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Marquês reservado?

Se o Benfica chegar aos 150 milhões há palco e festa no marquês de pombal?

Apesar de ser o Record e termos de dar algum desconto não seria surpresa nenhuma, tendo em conta os últimos 14 anos.

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Para uns é estrelinha...

Estas coisas não se inventam...

Os jornais desportivos estão mais preocupados com o nível exibicional do SLB que os próprios benfiquistas. Já para não falar das perguntas da Sporttv, no rescaldo, em que só faltou ao jornalista perguntar ao Darwin se não tinha vergonha do Benfica jogar mal.

Como se adora bater no Benfica, neste país.




Para os outros o que vende é estrelinha




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Portugueses de bem

Fim de semana complicado para os portugueses de bem

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Jesus deve rodar equipa na Liga Europa

 Já esperava mas deixa-me algumas dúvidas! Claro que a prioridade é o campeonato mas...


Primeiro, lembro que o ranking do Benfica na UEFA está uma vergonha e não aguentará outra má época do SLB na Europa.

Depois, olho para o calendário, e sabendo que para assegurar a passagem basta vencer 1 jogo fora e os 3 em casa, este jogo na Polónia é o único que jogamos fora na Liga Europa antes de um jogo em casa na Liga NOS. Os outros dois são seguidos por nova deslocação (Marítimo e Gil Vicente).



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Rui Vitória: "Se voltasse atrás faria tudo igual"

Não vou comentar muito em semana de derby, um dos jogos mais importantes da temporada, mas não era este tipo de discurso que agora importava. Seria melhor uma entrevista inteira a pedir apoio, a pedir onda vermelha, a convocar os adeptos para a "guerra", a tentar capitalizar os ataques totais que temos sido alvo. Quem apenas lê os cabeçalhos parece que está tudo ok, não se passou nada e estava tudo programado! Como sempre, mais preocupado em defender Vieira do que o Benfica... 


Para quem quer ler os pontos chaves passe neste link - AQUI
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Bau do futebol português: Michel Preud'Homme

Agora que chegou um menino belga para a baliza do Benfica fica a recordação de um dos maiores guardiões que já la moraram! Primeiro uma revista da época d'ABola e depois uma entrevista do Record na altura da despedida dos relvados, Michel Preud'Homme!




2. «Apesar da retirada, Michel Preud'homme é um homem feliz. O belga admite ter arrumado as luvas na altura certa, quando ainda se encontrava praticamente na plenitude das suas faculdades.

Agora, na hora de se despedir formalmente dos adeptos, o que acontecerá terça-feira à noite, frente ao Bayern de Munique, o ex-guardião garante que o Benfica não terá problemas para encontrar um sucessor. Embora escusando-se a analisar ao pormenor os três novos reforços para a baliza dos encarnados, o belga mostra-se bem impressionado com o que deles já observou. Na sua opinião, os encarnados vão conseguir manter na baliza um padrão de qualidade muito semelhante ao das últimas cinco temporadas.

Mesmo sem as sensações fortes que a carreira de 22 anos proporcionou, Preud'homme encara com indisfarçável optimismo as novas funções de consultor para os assuntos internacionais. O belga mantém-se vinculado ao Benfica pelo contrato, assinado como jogador, que expira no final da temporada prestes a iniciar-se. Em Julho de 2000, será, então, tempo para analisar o trabalho desenvolvido e saber se valerá a pena continuar.

Para já, prefere não falar em detalhe sobre o que já fez e de todo o projecto a colocar em prática. Com receio que os "outros clubes copiem" algumas das ideias, o ex-guarda-redes avisa mesmo que só voltará a abordar temas relacionados com o novo cargo quando o Benfica assim o determinar.

-- Qual é a sensação de abandonar o futebol, 22 anos depois de ter iniciado a carreira?

-- É ainda um pouco cedo para começar a sentir algo. Tive uma carreira muito longa e nos últimos tempos preparei-me para deixar o futebol, logo que o Benfica assim o decidisse.

-- Terá sido demasiado cedo? Afinal, fez uma boa temporada e realizou mesmo um dos melhores jogos em Portugal, frente ao FC Porto, no final do Campeonato Nacional...

