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Será que dá?

O Arsenal é a 8ª equipa, na era Premier League, a ganhar, pelo menos, 12 dos primeiros 14 jogos de uma Liga inglesa.

As 7 equipas anteriores, a conseguirem este feito, acabaram campeãs de Inglaterra!



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Barracada!

Uma destas tão má, no tugão, não me lembro.

Para quem não viu, isto deu golo ao Arsenal.


Patética esta decisão do árbitro. Sempre ouvi dizer que sem guarda-redes o jogo não se pode desenrolar.

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Benfica 1-1 Arsenal: intervalo

O Benfica segue vivo na eliminatória com o Arsenal! 1-1, com muito trabalho pela frente e, apesar de não ser favorito, ninguém pode dizer depois desta 1ª mão que o SLB não pode seguir em frente para os 8os de final desta Liga Europa. 

Um jogo muito atado e tático, com as equipas a saber que, como os dois jogos vão ser sem público e em campos neutros, tudo se vai decidir no jogo da próxima semana.

Nota positiva para ao fim de 100 cantos curtos de laboratório lá se conseguiu um golo e para a boa estreia de Lucas Veríssimo. 

Negativo foi a facilidade com que o adversário anulou a pressão alta do SLB, quando a equipa subiu em bloco para o meio campo adversário. Basta uma tabela, para se perder a marcação de quem começa o 1x2.




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Desilusão!

Que pelada este Arsenal x Liverpool!

Adoro futebol inglês mas há muito esta mania de queimar jogos! Não entram sempre em campo para ganhar...



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Os invencíveis!

Os únicos com uma Taça dourada de vencedores da Premier League!

Arsenal! O Arsenal Arsène Wenger



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Emirates paga fortuna para continuar parceria com Arsenal

Valores astronómicos que foram hoje apresentados! Perto de 50 milhões de € por temporada, sendo que o acordo é válido por 5 épocas! 225 M€ para ter o nome da companhia de aviação na frente da t-shirt do clube de Londres!


Fico admirado com a diferença de valores para o SLB! Não digo que seja de outra forma mas a Emirates paga 8 milhões € por temporada ao Benfica... Sei que são menos jogos oficiais mas realmente é impossível comparar a Premier League ao nosso campeonato!

Ps. - Pelo que percebi, o naming do Estádio dos gunners, Estádio Emirates, é outro negócio que não entra nestes valores!
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BANG! Golaço de boas vindas a 2017!

Ora assim é que se começa o ano novo! Que grande golo de Giroud ao serviço do seu Arsenal! Golo escorpião!



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Uma tarde mágica!

Explosivo! É o melhor adjectivo para classificar a exibição de Alexis Sánchez, ontem, frente ao West Ham. O avançado do Arsenal foi o autor de um hat-trick, ao qual juntou 1 assistência para golo, e é agora o melhor marcador da Premier League.

  • 3 golos
  • 1 Assistência
  • 5 passes para ocasião
  • 4/5 remates enquadrados
  • 3/4 dribles eficazes
  • GoalPoint Rating: 9.9


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Aí está de volta a melhor Liga do Mundo!

Dizem que é a melhor Liga do Mundo e regressa hoje às nossas televisões, através da Benfica TV, para 38 jornadas de pura magia. A Premier League não chegou suficientemente depressa para que os adeptos ingleses pudessem esquecer a desilusão que foi o Mundial de 2014. Enquanto a liga do país continua a ser a mais atractiva do mundo - mesmo com a partida de Gareth Bale e Luis Suárez -, o drama a nível de selecções parece não ter fim. O campeonato começa hoje, com o pontapé de saída num muito aguardado Manchester United-Swansea, que marca a estreia oficial de Van Gaal no comando da equipa.

Mas o treinador sobre maior pressão é o special one... Infalível nos segundos anos dos seus diversos ciclos, o treinador português José Mourinho parte com ambições reforçadas para a edição 2014/15 da Liga inglesa de futebol, mas o Chelsea tem concorrência forte e numerosa.

O campeão Manchester City, o “regressado” Liverpool, o “eterno” Arsenal e o Manchester United, são oponentes enormes e é preciso também não esquecer outsiders como Everton ou Tottenham.

