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Quase perfeito!

Se marca aquele penalty... Seria uma tarde perfeita!

Hoje, Gareth Bale, encheu o livro!

2 assistências
5 grandes oportunidades criadas
1 penalty ganho
5 remates
2 dribles
8/12 duelos pela bola







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Melhores e Piores B

Voltamos a apresentar esta rubrica agora com os jogadores das seleções do Grupo B, Inglaterra, País de Gales, Eslováquia e Rússia. A divisão é feita entre melhores e piores de todas as seleções de cada grupo, tendo cada metade 4 secções: Defesa (incluindo o Guarda-Redes), Meio-Campo, Ataque e Selecionador.

Apreciamos comentários sobre as nossas escolhas!

Melhores - Defesa:
- Henessey e Kozacik, guarda-redes do País de Gales e Eslováquia respetivamente, ambos com pouca reputação mas que estão a dar cartas para as suas seleções e estão a conseguir boas exibições frente a alguns dos melhores avançados do Mundo;
- Neil Taylor, lateral/médio-ala esquerdo do País de Gales tem estado a um excelente nível e tem feito todo o seu corredor de forma exemplar, libertando Allen, Ledley, Bale e Ramsey para as movimentações interiores que tanto gostam;
- Kyle Walker, jogando mais recuado que Taylor, tem feito quase o mesmo papel que o galês, apoiando a ataque na direita inglesa e tem estado seguro na área menos boa do seu jogo, a defender;
- Embora a Rússia se tenha apresentado muito mal neste Euro, Schennikov e Smolnikov merecem ser realçados pelo grande esforço que fizeram, tanto a defender como no apoio ao ataque;

Melhores - Meio-Campo:
- A dupla Galesa, Allen-Ledley tem sido fundamental para esta seleção, ambos dando equílibrio e capacidade defensiva e, nos momentos de transição, a capacidade de passe e visão tem sido o ponto chave para a boa execução do sistema tático 5-3-2;
- O outro homem do meio-campo galês merece um destaque particular, não só pelas suas boas movimentações e pela capacidade finalizadora, mas também porque o País de Gales precisava que ele aparecesse nesta fase final do Euro e ele está, até agora, a responder muito bem;
- Outra dupla, agora da vizinha Inglaterra, Eric Dier-Rooney têm sido dos melhores jogadores ingleses e é a graças a estes dois jogadores que o sistema tático escolhido tem sido bem executado, criando várias hipóteses de golo e não permitindo muitos desequilíbrios defensivos ou posicionais;
- Hamsik é um dos melhores jogadores do mundo e é triste que ele ainda não tenha saido de um campeonato italiano que, por aquela ou outra razão, se encontra em rota descendente. Tem feito exibições muito boas e tem sido o líder da seleção Eslovaca;
- Pelas razões que mencionei no artigo anterior, Pecovsky merece esta distinção. O equilíbrio e tranquilidade que veio dar a esta seleção eslovaca que ainda não perdeu com ele a titular é inestimável;

Melhores - Ataque:
- Gareth Bale, actualmente o melhor marcador isolado do Euro 2016 e que tem revelado um compromisso forte com esta missão de fazer da estreia do País de Gales, a melhor possível;
- Vladimir Weiss (o jogador) tem sido o mais perigoso e também o mais certeiro do tridente ofensivo eslovaco, sendo o único que já marcou neste campeonato;
- Robson-Kanu merece figurar aqui porque, mesmo não sendo a razão pela qual o País de Gales está a jogar bem, marcou o golo da vitória sobre a Eslováquia e, sobretudo, não respondeu negativamente quando o seu selecionador não o colocou a titular;

Melhores - Selecionador:
- Chris Coleman tem de ser considerado o melhor selecionador do grupo B, simplesmente pela razão de ter apurado em 1º lugar uma seleção de que não se esperava muito. No entanto, há que acrescentar a este facto, a forma como esta seleção apresenta um sistema tático muito bem conseguido, o que revela muito trabalho e preparação e também a forma como faz substituições importantes nos momentos chave dos jogos;

Piores - Defesa:
- Joe Hart não tem estado ao nível dos cinco melhores guarda-redes europeus, prestígio que parece consensual para o guardião inglês. Tem responsabilidade em dois dos golos sofridos e transmite pouca confiança aos elementos da sua defesa, algo que bem precisam;
- O seu colega de posição russo teve, mesmo assim, exibições muito piores com 6 golos sofridos em 3 jogos, num média de 2 golos sofridos por jogo. Já dissemos que há muita responsabilidade nos elementos da defesa russa mas...;
- E são os mesmos, os defesas centrais russos, os próximos a serem vítimas do título de piores. Se, a idade, teoricamente, não é impedimento para jogar bem, não é este o caso de Ignashevich e Berezutski que acusaram a sua muita experiência e foram responsáveis, em parte, pela fraca prestação russa neste Euro 2016;
- Gyomber, o lateral direito da Roma teve em grande nível pelo seu clube esta época e já vem provado que é um bom jogador. Neste Euro, no entanto, não conseguiu aproveitar a oportunidade concedida por Weiss, fazendo uma pobre exibição;

