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#OleOUT

Ole Gunnar Solskjær como treinador do Manchester United:

4 temporadas
168 jogos
91 vitórias (54%)
37 empates
40 derrotas

308 golos
183 golos sofridos

0 títulos


Troféus ganhos, no Man United, pelos sucessores de Sir Alex Ferguson:

Moyes - 1
Van Gaal - 1
Mourinho - 3
Solskjær - 0

Dinheiro gasto em contratações:
Moyes - £69 milhões
Van Gaal - £139 milhões
Mourinho - £285 milhões
Solskjær - £312 milhões

% de vitórias por jogo:
José Mourinho: 58.3%
Ole Gunnar Solskjaer: 54%
David Moyes: 52.9%
Louis van Gaal: 52.4%
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O regresso de César

"Aquele sábado (regresso de Cristiano Ronaldo a Old Trafford) parecia a entrada do Imperador César em Roma depois de uma vitória: eu vim, eu vi, eu conquistei. Foi fantástico. Se coubessem, estariam 1 milhão de pessoas nas bancadas."

Sir Alex Ferguson



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Mourinho quer ser o novo Ferguson

José Mourinho prolongou o seu vínculo com o Manchester United até 2020, com outra de opção.

Em declarações ao site dos red devils, o técnico português mostrou-se muito satisfeito pela prolongação da ligação ao emblema de Manchester.

"Estou realmente honrado e orgulhoso por ser o treinador do Manchester United. Quero agradecer aos donos do clube pelo reconhecimento da minha dedicação e trabalho. Estou muito satisfeito por saber que eles acham que eu sou o homem certo para este grande clube para o futuro próximo.", começou por dizer em declarações veiculadas no site do clube.

"Estou realmente honrado e orgulhoso por ser o treinador do Manchester United. Quero agradecer ao senhor Woodward [presidente do clube], aos donos do clube pelo reconhecimento pela minha dedicação e trabalho. Estou muito satisfeito por saber que eles acham que eu sou o homem certo para este grande clube para o futuro próximo.".

O técnico diz estar preparado para os objetivos ambiciosos do United e espera que o futuro do clube seja brilhante.

"Temos objetivos ambiciosos - ganhar três troféus numa temporada. Estes são os nossos objetivos e espero que a equipa esteja à altura. Estamos a criar condições para um brilhante futuro para o Manchester United".

Mourinho deixou ainda uma palavra de agradecimento ao staff, aos jogadores e aos adeptos do clube.

"O meu obrigado, claro, ao staff e aos jogadores. Sem a sua ajuda e amizade não seria possível. Eu adoro os meus jogadores e é um prazer saber que vamos estar juntos nos próximos três anos".

"Não posso deixar de agradecer aos fãs pelo seu apoio e por terem feito sentir em casa tão rapidamente. Repito: Ser treinador do Manchester é uma honra todos os dias e estou muito satisfeito".

O técnico admitiu que até pode ficar mais do que três anos no emblema inglês.

"Estávamos a pensar em três anos, mas tomámos agora a decisão de deixar claro para toda a gente que não são três anos, são quatro ou cinco. Quem sabe, se não fico mais tempo", disse.

Ed Woodward, presidente do clube, falou da aposta no técnico português.

"Estamos satisfeitos com esta extensão de contrato e com o compromisso de José [Mourinho], pelo menos até 2020. O seu trabalho e profissionalismo têm sido excecionais, assim como a forma como abraçou o desejo do clube em lançar os jovens da Academia na equipa principal. Trouxe uma energia e sentido de compromisso em tudo o que faz e tenho a certeza que continuará a dar alegrias aos adeptos e ao clube", pode-se ler, numa declaração publicada no site oficial dos ´red devils`.

Na temporada e meia que leva ao serviço do United, José Mourinho conquistou uma Liga Europa, Taça da Liga Inglesa e Supertaça de Inglaterra.
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Os Conselhos de Alex Ferguson


Sempre interessante ir vendo que Alex Ferguson não desapareceu do planeta futebol. É que a malta já tem saudades!
O ex-treinador foi o convidado especial do 10º "Workshop" de Formação de Treinadores da UEFA onde falou aos treinadores, formadores e directores-técnicos das 54 federações-membro.

"O desafio mais complicado é tornar-se um treinador de topo, e esse é um desafio que qualquer um deve enfrentar, porque se for bem-sucedido, então o sucesso está garantido seja de que maneira for", disse Sir Alex aos delegados. "Por vezes é inspirador tornar os jogadores melhores do que já são e melhores do que alguma vez seriam. Num campo de futebol são geralmente os jogadores com carácter que vencem os jogos."