“Mou” também tem, porém, uma equipa capaz de lutar pelo cetro: depois do terceiro posto de 2013/14, chegaram Courtois, Filipe Luis e Diego Costa, do Atlético de Madrid, Cesc Fabregas, do FC Barcelona, e regressou Didier Drogba.
Em matéria de saídas, destaque para o central David Luiz e o histórico Frank Lampard, mas, no dever e haver, os londrinos estão mais fortes e parecem prontos para lutar pelo quinto título.
O técnico luso tem mais armas e tem do seu lado a história: venceu sempre o campeonato no segundo ano de todos os seus ciclos, o que aconteceu no FC Porto, na primeira passagem pelo Chelsea, no Inter de Milão e até no Real Madrid, superando, em 2011/12, o imbatível FC Barcelona, de Pepe Guardiola.

O Chelsea não é, ainda assim, o principal candidato ao título, estatuto que deve ser entregue ao Manchester City, que não perdeu qualquer dos seus jogadores importantes e reforçou-se, nomeadamente com os portistas Mangala e Fernando, além de Caballero, Sagna e... Lampard, que atuará nos campeões até rumar ao New York City, em Janeiro.
O chileno Manuel Pellegrini, que foi campeão logo na temporada de estreia, tem agora pelo menos dois grandes jogadores para cada posição, um luxo que nenhum dos outros concorrentes ao título se pode orgulhar de ostentar.
Os “pequeninos” David Silva, Nasri e Aguero continuarão a ser, juntamente com o “imenso” Yaya Touré, as referências dos “citizens”, que correm pelo quinto título e terceiro nos últimos quatro anos – também ganharam em 1936/37 e 1967/68.

Por seu lado, o “vice” Liverpool, que desespera por um cetro que não conquista desde 1989/90 e chegou a “tocar” na época passada, parte desfalcado da sua maior referência, o goleador uruguaio Luis Suarez, que rumou ao FC Barcelona.
Os “reds” perderam o melhor marcador da “Premier League” – e da Europa, em igualdade com o português Cristiano Ronaldo, com 31 golos -, mas mantiveram o segundo (Daniel Sturridge), bem como as restantes armas que levaram o “onze” de Brendan Rodgers ao segundo posto e à Liga dos Campeões.
Além disso, o conjunto de Liverpool reforçou-se bem, nomeadamente com o benfiquista Lazar Markovic, mas também com Rickie Lambert, Adam Lallana, Dejan Lovren ou Alberto Moreno, mantendo a aposta em chegar ao 19.º cetro.

Por seu lado, o Arsenal, com Arsene Wenger desde 1996/97, perdeu Sagna e Vermaelen, mas foi buscar Alexis Sanchez, ao FC Barcelona, Debuchy e Ospina, fazendo ainda regressar Joel Campbell, pelo que se perfila também como candidato, com Özil, Wilshere, Ramsey, Mertesacker, Podoski, Giroud ou Walcott.

Depois do pobre sétimo posto, na primeira época pós Alex Ferguson – David Moyes nem acabou a temporada -, o Manchester United apostou em Louis Van Gaal para chegar ao 21.º título e também parece capaz de o fazer.
O holandês já aplicou nos “red devils” a famosa defesa a três que a “laranja mecânica” ostentou no Mundial2014, rumo ao bronze, num plantel que já recebeu Luke Shaw e Ander Herrera, mas não parece fechado, igualmente a saídas, “porta” na qual parece estar o internacional luso Nani.
Com o adeus de Vidic - além Ferdinand e Evra -, Wayne Rooney é agora o “capitão” do Manchester United, ao qual não faltam outros grandes jogadores, como De Gea, Ashley Young, Valência, Mata, Welbeck, Van Persie ou o “miúdo” Januzaj.

O Everton, de Roberto Martinez, será sempre uma ameaça para os melhores, com Tim Howard, Leighon Baines, Gareth Barry, Ross Barkley, Romelu Lukaku ou Kevin Mirallas, tal como o Tottenham, agora com o argentino Mauricio Pochettino ao comando, com Lloris, Paulinho, Lennon, Eriksen ou Soldado.

A primeira jornada da edição 2014/15 da Liga inglesa de futebol arranca no sábado e prolonga-se até segunda-feira, com a deslocação do Chelsea ao reduto do Burnley, um dos promovidos, juntamente com Leicester e Queens Park Rangers.