-- Era preferível acabar ao meu melhor nível. Foi a altura adequada. O Benfica iniciou uma nova era. Mudou de treinador e, consequentemente, de métodos de funcionamento. Era o "timming" adequado. Concordo totalmente com isso.

-- Estava, sinceramente, à espera?

-- Sempre disse que me encontrava ao dispor do Benfica e das necessidades do clube. A minha linha de conduta foi sempre essa. Se quisessem que continuasse como jogador, eu permaneceria no plantel, mas também mostrei disponibilidade para assumir outras funções.

-- Sentia-se capaz de realizar mais uma temporada?

-- Todos concordam que sim. Aliás, o próprio presidente disse-me que eu estava em condições de continuar. Por outro lado, é preciso ter atenção que, à medida que a idade vai avançando, é preciso um sacrifício cada vez maior para tentar manter o mesmo nível. De qualquer forma, acima de tudo isto está a necessidade do clube.

-- De que vai ter mais saudades? Já pensou nisso?

-- De fazer deporto. Estou completamente parado há dois meses!... Nós temos sensações únicas em campo. Daquelas que não se encontram noutro emprego qualquer. Passamos, num ápice, do fundo para o topo e vice-versa. Tudo depende das vitórias e das derrotas. Por exemplo, fazer uma defesa difícil nunca é comparável com a conquista de um título, em que se dá uma forte explosão depois de todo um período de intenso nervosismo. Na vida normal, se assim quisermos chamar, não surgem esse tipo de sensações. Eu não sei se vou ter saudades. Sei, isso sim, que vivi muitos dos momentos descritos ao longo destes 22 anos de carreira. Sou feliz por ter feito tudo isso.

-- Julga que o Benfica manterá os mesmo padrões de qualidade na baliza, após a sua saída?

-- Julgo que sim. Não quero estar a alargar-me neste tema, mas tenho uma ideia positiva em relação aos guarda-redes que compõem o plantel. O Nuno Santos é o que conheço melhor. Viu-o jogar três anos em Portugal, ao serviço do V. Setúbal, e esteve sempre bem. Os outros dois são oriundos de países com escola. Enke é internacional sub-21 da Alemanha e Bossio já jogou na equipa principal argentina. Todos eles possuem capacidade para jogar no Benfica. Não vai haver problema.

-- Não há possibilidade de algum deles, nomeadamente o titular, acusar a pressão de suceder àquele que chegou a ser considerado o melhor guarda-redes do Mundo? Por exemplo, quando Vítor Baía se transferiu para o Barcelona, o FC Porto debateu-se com problema desse tipo...

-- Quem joga no Benfica sofre sempre uma natural pressão. Na baliza ou em qualquer outro lugar, este é um fenómeno que faz parte da vida de um futebolista.

-- O seu “fantasma” não vai pairar?

-- Não vai pairar. Os guarda-redes que o Benfica possui são pessoas equilibradas. Por outro lado, dois deles nem sequer estiveram em Portugal durante estes anos. Em termos exteriores à equipa, essa é um questão que não pode ser equacionada. Vai comentar-se. Mas, qualquer jogador profissional dá o melhor de si próprio. Estou certo que não vai haver problema

-- É-lhe possível fazer uma análise técnica sobre os três novos guarda-redes do plantel?

-- Não. É muito cedo...

AS NOVAS FUNÇÕES

-- Está satisfeito com as funções que lhe foram atribuídas?

-- Vou realizar outro trabalho, que vai ser importante. A minha retirada nada tem de complicado. Não vou cair num buraco. Estarei ocupado, o que é muito bom para mim.

-- Importa-se de explicar as áreas em que irá incidir o seu trabalho?

-- É um trabalho de relações internacionais. Abrange variadíssimos aspectos. Não quero, por razões óbvias, entrar em detalhes. São assuntos do foro interno do clube.

-- Mas pode, pelo menos, dar um exemplo?

-- Era para me deslocar à Alemanha, para assistir ao Benfica-Borrussia de Dortmund. Se tivesse ido, iria encontrar-me com o director desportivo do clube germânico. Não vou dizer para quê, mas terei de estar sempre atento a tudo o que se passa no mundo do futebol. Neste caso, a minha acção abrangerá apenas o plano externo, nunca o interno.