Ferguson decidiu, aos 23 anos, encetar o caminho para ser um treinador de elite e, tendo observado a mudança em muitas áreas de formação de treinadores em quase meio século, declarou que muitos dos factores na formação de um treinador de sucesso permanecem iguais.

“Naquela época, julgava eu que tinha muito tempo, mas quando me envolvi tornou-se algo competitivo para mim", acrescentou Sir Alex, que se retirou em Maio de 2013 do comando técnico do Manchester United, após mais de 26 anos no cargo. "Tenho a certeza que os meus méritos como treinador resultaram do ouvir e observar como os melhores técnicos executavam o seu trabalho. Obter o conhecimento da organização de uma sessão de treino foi importante e tenho um dos melhores conselhos que posso dar: usem a vossa imaginação quando quiserem melhorar o perfil de um jogador. Tentem pensar no que lhes irá servir de inspiração."

Entre os temas-chave do "workshop" esteve a comunicação e relacionamento com a equipa técnica, tópicos que Alex Ferguson debateu no período de perguntas e respostas.

"Há três coisas importantes quando estamos a lidar com eles: ética de trabalho, lealdade e filosofia. Temos todos de cantar no mesmo ritmo, mesmo que se trate de uma má canção. É fundamental que os vossos adjuntos concordem convosco e da forma como nós no United queríamos a equipa a jogar. A minha atitude para um jogo de futebol é nunca desistir. Ao intervalo, se estamos a perder, nunca podemos desistir."

"Os seres humanos com que lidei são mais frágeis do que os de há 30 anos. E digo isso de um ponto de vista positivo, porque foram formados em melhores condições. Não poderia perder a paciência hoje em dia da mesma forma como o fiz com as pessoas daquela época. Além disso, tornou-se dominante no futebol inglês uma cultura de jogadores de diferentes países - no Man. United penso que há pessoas de 20 nacionalidades diferentes, e isso é um desafio, porque pessoas de diferentes culturas têm de ser entendidas e há que certificar-se de que estão confortáveis no seu ambiente, porque é uma indústria de resultados e há que tirar o melhor proveito deles."

Fonte: UEFA.com
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Uma tese sobre a fórmula Alex Ferguson

Alguns chamam-lhe o maior treinador de todos os tempos. Os 26 anos de Alex Ferguson no comando do Manchester United valeram 38 troféus ao clube e agora uma tese da Faculdade de Negócios de Harvard. A professora Anita Elberse conduziu entrevistas profundas com o escocês, jogadores treinados por ele, assistentes e o executivo David Gill. O resultado foi a “Fórmula de Ferguson”, nome do texto, que consiste em 8 aspectos do trabalho do ex-treinador que podem ser aplicados por outros profissionais do futebol e “mais amplamente nos negócios e na vida”, segundo a autora.



1. Começar pela base

A primeira providência de Ferguson foi apostar nas categorias de formação, numa época em que os jovens jogadores não tinham a confiança e o status de atualmente. A tese lembra que comentadores de antigamente diziam que “não se ganha nada com crianças”.

Assim que chegou, o treinador construiu e centros de excelência para jovens jogadores a partir de 9 anos e colheu frutos. A “Turma de 1992”, como ficou conhecida a geração de David Beckham, Nicky Butt, Ryan Giggs, Gary Neville, Phill Neville e Paul Scholes, foi a base da equipe que conquistou a Tripla Coroa em 1999.

“Quando eu cheguei, apenas um jogador na equipa titular tinha menos de 24 anos. Consegue imaginar isso num clube como o Man. United? Eu sabia que apostar em jovens seria apropriado. Com essa abordagem, os jogadores crescem juntos, produzem uma ligação, criam um espírito. Quando você dá uma hipótese a um jovem, não cria apenas longevidade para a equipa, mas lealdade. Eles vão sempre lembrar-se que foi você o treinador que lhes deu a primeira oportunidade. Você está semeando uma família”.

2. Não ter medo de reconstruir a sua equipa

Nesses 26 anos de Manchester United, Ferguson foi responsável por montar 5 equipes que venceram o Campeonato Inglês. Isso porque, de acordo com a tese, desenvolveu um raciocínio “estratégico, racional e sistemático” de renovação da equipa.

“Nós identificamos três níveis de jogadores: aqueles acima de 30 anos, os que estão entre 23 e 30 e os jovens. A lógica era os jovens se desenvolverem para atingirem o patamar dos mais velhos. Acredito que o ciclo de uma equipa de sucesso é de talvez quatro anos. Então, tentava visualizar o plantel daqui a três ou quatro anos e tomava as decisões apropriadas. Por eu estar no United há tanto tempo, eu podia planear desse jeito. Eu tive muita sorte nesse aspecto”, explicou Ferguson.