Piores - Meio-Campo:
- A dupla galesa Edwards/Williams está, até agora, a comprovar aquilo que já era algo óbvio: a diferença é abismal entre as primeiras e as segundas opções para o meio-campo do País de Gales e tem de ser motivo de preocupação porque nenhum dos dois parece estar à altura de substituir Allen, Ledley ou Ramsey se estes se lesionarem ou forem suspensos;
- Delle Alli é outro jogador que deu um verdadeiro salto esta época pelo Tottenham mas que, nesta fase de grupos do Euro 2016 tem estado aquém das expetativas. Enquanto que há jogadores que se movimentam pouco ou com menos qualidade, Alli é o contrário, movimentando-se demais e prejudicando a boa articulação do meio-campo e do ataque inglês;
- Hrosovsky era a grande aposta do selecionador Vladimir Weiss para o meio-campo eslovaco, não tendo jogado nenhum dos jogos de qualificação mas jogando todos os amigáveis de preparação para o Euro. Foi uma aposta gorada e o próprio selecionador colocou Pecovsky no seu lugar nos dois jogos seguintes devido à forma como o jovem eslovaco não conseguiu segurar a bola e dar bom apoio aos centrais;
- Golovin/Shirokov aparecem aqui juntos não porque jogam com as mesmas funções ou na mesma área do campo mas porque ambos carregavam muitas expetativas e acabaram por ser dois dos piores jogadores russos nesta fase final do Euro 2016;

Piores - Ataque:
- Globalmente, todos os atacantes deste Grupo B têm estado menos bem, com metade dos golos marcados pelas seleções deste grupo a serem apontados por defesas ou pelo meio-campo;
- Sam Vokes e Dzyuba eram titulares indiscutíveis das suas respetivas seleções do País de Gales e da Rússia mas ambos acabam esta fase de grupos com muitas oportunidades e 0 golos marcados;
- O tridente ofensivo titular da Inglaterra tem estado a exibir-se pior do que se esperava quando se antecipou o talento agregado deste sector inglês. Tanto Sterling, Lallana e Kane têm sido muito perdulários e não parecem combinar muito bem uns com os outros, procurando mais facilmente a jogada individual do que os seus colegas. Os três têm 0 golos marcados enquanto que os seus substitutos, Vardy e Sturridge, têm 1 golo cada;
- Duris e Nemec, avançados eslovacos também não têm tido nem talento nem sorte e estão a branco neste Euro 2016, provocando a experiência de Weiss de colocar Duda como ponta-de-lança;

Piores - Selecionador:
- Leonid Slutski, o selecionador russo. Se não concordam, perguntem ao próprio pois ele já se demitiu do seu cargo logo após a derrota com o País de Gales que o eliminou do Euro 2016. Verdade seja dita, a responsabilidade desta derrota parece-nos melhor colocada nos jogadores russos mas o selecionador tem também de assumir culpas pela má prestação da Rússia nesta fase final. Apostou forte num estilo de jogo de contenção e de procura das bolas paradas, algo que lhe valeu a qualificação e também o único ponto ganho mas precisavam de assumir o jogo de forma eficaz contra a Eslováquia e o País de Gales, assim não fizeram e foram eliminados;
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U(ma) R(ússia) S(em) S(oluções)

Ontem tivemos mais uma jornada de Euro 2016 e com ela, os últimos jogos do Grupo B. Foi um grupo que nos trouxe jogos com qualidade e intensidade como, aliás, era previsto. Um grupo bem discutido com as três primeiras posições a serem decididas na última jornada. Menos previsível foi o resultado final num grupo em que o País de Gales venceu em 1º lugar e em que a Rússia foi eliminada com apenas um ponto e dois golos marcados. A Inglaterra cedeu assim o 1º lugar do grupo ao país vizinho e a Eslováquia tornou-se o primeiro 3º classificado de um grupo a conseguir 4 pontos.


O País de Gales consegue aqui um grande feito com uma apuramento em 1º lugar de um grupo, teoricamente e na prática também, muito difícil. Ao fazer 6 pontos, duas vitórias e uma derrota, iguala assim a Croácia como segunda melhor estreante na fase de grupos de um Euro, ficando apenas atrás da Suécia que em 1992 conseguiu 2 vitórias e 1 empate. E aqui, temos de admitir que a nossa previsão errou, nós que colocámos o País de Gales apenas com um ponto e a ser eliminado da fase de grupos. Não servindo de desculpas, preocupou-nos, especialmente o prolongamento da Final da Liga dos Campeões, em que Gareth Bale parecia exausto e não conseguia correr e, em alguns momentos, nem consegui manter-se de pé. Gales com esta boa performance no Grupo B veio provar ao menos duas coisas: que não é Bale-Dependente (com Ramsey, Ledley e outros a assumirem a sua responsabilidade), e que a própria estrela nacional ainda tem muito combustível no tanque (e está altamente motivado) para atacar a próxima fase desta competição, sendo nesta altura o melhor marcador isolado do Euro 2016 com 3 golos marcados. Mesmo que continue a não ser favorita para chegar às meias-finais, afirmou com muita segurança que tem ambição para tal e os seus adversários terão que ter muito cuidado com esta seleção perigosa , mesmo letal no jogo de contra-ataque e transição rápida que executam perfeitamente (ou muito perto).