-- Sabe-se que vai estar presente nos sorteios da UEFA, manter-se-á atento ao mercado futebolístico, à duração dos contratos dos jogadores europeus, e privilegiará, também, os contacto com empresas internacionais. Mas vai observar potenciais reforços do Benfica?

-- Não sei. Se for desejo do clube... As minhas funções não assim tão específicas. Não é um trabalho de A a Z.

-- E neste diferendo com o Rosenborg, a propósito da transferência de Rushfeldt? Teve alguma intervenção?

-- Não respondo...

-- Está a trabalhar desde o dia 7 de Julho. O que já fez, desde então?

-- Nas primeiras semanas elaborei um plano de organização do meu trabalho, que tive ocasião de o colocar à disposição do presidente do Benfica. Depois disso, realizei uma viagem ao estrangeiro para tratar de assuntos relacionados com o clube. Não vale a pena perguntar quais... Aliás, as minhas relações com a Imprensa vão ser nulas, a não ser que o clube diga o contrário. Não vamos falar muito, até porque não pretendemos que os outros clubes copiem as nossas ideias.

"ESTAREI EM CAMPO UM OU DOIS MINUTOS"

Michel Preud'homme não quer prejudicar a preparação do Benfica nesta pré-temporada. Mesmo elegendo o momento da despedida da sua despedida do público como o ponto alto do jogo desta noite, o belga vai permanecer muito pouco tempo em campo, pois, segundo admite, não se sente em condições de alinhar durante 15 ou 20 minutos, o período inicialmente previsto.

-- Quantos minutos vai jogar com o Bayern de Munique?

-- Inicialmente, o presidente pediu-me para que actuasse 15 ou 20 minutos. Mas trata-se de um jogo muito importante para o Benfica, especialmente por ser o primeiro no Estádio da Luz. Só deverei estar em campo um ou dois minutos...

-- O próprio Jupp Heynckes disse, durante o estágio de pré-temporada, que o Preud'homme poderia estar em campo o tempo que desejasse. Porquê só um ou dois minutos?

-- A ideia é despedir-me do público, só isso. Não quero estar a influenciar a preparação da equipa. Para que pudesse jogar os tais 15 ou 20 minutos inicialmente previstos, era necessário que tivesse realizado todo o trabalho de pré-temporada, o que não aconteceu. Aliás, já todos chegámos a um consenso nesta matéria. Estarei um ou dois minutos em campo, logo no início da partida, chuto a bola para fora e, de seguida, vou agradecer aos adeptos todo o carinho por eles dispensado nestes cinco anos.

"SAÍDA DE OVCHINNIKOV SUEPREENDEU MUITA GENTE"

Preud'homme preferiu não tecer comentários alargados sobre a saída de Ovchinnikov, aquele que foi apontado, nos últimos anos, como o sucessor do belga. O novo consultor limitou-se a assinalar a surpresa que a venda do russo constituiu, sem emitir, contudo, quaisquer juízos de valor.

-- Como encarou a saída de Ovchinnikov do Benfica?

-- Não conheço a vida dele. Mas foi uma surpresa para muita gente.

-- Para si também?

-- Soube pelos jornais, como todas as outras pessoas...

-- O Benfica fez bem em vender aquele que era apontado como o seu sucessor?

-- Não sei. Não sou eu que faço a gestão do plantel. Não conheço o processo, pelo que não vou estar a julgá-lo.

-- A propósito da saída do Ovchinnikov, foi voz corrente, durante o estágio de pré-temporada, que o plantel principal do Benfica só deveria possuir três guarda-redes. Heynckes admitiu-o, Enke, por seu turno, defendeu abertamente a tese, referindo mesmo que qualquer equipa trabalha melhor desta forma. Que opinião tem sobre este assunto?

-- Três é o número habitual. Em alguns clubes belgas, por vezes, são apenas dois os guarda-redes, o que se torna aborrecido nos treinos de conjunto, no caso de um deles se lesionar.

-- Mas julga que o ideal são três ou quatro guarda-redes?

-- Depende da organização de todo o trabalho. Mas um técnico de guarda-redes treina habitualmente três elementos.

"GRANDE LACUNA DA MINHA CARREIRA FOI NÃO CONSEGUIR O TÍTULO NO BENFICA"

Na hora do adeus, Michel Preud'homme só lamenta o facto de não ter conseguido um título nacional ao serviço do Benfica. O belga não esconde a frustração, embora sublinhe que a passagem pelos encarnados esteve longe de constituir um fracasso em termos desportivos.