Fonte: ionline.pt
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O gigante de sempre e o regresso colchonero

Já temos os 2 primeiros gigantes apurados para os Quartos de Final da Liga dos Campeões 2013/14: B. Munique e Atlético de Madrid confirmaram as vitórias da 1ª mão e já têm vaga na próxima fase.

Numa das eliminatórias mais esperadas mas que acabou por ser menos espectacular do que se esperava o Bayern Munique geriu bem a vantagem alcançada em Londres e eliminou o Arsenal. 4º ano seguido que a equipa de Arsène Wenger se fica por esta fase da competição rainha do velho continente.
Também não tinha tarefa fácil pois o campeão da Europa provou bem por que é a equipa favorita a novo ceptro e, provavelmente, neste momento, a melhor formação a jogar no seu Estádio. Consegue montar uma pressão com 10 jogadores no meio campo adversário, que é arriscada, mas quando bem feita, e é este o caso, sufoca a posse de bola e criação de jogo do adversário. Tudo o que os gunners precisam para fazer o seu estilo de jogo. Aliás o GR Neuer completou mais passes na 1ª parte (14) do que qualquer outro jogador adversário - Ozil (7).
Schweinsteiger marcou aos 55' e tirou qualquer dúvida no início da 2ª parte depois de jogada de Ribéry. Ainda houve tempo para uma vingança de Podolski que marcou logo de seguida à sua anterior equipa mas a etapa complementar foi de um desinteresse total e ainda se viu Muller falhar um penalty.

O outro jogo da jornada teve mais magia e resultado incerto! Passa o Atlético de Madrid mas até poderia ter sido o AC Milan se não fossem as oportunidades todas que desperdiçou na 1ª mão - de qualquer maneira nenhuma das duas formações pode sonhar com uma festa em Lisboa. Para os de Madrid já alguma história foi escrita pois os colchoneros já não chegavam aos últimos 8 da Liga dos Milhões desde 1996/97.
O jogo teve uma 1ª parte electrizante para a qual muito contribui-o o golo madrugador do inevitável Diego Costa logo aos 3'. O gesto espectacular do ponta de lança é fotografado de maneira excelente nesta imagem.


O AC Milan passou um mau bocado depois do golo madrugador e só mais perto do intervalo se encontrou. Foi a vez de Kaká brilhar, o brasileiro que tem queda para estes palcos, e aos 27' colocou a sua equipa a apenas 1 golo dos quartos. Ora, quando os italianos sufocavam os espanhóis, um remate de Arda Turan (40'), que só pelo ressalto encontrou as redes, matou a eliminatória.
Raul Garcia, ele que já tinha feito uma assistência para golo, conseguiu o 3-1 num lance de bola parada aos 70 minutos. Para fechar, de novo Diego Costa, marcou o seu 7º golo nesta edição da Champions.
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Super jogo estragado pelas leis do futebol

Foi uma 1ª parte espectacular aquela que Arsenal e Bayern Munique nos ofereceram em Londres nesta quarta feira de Champions. Velocidade estonteante, ritmo de deixar até os espectadores sem ar nos pulmões e uma qualidade de futebol de topo. Muito bom!
Antes do início destaque, nos 11 titulares, para a ausência de Ribéry, por lesão, e para a estreia do jovem Yaya Sanogo na frente de ataque dos gunners.

Foi um Arsenal eléctrico aquele que atacou os primeiro minutos contra o campeão da Europa - apesar da 1ª oportunidade de golo ter sido num remate fantástico de Toni Kroos. A equipa de Wenger conseguiu aproveitar muito bem a tradicional defesa alta nas equipas de Guardiola e saindo da zona de pressão, junto à sua área, conseguiu arrancar várias jogadas de 2 para 1 nas alas e baralhar toda a organização bávara. Vimos 4 ou 5 minutos em que a formação alemã pareceu completamente perdida em campo - algo muito raro.
Mas, mais uma vez, esta equipa de Wenger brilha no futebol jogado mas não tem aquele instinto matador que faz a diferença ao mais alto nível. Ozil ganhou um penalty (8') mas permitiu a defesa do colega de Mannschaft Neuer. Ainda bem, pois o 10 dos londrinos estava em fora de jogo no início da jogada.