Na última década, o escocês gastou menos que Chelsea, Manchester City e Liverpool e contratou mais jogadores jovens. O ex-treinador também não tinha medo de vender os experientes quando percebia o declínio técnico, principalmente se eles ainda tinham valor de mercado. “Alguns jogadores podem continuar por um longo tempo, como Ryan Giggs, Paul Scholes e Rio Ferdinand, mas a idade importa. A coisa mais difícil é abrir mão de um jogador que foi uma grande figura, mas as evidências estão no campo”, ponderou.

3. Cobrar um padrão elevado a todos

A carreira frustrada como jogador de futebol proporcionou a Ferguson uma grande vontade de vencer. Contratava apenas “maus perdedores” e exigia que seus jogadores dessem de tudo. Principalmente os mais famosos.

“Eu constantemente dizia que trabalhar duro a vida inteira é um talento, mas eu espero ainda mais das estrelas. Eu espero que elas trabalhem ainda mais duro. E elas trabalham. É por isso que são estrelas. Superestrelas com egos não são um problema. Elas precisam vencer para aumentar seus próprios egos. Eu via (Cristiano) Ronaldo, Beckham, Giggs, Scholes e outros treinando por horas e eu precisava ir atrás deles e avisar que tínhamos jogo no sábado, mas eles queriam continuar treinando”, contou.

4. Nunca perca o controle

Alex Ferguson tinha tolerância zero com indisciplina. Mantinha o controle por meio de multas e, em casos mais extremos, não hesitava em negociar o jogador. Em 2005, abriu mão do capitão Roy Keane, que criticou os companheiros publicamente, e no ano seguinte vendeu Ruud van Nistelrooy ao Real Madrid por ter reclamado de ser suplente.

“Você não pode, nunca, perder o controle, não quando está lidando com 30 profissionais milionários. Se chegar o dia em que o Manchester United for controlado por jogadores – em outras palavras, se os jogadores decidirem como o treino deve ser, quais são os dias de folga, qual o nível de disciplina, quais as táticas -, não será o Manchester United que conhecemos. Sua personalidade tem que ser maior que a deles. Isso é vital”, justificou.

As decisões tinham que ser tomadas rapidamente, o que muitas vezes era confundido com decisões impulsivas. Ele não protegia nem os melhores jogadores. “A visão em longo prazo do clube é mais importante que qualquer indivíduo”, disse. “Alguns clubes ingleses trocam tanto de treinadores que criam um poder para os jogadores. Isso é perigoso”.

5. Adaptar a mensagem ao momento

A reputação de ser durão só se justificava de vez em quando. Às vezes, Ferguson amaciava o discurso, principalmente quando anunciava que algum jogador não seria titular. “Não é fácil. Digo, ‘olhe, eu posso estar cometendo um erro – eu sempre digo isso -, mas acho que este é o melhor time para hoje’. Tento passar um pouco de confiança”, afirmou.

Ele acredita que as palavras “muito bem” são absolutamente suficientes para elogiar um jogador e não há necessidade de “superlativos”. Nos vestiários, dava a bronca imediatamente após o jogo e não deixava para segunda-feira. A preleção concentrava-se nas expectativas. Ferguson gostava de lembrar das raízes operárias dos jogadores, mesmo que sejam apenas nos seus pais ou avôs. No intervalo, pedia para a concentração ser mantida se o time estivesse vencendo e tentava “causar um impacto” se precisasse da virada. “Não posso ser muito duro. Se os jogadores têm medo o tempo inteiro, eles também não vão jogar bem”, explicou.

6. Preparar para vencer

O número alto de vitórias nos últimos minutos, o maior entre todos os clubes ingleses nas dez temporadas mais recentes, segundo a tese, não foi apenas por causa do tempo de acréscimo generoso que os árbitros costumam dar em Old Trafford – o famoso Fergie Time. Ferguson treinava o seu time para essas situações específicas. Ele praticava situações para quando o time precisava de golos faltando 10, cinco ou três minutos para o fim do jogo.

“Eu sou um apostador, corro riscos, e você pode ver como jogamos nas últimas partes da partida. Se estivéssemos atrás, a 15 minutos do fim, eu estava pronto para correr mais riscos. Eu colocava um atacante extra e me preocupava menos com a defesa. Nós sabíamos que se vencêssemos por 3 a 2 seria fantástico. Se fosse 3 a 1, perderíamos do mesmo jeito”, explicou.

7. O poder da observação

A partir do Aberdeen e principalmente no Manchester United, Ferguson passou a delegar o contato direto com os jogadores nos treinamentos aos assistentes. Desta forma, conseguia observar melhor as nuances dos comportamentos dos seus atletas.