A Inglaterra faz mais uma fase de grupos em que, desilude e ao mesmo tempo corresponde às expetativas. A desilusão vem sobretudo porque é uma seleção com reputação, com enorme talento e com boa capacidade tática e organizacional. Mas, nos últimos campeonatos europeus, apresenta-se sempre com futebol muito bonito, capacidade ofensiva extraordinária mas, sem conseguir os resultados que seriam produtos normais das suas exibições. Uma seleção que, neste Euro 2016, mostrou-se um pouco diferente do 4-4-2 habitual, tanto a nível do desenho tático que muda constantemente de um 4-4-2 para um 4-3-3 como dos jogadores que o selecionador escolhe para cada posição. Tanto Eric Dier e Wayne Rooney não são médios de área-a-área, sendo que o primeiro é médio defensivo e de contenção, e o Rooney é, como toda a gente o sabe, ponta-de-lança. Ou seja, à partida é impossível que joguem lado-a-lado e o selecionador não lhes pede isto. De facto, é o próprio Delle Alli, que, apresentado como segundo avançado, tem aparecido ao lado de Rooney, um pouco mais à frente para dar linhas de passe mas provocando um desenho no campo de um 4-3-3 com médio defensivo e dois médios ofensivos. A tática, no entanto, não é a razão pela qual a Inglaterra tenha falhado na finalização, até tem ajudado bastante no processo criativo ter Rooney mais atrás, ele que tem estado exímio na sua qualidade de visão, passe e cruzamento, algo que já não víamos dele há algumas épocas. Aqui, os principais culpados pela Inglaterra não ter 9 pontos neste grupo são os avançados, especialmente Sterling e Lallana que se têm exibido muito abaixo do que mostraram nos seus clubes, falhando oportunidades, aparecendo frequentemente em fora-de-jogo e a não conseguirem executar a sua capacidade de explosão e jogo vertiginoso que deles se espera. Não havendo muitas alternativas para os extremos na seleção inglesa, Roy Hodgson terá de pensar se não será melhor deixar as alas para Walker e Rose, e colocar mais jogadores no centro do campo (Dier-Rooney-Wilshere-Alli-Sturridge-Kane).

A Eslováquia tem de estar contente por ter sobrevivido neste grupo. Não só pelos quatro pontos que lhes devem garantir ser um dos melhores 3os qualificados, mas porque não têm tido exibições tão fortes como deles se esperava. Se o empate de ontem, especialmente na segunda parte do jogo com a Inglaterra, foi produto da matemática que lhes permitiria passar para a próxima fase, os dois jogos anteriores foram um pouco abaixo do que o talento e a experiência dos seus jogadores sugere, especialmente contra o País de Gales, em que houve pouca força e criatividade no meio-campo. Hrsovosky acusou um pouco a sua pouca idade e experiência num grande palco tendo tido uma exibição muito pálida numa posição crucial de trinco para quem joga com uma seleção que aposta tão forte em transições e no contra-ataque. O Selecionador leu bem e começou nos outros dois jogos com Pecovsky, que, para além de ter trazido muito mais confiança no sector defensivo Eslovaco, libertou Kucka e Hamsik para exercer as funções que estão habituados nos seus respetivos clubes, de criação, encurtar linhas e aparecer atrás do ponta-de-lança. Veremos como irá correr a fase de eliminação a esta seleção estreante (desde a separação da Checo-Eslováquia) num Campeonato Europeu, se lá chegarem (matematicamente seriam precisos muitos resultados combinados para não conseguirem passar com 4 pontos e  um balanço de golos neutro, mas nunca se sabe). Outra pergunta para Vladimir Weiss será o ponta-de-lança solitário neste sistema tático de 4-3-3. Tanto Nemec como Duris ainda não têm nenhum golo marcado e, a procura de soluções neste sector é óbvia, com Weiss a colocar Ondrej Duda (médio) como jogador mais avançado no último jogo. Veremos se ele consegue resolver este dilema antes do próximo jogo que o colocará frente a frente a um dos favoritos para este Europeu, a Alemanha ou a Espanha.