Apesar do golpe sofrido o Arsenal ainda empolgou até aos 30 minutos, sempre com rápidas arrancadas e trocas de posição na frente de ataque. A meia hora trouxe então outro jogo pois o cerco à área de Szczęsny começou. Impressionante a teia que esta equipa monta na área dos rivais, conseguindo atacar e defender ao mesmo tempo; é ver como a pressão depois da perda de bola na área do rival dá, em muitas ocasiões, nova posse de bola.
Surgiu outro penalty (37'), desta vez para a equipa visitante, quando Robben se desmarcou, furando a defesa central dos ingleses. Szczęsny fez falta, é bem visível o toque, mas o cartão vermelho é exageradíssimo! Tão fracas estas arbitragens da UEFA... Alaba não aproveitou e atirou ao poste o castigo máximo não conseguindo castigar o Arsenal, na mesma jogada, por 3 vezes.
Acho que a FIFA tem de rever estes casos: uma equipa sofre o penalty, e quase sempre o golo, passa a jogar com 10 e ainda fica com menos uma opção para o próximo jogo. É exagerado.

A 2ª parte foi obviamente jogada na área dos ingleses com destaque para o brilhante pé canhão de Kroos que desequilibrou a eliminatória. Que grande pontapé, lá onde a coruja dorme, a fazer o golo inaugural da partida (54'). O médio alemão também tinha inaugurado o marcador em Londres quando estas mesmas equipas se defrontaram na mesma fase da Liga dos Campeões da temporada passada. Na parte final Muller fez o 0-2 final, terminando uma jogada linda de cruzamento de atacantes conseguindo arrastar e confundir os defesas.

Nada mais neste 2º tempo de sentido único e de um desinteresse total. Cada vez estou mais certo que as leis do futebol não protegem o espectáculo! As pessoas pagam para ver um jogo de 11 contra 11 e há demasiadas situações em que isso pode não acontecer. O vermelho deveria ser para casos extremos de agressões. Pode-se castigar de outras formas mas já sabemos que inovação é uma palavra que não entra no dicionário da FIFA. Porque não colocar 30 minutos como máximo que uma equipa joga com menos 1? Ou se um jogador for expulso na 1ª parte a equipa pode voltar a jogar com 11 depois do descanso? Não sei, só sei é que esta 2ª parte é que não interessa a ninguém.
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Oh Happy Day!

E está de volta finalmente! Chegou um dos meus dias preferidos do calendário futebolístico. O caminho para Lisboa continua...
 A maior competição do mundo de clubes está de volta e agora já não há jogos pequenos, é tudo a doer. A Liga dos Campeões regressa com uma das que promete ser das melhores eliminatórias do ano: Man. City - Barcelona! Para a mesma hora está marcado o B. Leverkusen - PSG.
Amanhã outro prato forte com o Arsenal - Bayern Munique e o AC Milan - A. Madrid.


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Loucura no topo da tabela da Premier League

O jogo grande da jornada 17 inglesa opunha Arsenal e Chelsea no escaldante derby de Londres. Dois dos principais candidatos ao título em campo com Liverpool e City à espreita. Mourinho voltava a defrontar Wenger, em novo duelo de treinadores de elite, sendo que o francês nunca tinha derrotado a português.

Com 4 jogos em 15 dias os treinadores têm mesmo de rodar os 11 titulares e algumas surpresas estavam à nossa espera. Rosicky jogou no lugar que costuma ser de Cazorla e Mikel e Willian apareceram no meio campo dos blues.

A 1ª parte decorreu no meio de uma típica chuvada londrina e isso estragou um pouco a qualidade de passe das equipas. Assim, nos primeiros 20 minutos houve uma clara ambientação ao clima e às formações apresentadas pelos rivais.
Deste período inicial do jogo saiu melhor o Chelsea que tomou conta da partida e teve aos 32' a melhor ocasião de jogo, quando toda a qualidade de leitura de jogo de Lampard resultou num remate do jogador inglês à barra de Szczęsny. O Arsenal nunca conseguiu ligar o carrossel nas alas, com 3 ou 4 jogadores a aparecerem perto da quina da área (jogada tipo do líder inglês) e os primeiros 45 minutos acabaram com uma fase de muitas faltas e interrupções.