“Eu não perdia controle. Minha presença e habilidade de supervisionar estavam sempre ali, e o que você pode perceber observando é muito valioso. Quando eu saía da bolha, ficava mais consciente dos detalhes. Eu via a mudança nos hábitos dos jogadores. É problema familiar? Ele está com problemas financeiros? Cansado? Qual o humor dele? Às vezes, conseguia até perceber que um jogador estava machucado quando ele mesmo achava que estava bem”.

8. Não pare de se adaptar

Em 26 anos, muita coisa mudou no futebol, e Ferguson poderia ter se acomodado. Parado de estudar e aprender coisas novas. Ao contrário, ele se adaptou às inovações e foi até pioneiro em alguns alterações.

Por exemplo, foi o primeiro a colocar jovens na Taça da Liga Inglesa, de pouco prestígio no país. Reforçou a vitamina D dos jogadores para compensar a falta de sol de Manchester. Usou sensores de GPS para analisar o posicionamento dos jogadores 20 minutos depois de um treino. Contratou um oftalmologista e instrutor de ioga. “A maioria das pessoas com o meu currículo não procuram mudar, mas eu achei que não poderia deixar de fazer isso. Eu precisava de vencer”, reforçou.
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Despedidas da Liga dos Campeões 2013

Com o cair da cortina de mais uma edição da Liga dos Campeões, com a Taça em Munique, é tempo de despedidas... Deixo alguns dos números e recordes desta temporada que encontrei no site oficial da UEFA:

1
O Chelsea tornou-se no 1º detentor do troféu a ser eliminado na fase de grupos da época seguinte. O clube londrino não só tinha ultrapassado a 1ª fase nas 10 campanhas anteriores na Champions, como foi a equipa mais concretizadora nos 6 jogos da fase de grupos (16 golos).

4
Carlo Ancelotti tornou-se no 2º treinador, depois de José Mourinho, a atingir os quartos-de-final da Champions no comando de quatro equipas diferentes, desta vez como treinador do PSG.

4
O triunfo do Bayern München na final da Liga dos Campeões em Wembley foi a sétima vitória da Alemanha, permitindo a subida ao quarto lugar dos países com mais triunfos na prova.

5
Cinco dessas vitórias foram do Bayern. Os bávaros estão apenas atrás de Real Madrid (9) e AC Milan (7) na lista de clubes com mais títulos na prova, e empatados no 3º posto com o Liverpool.

6
Burak Yılmaz apontou seis golos pelo Galatasaray AŞ na fase de grupos, estabelecendo um novo recorde para jogadores turcos numa única época, e terminou a campanha com oito golos. Antes de encontrar a veia goleadora, que rendeu os primeiros seis golos ao clube de Istambul, Burak não tinha marcado qualquer tento nos 16 jogos disputados na prova, incluindo as pré-eliminatórias.

6
O golo apontado por Zlatan Ibrahimović ao Dynamo Kyiv na 1ª jornada permitiu-lhe tornar-se no primeiro jogador a marcar por 6 clubes diferentes na Champions: Ajax, Juventus, Internazionale, Barcelona, AC Milan e PSG.

7
O triunfo do Bayern sobre o Barcelona, com um total de 7-0, foi o mais folgado de sempre em meias-finais da Liga.

10
Chelsea e Cluj terminaram ambos com 10 pontos, entrando para o restrito grupo de clubes que não conseguiram ultrapassar a fase de grupos com esse total. Com o sistema de 3 pontos por vitória, D. Kiev (na 2ª fase de grupos de 1999/2000 e em 2004/05), Dortmund (2ª fase de grupos de 2002/03), PSV (2003/04), Olympiacos (2004/05), Werder Bremen (2006/07) e Man. City (2011/12) foram eliminados apesar de somarem 10 pontos.

15
Anos decorridos entre os dois triunfos de Jupp Heynckes na Champions, pelo Real Madrid, em 1998, e Bayern, esta temporada. Trata-se da maior distância temporal que qualquer treinador percorreu entre 2 títulos, e é apenas o 5º a erguer o troféu por 2 clubes diferentes.

16
O hat-trick que Claudio Pizarro fez em apenas 16 minutos frente ao LOSC Lille, na quarta jornada, foi o terceiro mais rápido de sempre na UEFA Champions League. O recordista continua a ser Bafétimbi Gomis, que precisou de metade do tempo para marcar três golos pelo Olympique Lyonnais frente ao GNK Dinamo Zagreb, na fase de grupos de 2011/12.

17
O Real Madrid ficou no 2º lugar no Grupo D e passou pela 17ª vez à fase eliminatória da Champions League e pela 16º ano consecutivo. Os "merengues" falharam a presença em 1996/97, quando não conseguiram a qualificação para a prova.

21
O triunfo de do Celtic FC por 3-2 em casa do Spartak Moskva, na 2ª jornada, foi o primeiro em 21 jogos como visitante na competição.

