligas, 2 Taças de Espanha

Darijo Srna – 17 troféus
• Hajduk: 1 liga, 2 Taças da Croácia
• Shakhtar: 1 Taça UEFA, 8 ligas, 5 Taças da Ucrânia

Víctor Valdés – 17 troféus
• Spain: 1 Campeonato do Mundo, 1 Campeonato da Europa da UEFA
• Barcelona: 3 UEFA Champions League, 2 SuperTaças Europeias, 2 Mundiais de Clubes, 6 ligas, 2 Taças de Espanha

Fonte: UEFA.com
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Barcelona em apuros na Champions

Duelo espanhol escaldante entre Barcelona e Atlético Madrid para abrir as hostilidades dos quartos de final da Liga dos Campeões 2014. Havia vários sinais de aviso para o favorito Barcelona, equipa que tenta a 7ª semi final seguida na maior competição de clubes do planeta, avisos esses que se tornaram em perigos enormes depois do primeiro assalto em Camp Nou.
Pela frente tinha a melhor defesa da Liga Espanhola e da Liga dos Campeões e uma equipa que em 3 jogos frente aos catalães esta temporada tinha sempre saído com o empate no bolso. Além disso, joga um futebol físico e de luta que tantas dificuldades tem causado à equipa que tem marcado esta década de futebol.

Foi uma 1ª parte típica destas fases das maiores competições, cautelas e paninhos quentes, muito estudo e pouca liberdade para os artistas. Barcelona a parar na barreira montada por Simeone e a usar várias vezes o cruzamento e passe longo tão incaracterísticos nesta formação culé. Aliás, as melhores oportunidades de golo foram mesmo para os visitantes de Madrid.
Destaque negativo para uma lesão fulcral em cada um dos lados: Piqué e Diego Costa não terminaram os primeiros 45 minutos por lesão e estão em dúvida para a decisão da próxima semana.

A 2ª parte começou praticamente com um dos momentos da temporada: golo inacreditável de Diego, um remate sem adjectivos para além de maravilhoso, espectacular, divinal ou monumental! Imperdível!
Depois disto o jogo tinha de abrir pois uma das equipas já estava encostada às cordas. Ainda sentiu o toque nos minutos seguintes mas quem tem Iniesta em campo arrisca num toque de bola voltar para o jogo em qualquer campo ou mesmo planeta. O ET baixinho dos catalães furou com um passe o betão armado vindo de Madrid e isolou Neymar para uma finalização e golo de craque do brasileiro (72').

Desta vez foi o Atlético que sentiu e de que maneira o tento do adversário e tivemos 10 minutos de impressionante sufoco à área de Courtois. Mas o GR do Atlético foi uma das figuras da partida e impediu a reviravolta no marcador num jogo em que os 90000 espectadores ainda devem andar à procura do desaparecido Messi.
Tudo em aberto para a 2ª mão de uma eliminatória que promete ser disputada até ao último segundo.

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Iniesta o melhor e 3 portugueses nos melhores 23

Equipa do Euro 2012

Guarda-redes Gianluigi Buffon (Itália), Iker Casillas (Espanha), Manuel Neuer (Alemanha).

Defesas Gerard Piqué (Espanha), Fábio Coentrão (Portugal), Philipp Lahm (Alemanha), Pepe (Portugal), Sergio Ramos (Espanha), Jordi Alba (Espanha).

Médios Daniele de Rossi (Itália), Steven Gerrard (Inglaterra), Xavi Hernández (Espanha), Andrés Iniesta (Espanha), Sami Khedira (Alemanha), Sergio Busquets (Espanha), Mesut Özil (Alemanha), Andrea Pirlo (Itália), Xabi Alonso (Espanha).

Avançados Mario Balotelli (Itália), Cesc Fàbregas (Espanha), Cristiano Ronaldo (Portugal), Zlatan Ibrahimović (Suécia), David Silva (Espanha).


É esta a equipa que o grupo designado pela UEFA escolheu para a melhor da prova que acabou ontem em Kiev. Destaque para Iniesta que foi escolhido como melhor jogador do torneio, escolha com a qual concordo em pleno. Dirão que só fez uma assistência e não marcou nenhum golo, mas por exemplo ainda ontem foi ele que começou a jogada do 1ª golo da Final - foi por ele que começou sempre o tiki-taka espanhol. Está numa forma fantástica e só Pirlo o podia destronar, como perdeu a Final para o próprio baixinho do FC Barcelona só podia dar Iniesta.

Só não concordo com dois nomes desta lista de Rossi, pois João Moutinho fez um Euro muito melhor e Ibrahimovic, que perdeu dois jogos e só ganhou um jogo que a França não deu a importância devida. Ou Torres ou Gómez deviam estar no seu lugar.

Assim para mim o 11 ideal seria: Casillas, Jordi Alba, Pepe, Piqué, Sergio Ramos, Moutinho, Xavi, Iniesta, C. Ronaldo, Balotelli e David Silva.
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