Este jogo muito táctico e pouco espectacular teve duas partes bem distintas na etapa complementar. Nos primeiros 20 minutos esteve mais perigosa a equipa de Mourinho que aproveitou a qualidade técnica dos seus jogadores para sair da usual pressão dos visitados na saída do adversário da sua área. Ora, conseguindo sair desta teia fica algum espaço no resto do campo que os blues tentaram, mas não conseguiram, aproveitar.
No último quarto do jogo, o Arsenal lá conseguiu encostar os jogadores adversários à sua área e teve as suas únicas oportunidades de golo.

Com o empate final a 0 golos está instalada a loucura no topo da melhor Liga do Mundo! Não podia ser melhor dias antes do Boxing Day com um City - Liverpool:
  1. Liverpool     36
  2. Arsenal        36
  3. Man. City    35
  4. Chelsea        34
  5. Everton        34
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Man City 6-3 Arsenal: barriga cheia

Um jogo espectacular para abrir a jornada da Premier League! Barriga cheia de bom futebol e de golos! O Manchester City venceu o líder Arsenal em sua casa e aproximou-se do topo do melhor campeonato do Mundo. Agora com 16 jogos para cada um destes emblemas o Arsenal tem 35 pontos e o City 32, Liverpool e Chelsea podem chegar aos 33.

Vitória justa dos blues num jogo em que foram sempre superiores e em que o Arsenal nunca se encontrou. Também era um dos jogos mais difíceis da época pois este City gosta de triturar grandes clubes no seu terreno (City 4-1 United e 6-0 ao Tottenham).

Aguero, logo aos 14', abriu o marcador na sequência de um canto e de um cabeceamento ao 2º poste. Foi o culminar de uma entrada com tudo da equipa de Pellegrini. Parecia que íamos ter Arsenal no jogo quando aos 31 minutos Yaya Touré entregou a bola ao contra ataque adversário e Ozil assistiu Walcott para o empate.

Só que logo passados 8 minutos Negredo terminou uma jogada envolvente do fantástico ataque do Manchester e a 1ª parte terminou com justiça no marcador.
Já a 2ª parte começou também com um golo dos da casa e Fernandinho aumentou a vantagem. Aos 62' Walcott marcou depois de grande passe de Wilshere e ainda deu esperança aos visitantes mas até ao fim houve mais 3 golos para o City. David Silva (66'), Fernandinho (88') fizeram o 5-2 e Mertesacker reduziu aos 90'. Num jogo cheio de golos Yaya Touré, de penalty, fez o 6-3 final.
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Noite de campeões

Noite de Liga dos Campeões com bons jogos em perspectiva e com grandes emblemas em embate directo. Vamos a um curto resumo dos 8 jogos da jornada:

No Estádio do Barcelona encontraram-se velhos rivais, reeditando um desafio que é um clássico destas últimas temporadas. O FC Barcelona voltou a ser superior ao AC Milan e venceu por 3-1 com 2 golos de Messi e um grande jogo de Neymar.
Os catalães resolveram a questão com uma entrada forte em campo, com muita qualidade técnica, com um penalty do seu astro argentino e com um golo de Busquets. Os italianos ainda conseguiram reduzir numa boa jogada de Kaká que acabou com um auto golo de Piqué mas este AC Milan está em crise e não deu para mais.

Neste grupo o Ajax venceu o Celtic em Amesterdão por 1-0 e volta a entrar na luta pelo 2º lugar. Tem 4 pontos, mais 1 que o Celtic e menos 1 que os italianos.

Num dos jogos da noite o Arsenal foi arrancar uma vitória a casa do Borussia Dortmund e colocar os alemães em grave risco de não apuramento. O imparável Ramsey foi o carrasco dos rapazes de Klopp com um golo na 2ª parte - o galês já leva 11 golos esta temporada.
Quem aproveitou o deslize alemão foi o Nápoles que venceu em casa o Marselha por 3-2 (2 golos de Higuain) e ficou em boa posição: 9 pontos empatado com o Arsenal na frente e mais 3 que o Dortmund.


Já o Atlético Madrid aproveitou o empate entre FCP e Zenit para carimbar, desde já, um lugar nos 8os de final. Com a goleada 4-0 aos Áustria Viena em Espanha já assegurou o 1º lugar no Grupo G.