50
Cristiano Ronaldo tornou-se no 5º jogador a atingir os 50 golos na Liga dos Campeões com o tento marcado pelo Real Madrid no encontro da 1ª mão com o Dortmund. Raúl González, Lionel Messi, Ruud van Nistelrooy e Thierry Henry são os outros grandes goleadores.

59
Messi marcou por oito vezes esta época e atingiu os 59 golos na Champions, tornando-se no 2º melhor marcador de sempre na prova, a 12 golos que Raúl.

89
O minuto da final no qual Robben garantiu um lugar na história da prova com o golo da vitória pelo Bayern.

100
José Mourinho tornou-se, na 5ª jornada, o 5º treinador a comandar equipas em 100 jogos da prova. Arsène Wenger, Alex Ferguson e Ancelotti são os outros ilustres técnicos.

114
Alex Ferguson retirou-se em Maio e, dos seus 1500 jogos ao leme do Manchester United, registam-se um recorde de 202 na Champions League, incluindo partidas de qualificação. Trata-se do único técnico a liderar uma equipa em mais de 100 vitórias na Taça dos Campeões (Arsène Wenger é segundo com 79), num total de 114, que inclui 4 pelo Aberdeen.

567
Depois de ter perdido os seis jogos da fase de grupos em 2011/12, o Dínamo de Zagreb teve um rendimento semelhante no Grupo A, perdendo os primeiros 5 desafios sem marcar qualquer golo. No entanto, quando o clube estava na perspectiva de se juntar a Deportivo La Coruña (2004/05) e Maccabi Haifa (2009/10) como as únicas equipas a ficar em branco na fase de grupos, Ivan Krstanović sofreu uma grande penalidade no período de compensação com o Dínamo de Kiev, na 6ª jornada. O suplente converteu o castigo máximo, fazendo o empate, e apontou o 1º golo do Dínamo na fase de grupos ao 567º minuto, incluindo os períodos de compensação.

6000
O autogolo de Sergio Ramos, na vitória do Real Madrid por 2-1 sobre o Manchester United, na 2ª mão dos oitavos-de-final, foi o 6000 golo na competição, da fase de grupos até à final.
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O futebol contemporâneo morreu hoje

O Manchester United anunciou hoje que Sir Alex Ferguson não será o treinador do clube na próximo temporada, acabando a sua carreira como treinador de futebol com o final da Premier League 2013. Era treinador do clube inglês desde 6 de Novembro de 1986!
Para mim, encera-se assim um capítulo na história do futebol mundial, pois pensar no actual período do futebol sem Alex Ferguson não faz sentido, de tão revolucionário e marcante a presença do escocês foi neste período. Falo de num período pós-Maradona com nomes como Romário, Zidane, Ronaldo, Ronaldinho ou Figo, com equipas como o AC Milan de princípios de 90, a França 1998/2000 e o Barcelona mas com apenas 2 treinadores lendários: Alex Ferguson e José Mourinho! Sem qualquer tipo de tragédia faço apenas uma constatação histórica, concluindo que começará uma nova fase na próxima temporada com novos protagonistas mas com saudades do eterno treinador dos red devils.

O escocês foi o homem que mais tempo se manteve no topo do futebol mundial na geração de 90 e 00 e o seu nome é sinónimo de vitória e competência. Com ele, os clubes voltaram a apostar em homens fortes não só para o banco de suplentes mas para o escritório e para tudo o que envolve o sucesso da equipa de futebol profissional. E de ter a paciência para suportar um projecto de qualidade durante alguns anos pois, mais cedo ou mais tarde, a bola que vai ao poste começa a entrar.
Outra característica indispensável num homem do futebol para subir ao seu Olimpo é a de lançar grandes jogadores. Neste caso temos nomes, que são autênticas lendas, como: Giggs, Beckham, Cristiano Ronaldo, Cantona, Keane, a dupla Yorke/Cole, van Nistelrooy, Peter Schmeichel etc... Comprar é uma coisa, formar é outra. Só de pensar que CR7 não seria nem metade do craque que é hoje em dia sem este homem visionário!

O Manchester United sempre foi um clube famoso por manter os seus treinadores. Em 130 anos , os ingleses tiveram apenas 17 treinadores e justamente o 17° é o maior vencedor do clube.
Até hoje, Sir Alex Ferguson fez 1498 jogos pelo Man. United em 27 anos, com 895 vitórias. Além disso, o treinador conquistou 38 troféus oficiais no United (49º no total da carreira).
Na Premier League, principal torneio no qual Alex Ferguson se destacou, foram 808 partidas, com 527 vitórias e 13 títulos conquistados. O mais incrível são os números em casa no torneio: foram 404 jogos em casa, com apenas 34 derrotas.