Chegamos por fim à Rússia e, se existe alguma justiça poética que esta seleção tenha sido já eliminada devido às ações criminosas dos seus adeptos, aqui não gostamos de bater no ceguinho. Importa sublinhar que uma seleção que consegue apenas um ponto está já apurada para o próximo Campeonato Mundial de 2018, que a Rússia irá organizar. A razão para isso é, claramente, não desportiva mas não deixa de ser triste a proteção que este país está a ter. Independentemente, a nível futebolístico, a Rússia parece ter sofrido um pouco com a superior dimensão mediática que o seu campeonato nacional está a ter. Todos sabemos que com maior atenção internacional, os campeonatos procuram talento estrangeiro - jogadores e treinadores - o que prejudica um pouco a formação de jogadores russos. Isto é evidente, especialmente no sector defensivo, onde os irmãos Berezutski e Ignashevich têm já 34 e 36 anos respetivamente. De facto, o mais novo jogador russo é Kolovin com 20 anos tendo o resto dos convocados, 25 anos ou mais. Kolovin que junta-se a um grupo alargado de jogadores russos com talento e de quem se esperava muito para fazer a Rússia passar a fase de grupos e ir ainda mais além, tem desiludido, tanto nas suas exibições como na pouca motivação, energia e vontade que demonstraram nestes jogos. Pode-se dizer, em certa medida, que o único ponto conseguido pela Rússia, acabou por ser muito negativo para a própria seleção que poderá ter pensado que. mesmo sem jogar nada ou perto, poderiam fazer pontos e passar à fase seguinte. Para o futuro, é preciso avaliar esta prestação com calma mas a nós parece-nos que uma restruturação, não só na prórpia seleção como no campeonato russo é necessária, se razões faltassem, 17 dos convodados jogaram neste campeonato europeu e apenas 6 clubes foram representados (7 do CSKA Moscovo, 4 do Zenit, 2 do Spartak Moscovo, 2 do Krasnodar, 1 do Schalke e 1 do Lokomitv Moscovo).

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Uma Estreia de Sonho

O Fura-Redes a acompanhar todos os jogos do Euro 2016. Agora no jogo inaugural do grupo B - País de Gales vs. Eslováquia -, grupo que é recheado de talento e do qual se esperam jogos muito competitivos e futebol de qualidade. Um jogo que se esperava ser dos primeiros a ser renhido e entusiasmante e foi isso que se verificou com uma vitória do País de Gales sobre a Eslováquia. Ênfase também para o facto que tanto o País de Gales como a Eslováquia (enquanto nação independente) fazerem a sua estreia numa fase final de um Euro.

O País de Gales a apresentar-se num 3-5-2, sistema que começou a ser usado a
meio da fase de qualificação e que, em conjunto com os golos de Bale, foi o factor determinante para o apuramento. 3-5-2 com os três experientes centrais atrás, Taylor na esquerda e Gunter na direita a fazerem toda a ala, quer a defender quer a atacar, Ramsey, Edwards e Allen no meio-campo e Jonathan Williams a fazer companhia a Gareth Bale como jogadores mais avançados. Sistema tático surpreendente visto que se esperava uma formação e um jogo mais defensivo do País de Gales, esperando oportunidades para a capacidade criativa de Ramsey e a velocidade de Bale. Surpresa também pelas escolhas de Ward, Edwards e Williams para o onze titular pelo selecionador galês Coleman que deixa Hennessey (o guarda-redes totalista na fase de qualificação), Ledley, Vokes e Robson-Kanu no banco.

Do outro lado, menos surpresas para uma equipa Eslovaca que tinha ganho num amigável 3-1 contra a Alemanha. Alinhou com um 4-5-1 que funcionou como 4-2-3-1 a atacar, com Hrsovosky e Kucka como médios mais defensivos e de conteção, Hamsik como médio criativo atrás de Duris e Robert Mak e Vladimir Weiss como extremos, apoiando o único avançado e dependendo dos laterais Pekarik na direita e Svento na esquerda para aguentar defensivamente as alas. Surpresa pela escolha de Svento em vez de Gyomber para lateral esquerdo, Hrosovsky por Pecovsky e Mak e Duris em vez do extremo Stoch e do avançado Nemec.

O jogo a arrancar da melhor forma com uma grande arrancada da estrela eslovaca Marek Hamsik que ultrapassa três jogadores galeses e vê o golo a ser negado pelo defesa Ben Davies que faz um corte salvador. A Eslováquia que consegue contrariar as jogadas pelas alas, especialmente pela descida de Mak e de Weiss e o acompanhamento que fazem aos alas galeses. O País de Gales que no entanto consegue arranjar espaço na zona central através do bom entendimento entre Ramsey e Joe Allen e que aos 10 minutos chega ao golo. É assinalado um livre perigoso à entrada da grande àrea, depois de falta de Hrosovsky, que Gareth Bale aproveita da melhor forma com o guarda-redes eslovaco Kozacik a não conseguir ver a bola partir e a ser batido pelo efeito da bola batida pelo mágico do Real Madrid.

A Eslováquia a sentir o golo e a sentir falta de outro médio que construa o jogo que não Marek Hamsik, sendo que especialmente Hrosovsky a limitar-se a tarefas defensivas e a sentir negativamente a titularidade e a Kucka a não conseguir bola suficiente para apoiar efetivamente Hamsik e o tridente ofensivo. Jogo que se disputou, à semelhança dos dois anteriores, de forma agressiva a meio-campo com o desejo de recuperar a bola o mais rápido possível por parte das duas equipas. Grande mérito para a linha média de 5 jogadores do País de Gales que consegue ao mesmo tempo impedir a construção de jogo da Eslováquia como também sair de forma organizada e com velocidade para o ataque. Últimos minutos do primeiro tempo que viu a Eslováquia a conseguir atacar mais e a empurrar o País de Gales para a sua grande área mas a continuar sem grande clarividência e com pouca qualidade na execução, especialmente da parte de Weiss e de Duris.