A dimensão do clube e forma como os adeptos portugueses vibram com o futebol, fazem com que Preud'homme acabe por eleger o Benfica como um marco inigualável na sua carreira.

-- Ao longo de 22 anos de carreira, representou apenas três clubes. Em todos eles manteve uma relação muito intensa com os adeptos. Onde gostou mais de jogar? No Benfica?

-- O Standard de Liège era o meu clube de criança. Eu assistia aos jogos na tribuna ainda antes de iniciar a carreira. Depois disso transferi-me para o Malines. No princípio, limitei-me a tentar ser um bom profissional, mas, como o tempo, comecei a ganhar um outro tipo de sentimento. A relação evoluiu. No Benfica, isso também se passou. A ligação foi-se desenvolvendo e tornou-se muito grande. Após três anos e meio, findo os quais se colocou a possibilidade de sair, eu optei por ficar. Tomei, aliás, a decisão de viver aqui, no vosso país. O Benfica é, sem dúvida, o maior dos três clubes que representei. Tem uma dimensão impressionante e mexe com as pessoas de uma forma que não acontece na Bélgica. Merecerá sempre a minha preferência.

-- Durante o período em que foi jogador do Benfica, recebeu uma tentadora oferta do Real Madrid. Lamenta que a transferência não se tenha consumado?

-- Sempre que existiram propostas para mim, eu apresentei-as sempre ao clube. Foi assim com o Real Madrid e com o Fluminense. Aos 37 ou 38 anos, seria interessante a transferência para Espanha, mas eu também não sabia quais as ideias das pessoas em relação ao meu futuro. Senti-me satisfeito pelo facto de Fabio Capello pretender o meu contributo, mas não lamento que a transferência não se tivesse consumado.

-- Que balanço faz destes cinco anos ao serviço do Benfica?

-- Há uma grande lacuna. Não fui campeão. Ganhei uma Taça de Portugal e, em termos individuais, dei sempre o máximo, atingindo sempre o limite de mim mesmo. Aliás, o facto de me terem atribuído este novo cargo está também relacionado com a forma como desenvolvi o meu trabalho. Sinto-me orgulhoso por isso, até porque sou estrangeiro e pude continuar ao serviço do clube.

-- Pode dizer-se que a sua passagem pelo Benfica foi boa em termos sociais e mau em termos desportivos?

-- Esperava ser campeão, naturalmente. Mas o desporto não é só feito de títulos, embora eles sejam muito importantes para um clube como o Benfica. Teria sido mau, isso sim, se não fosse titular ou se realizasse exibições menos conseguidas nos jogos em que actuei.

-- Consegue explicar as razões de o Benfica não ter sido campeão uma única vez nos últimos cinco anos?

-- Isso implicaria uma análise muito profunda e ninguém conseguiria tirar todas as conclusões.

-- É capaz de eleger, então, a melhor e a pior fase do Benfica durante este período?

-- Houve, curiosamente, fases boas e más em todos os anos. Existiram sempre altos e baixos em todas. Posso citar os exemplos da primeira e da última época. No ano da minha estreia, começámos bem o Campeonato. Vencemos os três primeiros jogos e qualificámo-nos para a fase seguinte da Liga dos Campeões. Na última temporada, também estivemos sempre muito perto do primeiro lugar. Noutras ocasiões, começámos mal e terminámos bem, como foi o caso do ano da vitória na Taça de Portugal, com Mário Wilson.

-- O que não correu bem o ano passado? Souness foi o principal culpado de tudo o que aconteceu?

-- Não vou entrar por aí. A minha maneira de fazer as coisas não é essa. Não vale a pena estarmos cá fora a apontar os nossos erros. Seja de uns ou de outros. A equipa é sempre a principal prejudicada nestes casos. Foi assim que actuei como jogador e essa será também a minha conduta no futuro. Aliás, falar “a posteriori” é ainda pior.

O MELHOR E O PIOR

-- Falemos, então, da sua carreira e voltemos a falar dos pontos altos e baixos. Qual a maior alegria que sentiu enquanto jogador?

-- A conquista da Taça das Taças, ao serviço do Malines, frente ao Ajax. Foi muito importante.