Momentos lendários de futebol são demasiados e escolho apenas 1: um dos momentos mais espectaculares da história do futebol. A reviravolta dos ingleses na Final da Liga dos Campeões de 1999, em pleno Camp Nou. Épico!

Veja em baixo os títulos de Alex Ferguson no Manchester United:

Premier League: 1992–93, 1993–94, 1995–96, 1996–97, 1998–99, 1999–2000, 2000–01, 2002–03,
2006–07, 2007–08, 2008–09, 2010–11, 2012–13

Taça da Inglaterra ou FA Cup: 1989–90, 1993–94, 1995–96, 1998–99, 2003–04

Taça da Liga Inglesa: 1991–92, 2005–06, 2008–09, 2009–10

Community Shield: 1990 (dividido), 1993, 1994, 1996, 1997, 2003, 2007, 2008, 2010, 2011

Liga dos Campeões da Europa: 1998–99, 2007–08

Taça dos Vencedores das Taças: 1990–91

Supertaça da Europa: 1991

Taça Intercontinental - Mundial de Clubes: 1999
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Manchester United campeão de Inglaterra 2013

Noite histórica na Inglaterra! O Manchester United sagrou-se campeão nacional e conquistou o seu 20º título inglês. É o 1º clube daquele país a chegar a esse número de duas dezenas de títulos nacionais.
Na noite da festa, em Old Trafford, a grande figura da partida foi, curiosamente, o nº 20 do plantel dos red devils - Van Persie. O avançado holandês marcou um hat-trick na vitória sobre o Aston Villa, sendo que aos 33' já os tinha marcado todos. Só é pena que os 3 golos tenham sido alcançados em fora de jogo... Somaram a 27ª vitória em 34 jogos.


Mais um troféu para o mítico Alex Ferguson, o seu 13º título de campeão! 13! Impressionante! Grande destaque também para Van Persie que foi o jogador mais vezes utilizado e que mais golos marcou até ao momento. Ryan Giggs e Paul Scholes também continuam a somar títulos às suas incríveis carreiras - o galês soma 13, tantos como o Arsenal. Nani sagra-se, outra vez, campeão da maior Liga de futebol do continente.

A justiça de um campeão que faz a festa a 4 jogos do fim nunca pode ser posta em questão mas confesso que esta foi uma edição da Premier League que ficou a baixo das dos últimos anos. O United não teve série concorrência e só teve pela frente equipas muito pouco consistentes e mal trabalhadas. Para o ano espero mais...
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Todos os números do Manchester United-Real Madrid

Deixo algunsmeros interessantes para se ir preparando para o grande jogo Manchester United x Real Madrid:
  • Phil Jones e Casillas são os únicos ausentes nos dois plantéis.
  • Foi a 5ª vez que o Real Madrid empatou 1-1 em casa na 1ª Mão de uma eliminatória da UEFA e das outras 4 foi eliminado sempre.
  • Esta é a 5ª vez que o Real Madrid joga em casa do Manchester United em provas oficiais da UEFA. Nas 4 ocasiões anteriores os merengues venceram 1 encontro, em 2000, por 3-2, nos quartos da Champions, e perderam por 2 ocasiões (em 1968, por 1-0, e em 2003, por 4-3).
  • Os 2 últimos jogos entre estes clubes em Old Trafford ofereceram-nos 12 golos.
  • Real Madrid leva 15 jogos seguidos a marcar fora de casa nas competições europeias.
  • O United só não sofreu golo em 2 jogos da UEFA dos seus  últimos 10.
  • Os blancos sofreram golos em todos os jogos desta Liga dos Campeões.
  • Nas 4 eliminatórias já disputadas entre os dois colossos os espanhóis seguiram em frente em 3.
  • José Mourinho leva 15 jogos contra Alex Ferguson: 6 vitórias, 7 empates e 2 derrotas. 
  • Cristiano Ronaldo regressa a casa. É o melhor marcador desta edição da Champions e marcou 17 golos em 14 jogos de 2013.
  • Ryan Giggs irá fazer o seu jogo oficial nº 1000. Marcou em 16 temporadas na Europa (um recorde) mas ainda não nesta. É também o jogador mais velho a fazer golos europeus, um recorde que pode aumentar hoje.
  • Os Red Devils não perdem à 18 jogos.
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O mundo vai parar!

está o grande dia neste Liga dos Campeões 2012/13! O dia em que o Mundo vai parar à frente da sua televisão. O dia de Old Trafford se vestir de gala para receber o Real Madrid de Mourinho e Cristiano Ronaldo. “Não existe nada maior do que isto” disse ontem Alex Ferguson e acho que estamos todos de acordo.
Depois do 1-1 da 1ª Mão (pode ler tudo sobre essa partida AQUI) tudo em aberto nestes 8os de final da Champions, que também são uma verdadeira final antecipada. Os de Madrid estão à procura da sua 10ª Taça de Campeão da Europa e os Red Devils em campanha para vencer a sua 4ª.