Uma primeira parte decepcionante da Eslováquia com o selecionador Kozak a precisar de fazer mudanças ao intervalo, quer na forma de substituição de jogadores ou na mudança do sistema tático, passando a assumir um 4-1-2-1-2 em losango com Hrosovsky a continuar mais recuado, Kucka a passar para a direita, Weiss na esquerda e Hamisk atrás de Duris e Mak que passa para a posição que lhe é familiar, avançado. Do lado galês, é preciso continuar a fazer a mesma coisa sem necessidade de mudanças. Sobretudo é preciso continuar com a excelente disciplina tática e com a grande disponibilidade física demonstrada pelos seus jogadores até agora. Arbitragem que fica manchada por um lance polémico com Skrtel a atingir a cara de Jonathan Williams com o cotovelo na grande área eslovaca, situação merecedora de sanção disciplinar e grande penalidade que deixaria o país de gales em situação muito favorável para o segundo tempo.

A segunda parte a começar sem alterações e com o País de Gales a continuar em cima no jogo, a abordá-lo com a mesma fome e vontade que mostrou no primeiro tempo e que teve como recompensa o golo de Bale. A Eslováquia, mesmo com Hamsik mais atrás, ao lado de Kucka a tentar ter bola, sem capacidade de criar oportunidades até ao minuto 54 com Mak a desaproveitar o bom passe de Weiss com um remate para o 3o anel. Logo depois, Joe Allen a responder com um bom remate de cabeça após cruzamento de Bale, para defesa complicada de Kuzacik.

Nemec e Duda, que se esperavam ser titulares, a entrarem aos 60 minutos por Hrosovsky e Duris, ambos com exibições negativas e, Ondrej Duda a faturar logo 30 segundos depois de entrar, com um remate forte numa zona que é normalmente ocupada por Hamsik. O Fura-Redes não é profeta mas Duda e Nemec, que pusemos como titulares, sem a equipa ter que mudar de tática, serviram como completos catalistas para a seleção eslovaca com muito mais capacidade criativa e jogo construido de forma mais efetiva a meio-campo. Também a assinalar uma notável subida de forma de Weiss e à decrescente capacidade física do meio-campo do País de Gales.

O País de Gales que passa a defender o empate, quer por incapacidade própria, quer por escolha tática e a dar a bola à Eslováquia com o selecionador Coleman, a tirar Edwards e Jonathan Williams para fazer entrar dois jogadores que eram previsíveis titulares, Ledley e Robson-Kanu, sem mudar nada a nível tático, à semelhança do selecionador eslovaco. É a partir do golo que o jogo se torna como tinha sido previsto. A Eslováquia que finalmente assume a posição de favorito para o jogo, com posse de bola de qualidade e a encostar o País de Gales na sua grande área e os galeses a tentarem o contra-ataque para fazer o golo da vitória, golo que podiam ter feito no cabeceamento falhado de Ramsey.

Também à semelhança de Kozak, Coleman teve proveito das substituições que fez com um golo que resulta de uma jogada de Joe Ledley que faz combinação com Ramsey e finalização de Robson-Kanu que tem sorte no remate que bate num defesa eslovaco e engana assim outra vez Kozacik, Últimos dez minutos com a Eslováquia a ter que arriscar mais e a deixar espaços no seu próprio meio-campo que, no entanto, não foram aproveitados pelo País de Gales. Eslováquia que tem uma oportunidade de ouro através de um cabeceamento de Nemec ao poste e que logo depois sofre um contra-ataque de Bale que Ramsey desaproveita antes de ser substituído por Ashley "Jazz" Richards para defender o resultado e aguentar a pressão sufocante do ataque eslovaco.

Acabou por ser um jogo interessante de ver com uma vitória algo surpreendente para o País de Gales mas que se justifica, tanto pela qualidade do seu jogo como pela deficiência do jogo eslovaco, que só demonstrou o que se esperava desta seleção nos últimos 20 minutos do jogo, algo que foi insuficiente para ganhar o jogo e será necessário para a Eslováquia jogar mais durante os 90 minutos para ainda sonhar com a qualificação para a fase seguinte do Euro 2016. Por outro lado, o País de Gales a assegurar uma vitória impressionante e crucial na sua estreia num Euro, que poderá dar a muito necessária confiança para abordar o próximo jogo, o duelo com a rival do Reino Unido, a Inglaterra. Bale a ser um dos melhores jogadores mas a dividir esse mérito com quase todos os seus colegas já que foi uma equipa muito equilibrada e coesa. Kozacik a comprometer a Eslováquia e tem responsabilidade nos dois golos sofridos.
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Euro 2016: Dream Team

A um dia apenas de começar a grande festa de futebol que é o Euro 2016, o Fura-Redes não desiste de propor a sua versão da Equipa de Sonho do Euro 2016.