-- Mais importante que ter sido eleito o melhor guarda-redes do Mundo?

-- Claro. Foi um título colectivo, a festa de um clube, de uma cidade, de um país. Quando regressámos, eram quatro horas da madrugada e estava um mar de gente no aeroporto à nossa espera. Mais tarde, no estádio, tivemos outra recepção espectacular. Para vocês, portugueses, tudo isto é normal. Para nós, não.

-- E o pior?

-- Cito dois factos. Não ter sido campeão ao serviço do Benfica e a eliminação no Mundial 90, frente à Inglaterra. Eram os oitavos-de-final. Dispusemos das melhores oportunidades e sofremos o golo no último minuto. Se nos qualificássemos, defrontaríamos, de seguida, os Camarões, uma equipa já cansada pelo esforço desenvolvido. Depois disso, numa meia-final, tudo podia acontecer...

-- O caso do Watershei marcou-o? Ao fim de todos estes anos, precisamente 17, como descreve o que aconteceu?

-- Jogávamos num sábado com eles e precisávamos de um ponto para sermos campeões. Quatro dias mais tarde, disputávamos, por seu turno, a final da Taça das Taças, frente ao Barcelona, precisamente em Camp Nou. Na altura não soube de nada, só mais tarde me inteirei do que se passou. Elementos do nosso clube ouviram dizer que o Watershei tinha um prémio de uma equipa adversária, caso nos derrotasse. Corria a ideia que eles iam jogar muito duro e nós não queríamos ir para Espanha com três ou quatro lesionados, até porque não tínhamos muitas soluções. Fez-se, então, um acordo. Eles jogavam normalmente sem nos magoarem e nós davamo-lhes o prémio de jogo. A maior parte de nós, só se apercebeu disso, quando esse valor nos foi retirado da folha de ordenado... Bom, como resultado, dois anos depois, apuraram-se os factos e consideraram que tinha sido corrupção. A maior parte dos jogadores, eu incluído, foi punida com nove meses de suspensão, à excepção do Gerets que apanhou 15.

-- ...

-- Tudo correu mal nesse dia. Mesmo no fim do jogo, bati com a mão na cabeça do ponta-de-lança do Watershei. Fizemos a festa e viajámos para Espanha. Eu sentia dores e queixei-me. Mas, como tinha 22 ou 23 anos, os meus companheiros de equipa diziam, em tom de brincadeira, que eu era um miúdo e estava com medo de jogar em Camp Nou, com 120 mil pessoas a apoiar o Barcelona. Perdemos 2-1, um resultado natural. Quando cheguei, submeti-me a uma radiografia... Chegou-se à conclusão que eu tinha disputado a final com uma mão fracturada...

22 ANOS DE GLÓRIA

Ao longo de 22 anos de carreira não faltaram títulos e distinções a Michel Preud'homme. Aquele que chegou a ser considerado o melhor guarda-redes do Mundo pendura agora as luvas depois ter conquistado quase tudo a que um futebolista profissional pode aspirar.

Clubes onde actuou :

Standard de Liège (1977-1986)

Malines (86-94)

Benfica (94-99)

Jogos realizados:

504 no campeonato belga

131 no campeonato português

105 para as competições europeias de clubes

Internacionalizações:

58, pela Bélgica

Títulos:

1 Taça das Taças (1988)

1 Supertaça Europeia (88)

3 campeonatos belgas (82, 83 e 89)

2 Taças da Bélgica (81 e 87)

1 Taça de Portugal (95).

Vice-campeão europeu de selecções (80)

Distinções:

Melhor guarda-redes do Mundo (1994)

Melhor guarda-redes do Mundial dos Estados Unidos (94)

Segundo melhor guarda-redes do Mundo (89 e 90)

Soulier d'0r, para o melhor jogador belga (87 e 89)

Troféu Mérito Desportivo da Bélgica (89)

Troféu Fair Play (90).»
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Dia negro para o jornalismo desportivo

O jornal Record publicou isto no dia de ontem... Manipulação de imagem... Se fossem sérios o responsável por isto deveria ser despedido.