O Chelsea de José Mourinho também está no bom caminho e com a vitória por 3-0 sobre o Schalke 04 vai destacado na frente do seu grupo. O Basileia não foi além do empate em casa com o Steaua Bucareste (1-1) e colocou o apuramento em risco.
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FC Porto volta a perder na Champions

Noite mágica por essa Europa fora com os melhores jogadores em campo frente a frente. Comecemos pelo representante nacional:

O FC Porto de Paulo Fonseca continua a não convencer ninguém e foi derrotado, outra vez em casa, na Liga dos Milhões. O Zenit S. Petersburgo foi ao Dragão vencer por 0-1, com o golo a ser marcado aos 86 minutos num jogo que fica claramente marcado pela idiotice de Herrera que foi expulso nos primeiros 6 minutos de jogo.

Apesar da inferioridade numérica o resultado é injusto para os azuis e brancos pois tiveram tantas oportunidades de golo como os russos mas já se sabe o que conta: Kerzhakov fez a bola beijar as redes depois de cruzamento de Hulk.
Nota máxima para Fernando que fez um jogo monstruoso e negativa para esta campanha ridícula de Paulo Fonseca em sua casa nas provas europeias.

Mudando de cidade e de equipas, numa reedição de uma espectacular eliminatória do ano passado AC Milan e Barcelona voltaram a dar show. Os italianos abriram o desafio com clara vantagem e, com muita velocidade e passes curtos, desfizeram a defesa catalã. Aproveitaram um erro de Piqué para fazer o 1-0 numa jogada fantástica de Kaká e Robinho.
Depois o problema dos italianos foi cair na realidade da vantagem no marcador que não é nada fácil de lidar com o Barcelona pela frente. Ficar lá atrás e cair na rede do Barça e ninguém tem pulmão para aguentar aqueles 20 minutos. Assim, Messi, da única vez que fez algo de jeito na 1ª parte, marcou o golo do empate.
A etapa final foi jogada a passo, em que o FCB teve 3 vezes mais remates e 3 vezes mais posse de bola mas não conseguiu levar os 3 pontos.

No outro palco de sonho desta noite o Borussia de Dortmund deslocava-se ao campo do Arsenal para o encontro de duas das melhores equipas deste princípio de temporada. O 1º tempo foi todo do Dortmund, esmagador mesmo, com Henrikh Mkhitaryan a fazer o tento inaugural depois de um erro gigante de Ramsey. A questão foi que na única vez que o ataque dos britânicos se encontrou Giroud fez o empate.
Mas o Dortmund estava num dia superior e apesar de uma 2ª parte mais equilibrada os alemães marcaram aos 82, por Lewandowski, o golo da vitória.

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Atlético Madrid vence no Dragão

Mais uma noite europeia fabulosa na Liga dos Campeões! Grandes equipas, grandes estrelas e grandes jogos!

O representante nacional da noite, FC Porto, perdeu em casa com o Atlético Madrid e safou-se de um problema maior pois o Zenit não foi além de um empate na Rússia com o A. Viena, no outro jogo do grupo.
Entrou muito forte o FC Porto e aos 10 minutos já Jackson desviava um livre para o fundo das redes espanholas. Sempre mais forte nesta etapa inicial só permitiu uma jogada de perigo ao Atlético, quando Garcia colocou a bola na trave de Hélton. Mas este Porto de Paulo Fonseca não consegue manter o nível exibicional e foi-se muito a baixo na 2ª parte, principalmente no principio desta, altura em que Godin, aproveitando uma má saída do GR portista, empatou a disputa. Pior ficou o jogo para os da casa quando Arda Turan, já nos minutos finais, aproveitou uma falha de marcação na sequência de um livre directo, enganou a defesa toda do FCP, e fez o 1-2. Ficaram algumas dúvidas na posição do avançado do clube espanhol.
Os dragões já não perdiam em casa há 30 partidas.

Já o Barcelona voltou a um estádio onde tinha sido estrondosamente derrotado na temporada passada mas mesmo sem Messi (lesionado) não há quem pare a equipa de Martino - são 9 vitórias seguidas. Num dos ambientes mais espectaculares da Europa, o Celtic Park, o jogo só se decidiu quando Neymar sacou a expulsão de Scott Brown aos 60' - algo duvidosa a decisão do árbitro. Numa 2ª parte de alto nível tudo aqueceu aos 75' quando Valdés, com a defesa da noite impediu o 1-0 para o Celtic. Ora, quem não marca sofre e na jogada seguinte Neymar arrancou e Fàbregas marcou.