Vamos então seleccionar um titular, dois substitutos e dois jovens (nascido em 1996 ou antes, excepção feita para o Guarda-Redes, visto não haver nenhum sub-21 presente nesta edição do Euro) para cada posição de um onze organizado em 4-3-3, num total de 44 jogadores, tal é o talento presente em França.

         
Pos.
Titular
Substituto 1
Substituto 2
Jovem
Jovem 2
GR
Buffon (ITA)
De Gea (ESP)
Hart (ING)
Courtois (BEL)
Mikel Rico (ESP)
DD
Lichtsteiner (SUI)
Walker (ING)
Piszczek (POL)
Denayer (BEL)
Bellerin (ESP)
DC
Piqué (ESP)
Boateng (ALE)
Chiellini (ITA)
Kimmich (ALE)
Tin Jedvaj (CRO)
DC
Hummels (ALE)
Pepe (POR)
Vertonghen (BEL)
Lindelof (SUE)
Elvedi (SUI)
DE
Alba (ESP)
Rodriguez (SUI)
Fuchs (AUS)
J. Lukaku (BEL)
Zakaria (SUI)
MD
Alaba (AUS)
Khedira (ALE)
De Rossi (ITA)
A. Nagy (HUN)
O. Tufan (TUR)
MC
Kroos (ALE)
Witsel (BEL)
Koke (ESP)
Renato (POR)
Kovalenko (UCR)
MC
Pogba (FRA)
Hazard (BEL)
Hamsik (ESL)
D. Alli (ING)
Kovacic (CRO)
MOD
Müller (ALE)
De Bruyne (BEL)
D. Silva (ESP)
Emre Mor (TUR)
L. Sané (ALE)
MOE
Ronaldo (POR)
Bale (WAL)
Griezmman (FRA)
Coman (FRA)
Sterling (ING)
PL
Ibrahimovic (SUE)
Lewandowski (POL)
H. Kane (ING)
Martial (FRA)
Rashford (ING)


Sendo sempre um exercício complicado fazer uma seleção, ficam aqui os outros grandes jogadores que ficam de fora: Lloris (FRA); Cech (Rep. Che); Coleman (IRL); Juanfran (ESP); Ramos (ESP); Topal (TUR); Dragovic (AUS); Ignashevich (RUS); Kombarov (RUS); Strinic (CRO); Busquets (ESP); Krychowiak (POL); Modric (CRO); Shirokov (RUS); Sahin (TUR); Wilshere (ING); João Mário (POR); Ramsey (WAL); Ozil (ALE); Arnautovic (AUS); Yarmolenko (UCR); Blaszczykowski (POL); Turan (TUR); Dzsudzsák (AUS); Konoplyanka (UCR); Lukaku (BEL); Gomez (ALE); Mandzukic (CRO).
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Grupo B: As Ondas Vermelhas

O próximo grupo a ser acompanhado é o Grupo B, em que entram as seleções da Eslováquia, Inglaterra, País de Gales e Rússia.
Antevê-se um grupo muito bom, com todos os jogos a serem disputados com qualidade e até ao fim. Para além das duas rivalidades históricas por razões que pouco têm a ver com futebol (a Inglaterra e País de Gales; Rússia e Eslováquia), todas as seleção se apresentam com bons plantéis e estiveram bem nos seus grupos de qualificação, fazendo todas acima dos 20 pontos em 10 jogos disputados. A Inglaterra parte como favorita e, nesta fase final, parece que se está a dar mais valor à qualidade e nível de forma dos jogadores do que à sua reputação, muito por culpa do que o Leicester conseguiu fazer esta época.

Do outro lado, espera-nos uma luta acesa pelo 2º lugar e também pelo 3º visto que dificilmente o 3º qualificado deste grupo não se vai apurar para a fase seguinte. A Rússia tem a vantagem no que toca ao seu sistema táctico, selecionador e trabalho de equipa. O País de Gales é obviamente um one man show com Bale a assumir todas as despesas, o que pode resultar muito bem ou muito mal. A Eslovénia aposta em alguns jogadores chave mas, ao mesmo tempo, conta com vários outros elementos que podem dar a profundidade que é necessária para atacar uma fase final de um Campeonato Europeu.