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Más notícias no Benfica

Jonas, segundo o jornal Record, só deve voltar às ordens de Rui Vitória em 2017. O melhor marcador da temporada passada está com problemas pós-operatórios (o referido jornal fala numa bactéria hospitalar) e o regresso está muito atrasado.
Apesar de Gonçalo Guedes estar a jogar bem, o SLB está num ciclo de jogos decisivos, e toda a ajuda era bem vinda.



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À mão armada?

Felizmente tenho muitos amigos do Sporting com quem gosto muito de falar de futebol. É bom para ver os dois lados da moeda, uma das coisas mais difíceis no futebol. Para além das queixas de arbitragem e colinho, uma das maiores teorias da conspiração é que quando é o Benfica as capas são gigantes e o embelezamento dos feitos do SLB é muito maior do que o dos rivais. Será mesmo assim? "À mão armada" diz hoje o jornal Record... Desculpem lá mas à mão armada foi a final da Liga Europa do ano passado! E aí a capa já foi diferente...



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Mais que uma Taça!

Em cheio as capas de jornal de hoje


Com o FC Porto é uma questão de honra e de títulos! E da sua soma! Neste momento, o FC Porto tem 74 títulos oficiais e o SL Benfica 69 - sem contar com a Taça Latina exposta no Museu Cosme Damião (uma eterna discussão que não vou começar agora). Claro que um ranking que dá o mesmo valor a uma Supertaça e a um Campeonato Nacional não pode ser levado muito a sério mas há quem se divirta com isto e faça mesmo anúncios de TV.
Ora não eliminar o FC Porto desta Taça é colocar o FC Porto como sério candidato a mais 2 troféus (Taça e Supertaça) nesta luta em que queremos rapidamente voltar ao topo.

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Davam jeito estes pontos gamados

É o jornal Record que o escreve na sua Liga da Verdade 2013 o que tenho vindo a analisar na minha Liga da Verdade (AQUI)



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António Carraça queria Jesus fora e saiu

Importante entrevista de António Carraça ao Jornal Record em que o antigo director desportivo do Benfica explica alguns assuntos da sua curta passagem pelo SLB:

RECORD ? O que correu mal nesta sua segunda passagem pelo Benfica?
ANTÓNIO CARRAÇA ? Todos os projetos de vida ou profissionais têm objetivos. Individuais e coletivos. Do ponto de vista individual, foi um enorme privilégio ter liderado o departamento de futebol profissional do Benfica ao longo de dois anos. Ter estruturado e ser responsável por uma equipa, vasta e multidisciplinar, que deu sempre uma resposta profissional, competente, rápida e totalmente disponível às necessidades da equipa e do treinador, foi para mim um desafio ganho e uma experiência única e apaixonante. Do ponto de vista coletivo, além das vitórias e de muitas prestações de alto nível, o facto de termos falhado nos momentos cruciais obriga-nos, a todos, a assumir o fracasso de não termos atingido os objetivos definidos no início das épocas.

R ? O problema não foi então da estrutura?
AC ? O Benfica tem, na sua globalidade, uma das melhores estruturas do futebol europeu. Sempre defendi, e continuo a defender, que o próximo técnico do clube terá somente de se fazer acompanhar de um treinador de campo da sua confiança. O LAB, nas suas vertentes de Análise e de Fisiologia, o Departamento de Operações, de Segurança, Médico, de Apoio ao Jogador, de Equipamentos, de Comunicação e de Transporte são a estrutura que qualquer grande clube europeu desejaria ter.

R ? Bom, então o que é que correu mal?
AC ? A única coisa que correu mal foi não termos ganho os títulos que deveríamos obrigatoriamente ter ganho. Porque tínhamos a melhor estrutura, o melhor plantel, as melhores condições estruturais de trabalho, o melhor público e o melhor presidente, que nos proporcionou tudo o que uma equipa da dimensão do Benfica terá de ter para atingir o sucesso! Inclusive o seu total apoio e envolvimento.

R ? Sendo assim, saiu porquê?
AC ? Saí porque eu e o presidente entendemos ser a melhor decisão, de forma a defendermos os interesses da equipa e do clube. Ao longo dos meus 40 anos de profissional de futebol, sempre fui a solução e nunca o problema.