Quem também alcançou uma importante vitória foi o Chelsea de José Mourinho - recordo que tinha perdido o 1º jogo em Londres com o Basileia. Os ingleses foram vencer em Bucareste o Steaua por 4-0, com 2 golos de Ramires e 1 de Lampard.

Num dos maiores jogos da noite o Arsenal recebeu o Nápoles, num jogo de ingleses e italianos quem brilhou foi um alemão. Ozil, que está numa forma assombrosa, já tinha resolvido aos 15 minutos com um belo golo e uma assistência para Giroud.

Confira os resultados das noites:
Basileia – Schalke 04, 0-1
Steaua Bucareste – Chelsea, 0-4
Borussia Dortmund – Marselha, 3-0
Arsenal – Nápoles, 2-0
Zenit S. Petersburgo– Áustria Viena, 0-0
FC Porto – Atlético de Madrid, 1-2
Ajax – AC Milan, 1-1
Celtic – Barcelona, 0-1
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Champions: FC Porto e Bayern Munique mais fortes

Noite de Champions na Invicta e em Londres com clara superioridade das equipas do FC Porto (sobre o Málaga) e do Bayern Munique (sobre o Arsenal). Apesar de serem os claros favoritos das eliminatórias, para a superioridade de hoje também contaram muito os erros dos treinadores derrotados: Pellegrini foi jogar com dois pontas de lança iguais ao Dragão e, claro, nenhum deles tocou na bola (1 remate da equipa em todo o jogo), pois com a pressão do meio campo do FCP a bola nunca lá chegou - fez muito mal o trabalho de casa, o homem tem o Saviola no banco... Arsène Wenger apostou numa táctica à Guardiola, com Theo Walcott solto na frente de ataque, e aos 21 minutos já estava a perder por 0-2.

Mas vamos ao Dragão onde o FC Porto venceu com um golo ilegal o Málaga por 1-0, golo em fora de jogo de João Moutinho. Apesar desta mancha na vitória azul e branca foi inegável a superioridade a toda a linha do campeão nacional: 17 remates contra 1, 61% posse de bola, 11-2 em cantos. Grande partida de João Moutinho, Jackson Martínez foi muito bem controlado por uma bela dupla de centrais dos espanhóis e Alex Sandro afirma-se, cada vez mais, como melhor lateral esquerdo a jogar em Portugal.

Já em Londres a máquina trituradora de Jupp Heynckes fez outra vítima, com uma vitória por 3-1 em casa do Arsenal. Apesar do erro inicial na partida de hoje dá pena ver Wenger numa equipa com tão pouca qualidade... Para mim, um dos grandes treinadores do nosso tempo, e dá para ver como a equipa tenta seguir os seus ensinamentos: sair com a bola controlada, sem pontapé para a frente, pressão alta depois da perda da bola, defesa alta, acelerações fantásticas nas alas... Tudo o que grande Arsenal fazia mas agora sem ovos não dá para fazer omeletes!
Os ingleses entraram perdidos em campo, baralhados com a pressão e posicionamento do meio campo bávaro e rapidamente se viu que podiamos ter uma noite histórica tal era o caos na defesa do Arsenal. Kroos aos 7' e Muller aos 21' deram uma vantagem justa numa 1ª parte de meter medo dos líderes da Bundesliga. São candidatos!
Na etapa complementar ainda vimos alguma resposta dos gunners com Podolski a reduzir aos 55 minutos. Mas quando a equipa da casa ameaçava o empate um rápido contra ataque de Robben e Lahm resultou no 3-1 final por Mandžukić.
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Super Sunday na Premier League

Um dia marcado em Inglaterra por um rigoroso inverno mas muito quente dentro dos estádios da melhor Liga do planeta. No cartaz deste dia de Janeiro tínhamos um Chelsea-Arsenal e um Tottenham-Manchester United.