Foi uma semana de pré-jogo muito feliz para CR7 e ele tem sido a figura central da antevisão. Quer pelas grandes exibições que fez com o Barcelona, quer pelos elogios e recepção que vêm de Manchester. Sir Alex Ferguson sabendo que não ia ganhar nada em picar Ronaldo aproveitou este sorteio para namorar o internacional português mostrando-lhe que se voltar para o United será o rei incontestável do futebol daquele país.
Por outro lado, ambos os treinadores utilizaram as suas conferências de imprensa para tirarem pressão aos seus jogadores dizendo que não será o fim do mundo se acontecer uma eliminação. Se para os ingleses, novos campeões da Premier League, não será, para o Real Madrid penso que será o fracasso de uma temporada.

Como se calhar já leu aqui no Fura-Redes a minha aposta sempre foi para o Manchester United passar esta eliminatória. E apesar de algumas dúvidas, geradas pela forma como o Real Madrid bateu inapelavelmente o Barcelona esta semana, vou mantê-la. Acho a equipa de Alex Ferguson mais sólida e pragmática do que a de Mourinho, menos dependente das individualidades e mais fiável na sua defesa. Van Persie será determinante hoje e o aproveitamento das bolas paradas, onde o seu adversário tem estado medíocre, também!
Para o que antevejo acontecer terá que ser uma equipa vermelha mais forte no ataque do que foi no Barnabéu, onde apenas defendeu, e terá que tentar secar o melhor jogador do Mundo, algo em que foram minimamente bem sucedidos no jogo de Fevereiro.
Do lado do Real Madrid, um golo cedo, como conseguiram em Camp Nou, será chave. Nesta versão dos madrilistas, para além da óbvia dependência de CR7, vejo também uma equipa muito à imagem de Ozil: do que o alemão consegue construir e como consegue desenhar os contra ataques da sua equipa. Para uma equipa que se adapta melhor ao jogo de contra ataque esta será uma grande oportunidade para provarem os benefícios desta abordagem ao jogo. Estou bastante interessado em ver como Alex Ferguson vai responder a um detalhe táctico que bastou para o Real Madrid eliminar o Barcelona: o arrastar do Ponta de Lança para o lado esquerdo deixando Cristiano Ronaldo em situações de 1 para 1.
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Ryan Giggs: 1000 jogos e um novo contrato

São dois galeses que estão no foco das notícias em Inglaterra e na sua Premier League. Gareth Bale e Ryan Giggs! Do mais jovem já falei AQUI mas hoje quem merece o destaque é a lenda do Manchester United. O médio de 39 anos vai fazer nos próximos dias o seu jogo oficial número 1000 e assinou ontem um novo contrato para a época de 2013/14.
O extremo do United, dono de um dos pés esquerdos mais memoráveis do futebol, começou a sua carreira na temporada 1990/91 e nas 22 temporadas passadas conquistou 12 títulos de campeão inglês (está a caminho do 13º), 2 Ligas dos Campeões, 1 Supertaça Europeia e 4 FA Cup. Esta época mostrou, mais uma vez, que a velhice está na cabeça das pessoas e apresenta-se numa forma extraordinária - nos últimos 5 jogos marcou 3 golos importantes. Marcou em todas as 23 épocas como jogador profissional - um recorde impressionante.


Quem agradece toda esta competência e qualidade é Sir Alex Ferguson que, chamado a comentar sobre os feitos do seu jogador, disse o seguinte:
"O que é que eu posso dizer sobre o Ryan que não tenha já sido dito? É um jogador maravilhoso e um ser humano excepcional. Ryan é um exemplo para todos nós, pela forma como se tem tratado e continua a tratar.
Possui uma energia fantástica para o jogo e é maravilhoso observá-lo. Ryan parece atingir uma nova marca a cada semana, e pensar que já marcou no campeonato em 23 épocas consecutivas é verdadeiramente incrível no jogo da actualidade. O seu momento de forma esta temporada mostra que a capacidade e a forma como desfruta do jogo continuam fortes como sempre, e estou muito satisfeito por ter assinado um novo contrato."

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Chelsea 2-3 Man. United: árbitro estraga grande partida

Estava marcada para esta tarde um dos jogos do ano na Premier League 2012/13: Chelsea vs Man. United. Os londrinos, líderes do campeonato, recebiam um dos grandes candidatos ao título com 4 pontos de vantagem e ainda sem derrotas. Partida delicada para os red devils pois uma derrota deixaria fugir os campeões europeus e logo no campo mais difícil para Alex Ferguson - é o único cube inglês que tem um registo positivo com o United desde que o escocês chegou a Old Trafford (13 vitórias contra 12) e já não vencia para a Liga, em Stamford Bridge, desde 2002.