Abaixo ficam as previsões relativamente às equipas deste grupo:

  1. INGLATERRA
  • Posição no Grupo: 1º com 7 Pontos;
  • Posição Final: Quartos-de-final;
  • Progresso: Vence Roménia (8os); Perde com Portugal (QF);
  • Sistema Tático: 4-4-2;
  • Estilo de Jogo: Posse de Bola; Cruzamentos Longos; Jogo Metodico e Pensado;
  • Onze Inicial:
    • Joe Hart;
    • Walker, Cahill, Smalling, Rose;
    • Milner, Wilshere, Henderson, Sterling;
    • Kane e Rooney;
  • Suplentes Mais Usados: Vardy, Eric Dier e Lallana;
  • Potenciais Surpresas: Rashford, Barkley, e Dele Alli;
  • Maiores Estrelas: Rooney, Wilshere, Joe Hart e Sterling;
  • Maiores Ausências: Andros Townsend, Danny Drinkwater, Luke Shaw;

  1. RÚSSIA
  • Posição no Grupo: 2º com 4 Pontos;
  • Posição Final : Quartos-de-final;
  • Progresso: Vence a Áustria (8os); Perde com a França (QF);
  • Sistema Tático: 4-2-3-1;
  • Estilo de Jogo: Posse de Bola; Força Física; Jogo Aéreo; Bolas Paradas;
  • Onze Inicial:
    • Akinfeev;
    • Berezutski, Berezutski, Ignashevich e Kombarov;
    • Denisov e Shirokov;
    • Mamaev, Shatov e Glushakov;
    • Kokorin;
  • Suplentes Mais Usados: Neustadter, Dzyuba e Samedov;
  • Potenciais Surpresas: Glushakov, Torbinski e Ivanov;
  • Maiores Estrelas: Akinfeev, Kokorin e Denisov;
  • Maiores Ausências: Zhirkov, Kershakov, Dzagoev;

  1. ESLOVÁQUIA
  • Posição no Grupo: 3º com 4 Pontos;
  • Posição Final Esperada: Oitavos de Final;
  • Progresso: Perde com a Alemanha (8os);
  • Sistema Tático: 4-2-3-1;
  • Estilo de Jogo: Posse de Bola; Força Física; Meia Distância;
  • Onze Inicial:
    • Kozacik;
    • Gyomber, Skrtel, Hubocan, Pekarik;
    • Kucka, Pecovsky;
    • Weiss, Hamsik e Stoch;
    • Nemec;
  • Suplentes Mais Usados: Robert Mak, Michal Duris, Svento;
  • Potenciais Surpresas: Ondrej Duda, Hrosovsky, Róbert Mak;
  • Maiores Estrelas: Hamsik, Skrtel e Weisss;
  • Maiores Ausências: Adam Zrelak e Matus Bero;

  1. PAÍS DE GALES
  • Posição no Grupo: 4º com 1 Ponto;
  • Posição Final Esperada: Eliminado na Fase de Grupos;
  • Progresso: Eliminado na Fase de Grupos;
  • Sistema Tático: 4-4-2;
  • Estilo de Jogo: Bolas Paradas; Jogo nas Alas; Linhas Recuadas; Contra-Ataque;
  • Onze Inicial:
    • Hennessey;
    • Chester, Gunter, Williams, Taylor;
    • Ledley, Allen, Ramsey, Bale;
    • Robson-Kanu, Sam Vokes;
  • Suplentes Mais Usados: Davies, King, e Church;
  • Potenciais Surpresas: Andy King, Vokes e Edwards;
  • Maiores Estrelas: Allen, Ramsey e Gareth Bale;
  • Maiores Ausências: Emyr Huws e George Williams;

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Os melhores do Mundo

Todo o planeta rendido a esta equipa do Real Madrid que teve um ano de 2014 excepcional! Aliás, na lendária história do clube de Madrid, nunca havia conquistado 4 títulos num ano: Champions, Copa do Rei, Supertaça Europeia e Campeonato do Mundo de Clubes.
Ontem, na final do Campeonato do Mundo de Clubes, com os argentinos do San Lorenzo, venceu por 2-0 com golos de Sergio Ramos e Bale. Um jogo totalmente controlado pelos espanhóis que somaram ontem a sua 22ª vitória consecutiva em todas as competições (desde 16 de Setembro que os rapazes de Ancelotti só sabem vencer).

Esta é apenas a primeira vez que o clube merengue arrecada o Mundial de Clubes da FIFA. No entanto, o currículo do Real Madrid regista ainda a conquista de 3 Taças Intercontinentais (1960, 1998 e 2002). E no palmarés conjunto das 2 competições, igualou o recorde de triunfos do AC Milan. Ambos têm 4 títulos (três na Intercontinental, um no Mundial). Inter de Milão, São Paulo, Boca Juniors, Peñarol, Nacional de Montevideu e Bayern Munique somam três.

Nota final para a superioridade europeia no actual futebol mundial, pois nas últimas 8 edições desta prova da FIFA o campeão do velho continente venceu por 7.


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Temos candidato Real

Que grande Real Madrid que se apresentou em casa do Schalke 04 para conseguir resolver a eliminatória e conquistar apenas a 2ª vitória em solo germânico do poderoso emblema espanhol. Foram 6-1 mas poderiam ter sido muito mais! 2 golos do Benzema, 2 do CR7 e 2 do Bale. Grandes jogadores, grandes golos e grande candidato!