Começou primeiro o grande derby de Londres, jogo entre o 3º Chelsea e o 6º Arsenal que teve duas partes muito diferentes e com alternância da equipa dominante.
Foram os da casa que entraram com tudo na partida, aproveitando algumas insuficiências do Arsenal no seu sector defensivo, e aos 6 minutos já o espanhol Mata fazia o 1-0, na resposta a uma grande oportunidade dos gunners. Este Juan Mata já marcou 14 golos esta temporada e é um dos grandes jogadores dos actuais campeões da Europa.
O Arsenal sentiu muito este golo madrugador e nunca se encontrou nos primeiros 45 minutos, podia mesmo ter saído para o intervalo já com 3 ou 4 na bagagem. Sofreu apenas o 2º, num penalty sobre Ramires, que Lampard converteu com classe.

A 2ª parte trouxe então o melhor da equipa de Wenger, com o Arsenal a entrar em cima do Chelsea, que não conseguiu nunca ligar o seu futebol brasileiro no meio campo. Theo Walcott, depois de mais uma assistência fantástica de Cazorla, fez o resultado final. Espanta-me como este Arsenal ainda não foi ao mercado tal são as fraquezas em todos os sectores deste plantel.

Logo de seguida e também em Londres o Tottenham de André Villas Boas (4º) recebia o todo poderoso Manchester United, 1º classificado com mais 7 pontos que o Man. City.
1ª parte ingrata para os da casa com o total domínio de jogo e meio campo mas sem antídoto para as transições rápidas da equipa de Alex Ferguson. Bastou um mau posicionamento da defesa do Tottenham e um desdobramento da equipa do United para Van Persie fazer o que tão bem consegue, o seu 18º neste campeonato. Resultado muito injusto ao intervalo para a equipa da capital inglesa...


2ª parte igual à etapa inicial com um sufoco contínuo dos homens de Villas Boas, com a bola muito tempo na área do Man. United e com um ambiente fantástico nas bancadas, com o público a fazer tudo para animar a sua equipa rumo ao golo da igualdade que só chegou no último minuto... Foram precisos 14 remates à baliza para Dempsey carimbar a divisão de pontos. De Gea, o homem do jogo,  não pode fazer nada na última, uma de muitas, confusão na sua grande área.
Anima um pouco a luta pelo título e o Tottenham voltou a mostrar que é uma das equipas que joga melhor futebol nesta Premier League!
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Reading 5-7 Arsenal: veja o vídeo do jogo inglês do ano

Grande jogo no Madejski Stadium, que viveu nesta terça-feira uma noite incrível de Taça da Liga Inglesa - não, não é um resultado de desempate por penalties.
Primeiro foram os adeptos do Arsenal a viver um pesadelo (com vários a sair do estádio com meia hora de jogo) pois os golos do Reading foram acontecendo com regularidade na 1ª parte e o resultado foi-se avolumando: Jason Roberts fez o 1-0 aos 12’, Laurent Koscielny marcou na própria baliza e fez o 2-0 (18’), Mikele Leigertwood apontou o 3-0 (20’) e Noel Hunt ampliou para 4-0 aos 37’.

Por esta altura o resultado não era só surpreendente: era um escândalo (o Reading é 18.º classificado na Premier League, com quatro pontos em oito partidas) e o Arsenal uma das equipas mais fortes do melhor campeonato do Mundo.

Mas o mais incrível estava ainda para vir: Theo Walcott reduziu a desvantagem ainda antes do intervalo e Olivier Giroud colocou o marcador em 4-2 aos 64 depois de um canto. Chegámos à parte louca do jogo aos 88 com o resultado em 4-2... Num esforço épico da equipa de Londres Laurent Koscielny (4-3 aos 89’ num canto) e Theo Walcott (4-4 aos 90’) estabeleceram o empate e garantiram o prolongamento.





A equipa de Arsène Wenger chegou pela primeira vez à vantagem aos 103’, com um golo de Marouane Chamakh. Mas Pavel Pogrebnyak ainda faria o 5-5 aos 116’, dando esperança aos adeptos do Reading.

E quanto já toda a gente se preparava para o desempate por pontapés de grande penalidade, surgiu o golo salvador de Theo Walcott, que em cima da hora repôs a vantagem (6-5) do Arsenal. Marouane Chamakh faria o 7-5 final, garantindo a vitória do Arsenal depois de ter estado a perder por 0-4, numa das maiores reviravoltas deste clube centenário.

Veja neste vídeo o resumo deste jogo que fica para a história desta época futebolística:


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