O Chelsea apresentou: Cech; Ivanovic, Cahill, David Luiz, Cole; Ramires, Mikel; Mata, Oscar, Hazard; Torres. Di Matteo não podia contar com Lampard e John Terry e isso fez mossa. Já Alex Ferguson escolheu: De Gea; Rafael, Ferdinand, Evans, Evra; Carrick, Cleverley; Valencia, Rooney, Young; Van Persie - de fora ficaram Jones, Kagawa e Vidic por lesão.

O jogo começou com o Man. United forte mas, acima de tudo, um Chelsea adormecido e mal posicionado, a dar muito espaço no centro do meio campo defensivo. Aproveitou A. Young, Rooney e Van Persie para fazer a jogada de 1-0, sendo que o holandês rematou ao poste e a bola tabelou nas costas de David Luiz para dentro da baliza.
O Chelsea ainda reagiu com alguma posse de bola mas quem tem Van Persie tem golos, ainda por cima quando lhe dão tanto espaço no centro da área. Cruzamento rasteiro de Valência, quase do local do canto, sem ninguém cortar a bola, e o holandês de primeira não deu hipóteses.


Só aos 24 minutos o Chelsea começou a reagir com um remate à baliza - na sequência da 1ª falta do jogo!!!!! - num livre de David Luiz. Aos 35 J. Evans atirou a bola ao seu poste e na sequência deste lance Cahil quase reduz o marcador num canto. Estes lances fizeram crescer os blues e conseguiram mesmo reduzir a desvantagem aos 44 minutos num livre directo de Mata. Final de primeiro tempo louco com o Chelsea a não chegar ao empate, outra vez por Mata, devido a grande defesa de De Gea. Uma 1ª parte electrizante em Londres.

A 2ª parte começou com a mesma toada de jogo e aos 53 minutos Ramires já tinha empatado o clássico, depois de jogada de insistência na área do United, com Oscar a cruzar para o ex-Benfica marcar de cabeça. Parecia que a equipa da casa estava forte demais e a caminho do 3-2 quando com 63 minutos Ivanovic deixou Young fugir e fez falta para cartão vermelho. Pior ainda fez Torres, quando aos  69 minutos  viu o segundo amarelo e deixou o Chelsea a jogar com 9 - algumas dúvidas na expulsão do avançado espanhol.

Diria que 99% dos adeptos dos blues não acreditou que a sua equipa conseguiria aguentar o empate com 9 jogadores e Javier Hernández confirmou esses medos. Jogada de Van Persie, quem mais?, e Chicharito a aproveitar uma situação de claro fora de jogo para adiantar de novo os reds de Manchester. Que pena o jogo ser manchado pelos erros do árbitro Mark Clattenburg...

Man. United vence então este teste decisivo e deixa a Premier League ao rubro: Chelsea ainda líder mas apenas com 1 ponto de vantagem dos dois gigantes de Manchester.
E para aqueles comentadores portugueses que tantas vezes oiço dizer que só em Portugal se refila tanto com os árbitros, e que em Inglaterra é que é, convido-os a darem uma olhadela a blogs de futebol ingleses hoje à tarde... Um Domingo trágico para a arbitragem daquele país, com graves problemas nos dois clássicos do dia.
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A lenda de Alex Ferguson: 1000 jogos na Premier!

Hoje é dia de homenagear a incrível carreira de Sir Alex Ferguson à frente do Manchester United; pois cumpriu, ainda há pouco, na visita à casa do Southampton, 1000 jogos à frente dos Red Devils na Premier League! Na conferência de imprensa antes da partida disse que continua apaixonado pelo seu emprego: "There's nothing I like better than to pull my car into the training ground of a morning and look forward to another few hours working with the players and my staff." 
Fique com um resumo da incrível carreira deste mítico treinador:

Fonte: Jornal Record

Uma carreira notável, revolucionária e modelo para muito boa gente, Alex Ferguson tornou o clube de Old Trafford o maior clube inglês. Teve 6 épocas para montar o seu império e esse é um dos segredos do sucesso deste escocês.
Apesar de não ir ser lembrado por uma capacidade táctica genial, ficará para sempre como um dos treinadores que mais fez na formação de jogadores e na criação de um espírito de balneário vencedor. Estrelas mundiais como: Giggs, Cantona, Keane, Beckham, Schmeichel, Cristiano Ronaldo, Rooney, Scholes, Neville... devem-lhe muito das suas carreiras.
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