R ? E porque é que essa foi a melhor solução?
AC ? A partir do momento em que Luís Filipe Vieira decide renovar com Jorge Jesus, fica claro que a minha saída é inevitável. Quando o presidente, de forma convicta, aposta na continuidade de um técnico, que na minha perspetiva não reunia as condições ? técnicas, psicológicas, de relacionamento humano e de imagem pública ? para continuar a ser treinador do Benfica, este teria de ser o lógico desfecho.

R ? Não ficou magoado com a decisão?
AC ? Pode parecer estranho e contraditório, já que fiquei desempregado, mas aceito e compreendo a decisão do presidente. Do meu presidente. Quem como ele tem trabalhado para que o projeto desportivo do Benfica tenha sucesso, criando, com grande criatividade e engenho, as condições estruturais e humanas necessárias para os títulos, é perfeitamente natural que as opções tenham de se fazer. E essa é a sua função! Por isso é que é o presidente do Benfica com 83 por cento dos votos a sufrágio nas últimas eleições. Continuo, por isso, e porque sou seu amigo, a dar-lhe como sempre o meu apoio. E a defender o seu projeto e a sua continuidade à frente do Benfica.

R ? Acha que Jesus não deveria ter continuado no Benfica por ter perdido as três competições?
AC ? Nos meus relatórios, e ao pormenor, eram abordadas todas as questões estruturais, individuais e de funcionalidade do departamento de futebol. E aí defendi o fim de ciclo do treinador Jorge Jesus no Benfica. Por defender esta decisão, terminou o pequeno ciclo António Carraça.

R ? Sentiu-se como um bode expiatório no final da época? Afinal, foi a sua cabeça que rolou como se fosse o mal de todos os pecados?
AC ? De forma nenhuma. Quem como eu vive do e para o futebol profissional, sabe que o que se passa na realidade não é do conhecimento público. O que transparece na comunicação social é reflexo de falsas confidências, telefonemas com intenções determinadas, influências de amigos, um sem-número de virtualidades que não correspondem à verdade. Não houve bodes expiatórios, tão-somente decisões de índole política e de gestão de prioridades!

R ? Pagou por aquilo que se passou no Jamor na final da Taça?
AC ? Não, mas aconteceram dois factos graves na final da Taça de Portugal. A derrota da nossa equipa, que não poderia nunca acontecer. Nunca poderíamos perder, sem desrespeitar o Vitória, claro, com uma jovem equipa com cinco jogadores da equipa B e quatro meses de salários em atraso. Como não sou jogador ou treinador, a minha responsabilidade no resultado do jogo é tão-somente solidária com a equipa. Eu e a minha estrutura criámos todas as condições para que os jogadores e a equipa técnica tudo tivessem para fazer o seu trabalho.

R ? E o Cardozo?
AC ? O comportamento incorreto de Cardozo para com o seu técnico, eu também não o poderia evitar. Era impossível, pois nesse momento estava junto dos responsáveis da FPF, a tentar apressar as obrigações para a comunicação social e a entrega das medalhas. Por isso não estava perto. Além disso, o jogador em causa é um homem adulto, e responde pelos seus atos e atitudes. Ato que não poderia nunca ter sido protagonizado numa instituição como o Benfica por um seu atleta.

R ? Mas aconteceu?
AC ? Sim, e para resolver esses atos existem o Regulamento Interno e o Contrato Coletivo de Trabalho. O resto das insinuações, da minha pseudorresponsabilidade, de situações acontecidas no Jamor, do não cumprimento ao senhor Presidente da República ? que deveria estar acompanhado pelo presidente do Benfica para este fazer as devidas apresentações jogador a jogador ? e de não presenciarmos a entrega das medalhas aos vencedores aparecem a pedido de ?amigos? que não gostam do meu estilo de gestão e porque alguns pseudocomentadores de televisões e de jornais, que nunca deram nada ao futebol e que vivem desta forma paralela graças a ele, não tiveram coragem nem capacidade de dizer a verdade e explicar por que perdeu o Benfica onde deveria ter ganho!

R ? Já agora: porque não assistiram à entrega da Taça ao V. Guimarães?
AC ? Já tinham passado cerca de 25 minutos do fim do jogo - e o meu dever é proteger os meus jogadores ? e, por outro lado, onde estavam os vencedores aquando da entrega das medalhas aos vencidos?