Neste momento para mim esta é a ordem dos candidatos ao ceptro europeu:
  1. Bayern Munique
  2. Real Madrid
  3. Barcelona
  4. PSG
  5. Chelsea
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Neymar vs Bale

Foram as duas grandes contratações do último mercado de transferências e, com a temporada já a chegar a metade, é altura de olhar para as carreiras nos seus novos clubes. Se olharmos para a tabela da Liga BBVA Neymar e o seu Barcelona estão à frente com vantagem sobre Real Madrid. Neymar também marcou o golo decisivo na conquista do único troféu desta época já disputado. Mas para estudarmos melhor cada um dos jogadores vamos a números:

Neymar - 23 jogos, 11 golos e 10 assistências
Gareth Bale - 15 jogos, 9 golos e 6 assistências

Para já a estrela brasileira que custou quase 60 M€ está à frente do galês dos 100 M€, quer em números, quer, na minha opinião, em termos exibicionais.

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CR7 continua como jogador mais caro

Foi o Presidente do Real Madrid que retirou todas as dúvidas: Florentino Pérez afirmou que Gareth Bale custou 91 M€ ao clube espanhol e que tem um seguro nesse valor. Assim, Cristiano Ronaldo continua a ser a maior transferência de sempre no desporto rei.
Confira a lista dos jogadores mais caros de sempre:

1- Cristiano Ronaldo (94M€) R. Madrid
2 - Gareth Bale (91M€) R. Madrid
3 - Zidane (74M€) R. Madrid
4 - Ibrahimovic (69M€) Barcelona
5 - Kaká (68M€) R. Madrid
6 - Cavani (64M€) PSG
7 - Luís Figo (62M€) R. Madrid
8 - Falcao (60M€) Monaco
9 - Fernando Torres (58M€) Chelsea
10 - Neymar (57M€) Barcelona
11 - H. Crespo (56.5M€) Lazio
12 - Carlos Tévez (53M€) Man. City
13 - Ozil (50M€) Arsenal
14 - Mendieta (48M€) Lazio


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Florentino Pérez: "Bale foi barato"

O presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, surpreendeu ao considerar que a contratação de Gareth Bale foi barata. Uma afirmação que surgiu em resposta ao treinador do Barcelona, Tata Martino, que havia considerado excessivo o preço que os merengues pagaram pelo galês.
Realmente foi baratinho, ao preço da chuva...

«Martino é novo em Espanha e não sabe muito bem como funcionam aqui as contratações. É fácil ser demagogo. Bale foi barato. A contratação dele foi uma contratação à Real Madrid. Queremos ter sempre o melhor jogador do momento», afirmou o presidente dos merengues em declarações ao programa El Larguero da rádio Cadena SER. Diz que o dinheiro que vai entrar devido à sua contratação é superior ao que pagaram pelo galês.


Florentino Pérez acabou por não revelar o preço que pagou por Bale mas revelou o do treinador Carlo Ancelotti: «Pagámos 7 milhões por ele. E ganha mais ou menos o que ganhava Mourinho.»
Sobre Casillas, Pérez diz que é difícil que saia em Dezembro e acerca dos assobios a Benzema diz que são assobios de motivação e que chegou a ouvir assobios a Di Stéfano, lenda do clube. Finalmente disse que Kaká ajudou o Madrid a renovar contrato com a Adidas e por isso o deixou sair a custo zero, pois já tinha ajudado financeiramente o clube.

Notícia tirada do Jornal A Bola
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As melhores transferências deste verão

Com o fecho da janela de transferências do verão 2013 é altura de ver quem fez os melhores negócios e quais são os jogadores a quem deve dar atenção especial.

  1. Neymar (Santos - Barcelona, 57 M€), neste momento é a aposta mais segura para suceder a Messi e a CR7 como estrela máxima do futebol mundial. Vai brilhar alto este brasileiro ao lado de Messi.
  2. Isco (Málaga - Real Madrid, 30 M€), um dos mais promissores jovens jogadores no Mundo e a um baixo preço.
  3. David Villa (Barcelona - A. Madrid, 2.1M€), um negócio da China! Substituíram Falcao num ápice e a um preço inacreditável.
  4. Kaká (Real Madrid - AC Milão, 0 €), qualquer compra de um bola de ouro por 0 euros é uma grande aquisição.
  5. Henrikh Mkhitaryan (Shakthar D. - B. Dortmund, 27 M€), o substituto de Gotze, jovem e a um bom preço! Vai dar que falar este arménio.
  6. Mesut Özil (Real Madrid - Arsenal, 50 M€), quando tudo caía em cima de A. Wenger eis que chega a Londres um dos melhores jogadores destas últimas temporadas.
  7. Falcao (A. Madrid - Monaco, 57 M€), Falcao = golos, fórmula simples.
  8. Carlos Tévez (Man. City - Juventus, 10 M€), um belo preço por um jogador de classe mundial.
  9. Mario Gotze (B. Dortmund - B. Munique, 36 M€), um duro golpe no rival mais directo.
  10. Gareth Bale (Tottenham - Real Madrid, 91 M€), o melhor jogador da Premier League passada chega para fazer uma dupla de sonho com o seu ídolo Cristiano Ronaldo. O preço é que não deixa de ser inflacionado...
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