R ? A agressão de Luisão ao árbitro na Alemanha: acha que lidou bem com o assunto?
AC ? Não houve agressão. Houve sim um contacto um pouco despropositado, que não deveria ter acontecido e que foi inflacionado por um pseudoárbitro, incompetente e comediante. Geri a situação, no sentido de sensibilizar o árbitro e os responsáveis alemães a continuarem o jogo, com pedido de desculpas do jogador e a sua substituição por outro jogador.

R ? Fez tudo o que deveria ter feito?
AC ? Fui sempre impedido de contactar com o árbitro pelos responsáveis do Fortuna. Durante cerca de 20 a 25 minutos, de forma infrutífera, tentei por todos os meios falar com o árbitro, sem me abrirem a porta. Não tenho dúvidas que só a influência e o poderio institucional da Federação alemã proporcionou o desfecho deste incidente. Basta ver os incidentes que acontecem todas as semanas por esse futebol mundial e comparar as sanções.

R ? Na memória ficou a imagem de Carraça e Jesus a rirem-se da situação. Não acha que foi altamente desajustado ao que se estava a passar?
AC ? Isso não é verdade. Não houve qualquer imagem do diretor do futebol a sorrir perante esses acontecimentos. Até porque entrei no relvado, e com o árbitro e dirigentes alemães recolhi logo ao túnel. Além disso, a situação não era para rir.

R ? Como define Vieira como líder?
AC ? É um presidente apaixonado pelo Benfica e pela sua função. Com enorme capacidade de trabalho, solidário, empenhado e com uma visão estratégica para o clube, para o futebol e empresas do grupo Benfica. Conseguiu regenerar por completo a situação financeira e empresarial do Benfica. Criou e construiu estruturas modernas, funcionais e de referência que o tornam num dos maiores clubes do Mundo. Quando obtiver sucesso desportivo, e acredito plenamente que o terá, será o presidente mais importante da história do clube.

R ? O que tem de fazer?
AC ? Terá de apostar, com tempo e estabilidade, em uma ou duas pessoas para trabalhar com ele no futebol. Se virmos o que se passa nos clubes de maior sucesso na Europa e no Mundo, as estruturas pensantes do futebol são compostas pelo presidente e por mais uma ou duas pessoas da sua total confiança. E que trabalham juntos durante mais de uma década. Que assumem, por inteiro, o controlo executivo das áreas do futebol. Sem interferências internas, de administradores, diretores, funcionários, etc. E sem interferências externas, de amigos, empresários, jornalistas, comentadores, que constantemente enviam emails e fazem telefonemas a darem a sua opinião, desajustada do que é a realidade, e que por vezes podem influenciar decisões. A estabilidade e a confiança são fundamentais para atingir o sucesso! Em dez anos, quantos responsáveis pelo futebol teve o Benfica? Que me lembre, quatro ou cinco.

R ? Entendeu-se sempre bem com ele?
AC ? O meu entendimento com Luís Filipe Vieira teve, tem e terá como bases a verdade, o respeito, a comunicação, o profissionalismo, a lealdade e a amizade. Ele sabe que lhe digo sempre o que penso. Mesmo que fique desempregado. Sabe que não defendo interesses pessoais e que acima de tudo está a equipa, o Benfica e a confiança que depositou em mim. Sabe que assumo sempre o que digo e o que faço. Sabe a paixão que tenho pelo meu trabalho. E sabe também que sou profissional do futebol há 40 anos, não tenho fortuna pessoal e nunca ganhei milhões de euros por ano, por isso necessito de trabalhar para viver, mas isso não me impede de ser independente no pensamento e nas decisões e que existem coisas que o dinheiro não compra!

R ? Sentiu-se sempre respaldado por Vieira?
AC ? Sempre me apoiou e me deu, a mim, à estrutura, aos jogadores e à equipa técnica, as condições de excelência de que necessitávamos para ganhar tudo. Sempre apoiou as minhas decisões.

R ? Foi alguma vez desautorizado ou desrespeitado pelo presidente?
AC ? Nunca isso aconteceu, durante os seis anos em que me deu a honra e o privilégio de trabalhar no Benfica e com ele.

R ? Há quem diga que Vieira sacode as responsabilidades quando as coisas correm mal. Concorda?
AC ? De forma nenhuma. Assume as responsabilidades dos seus atos e decisões. E é isso que todos os benfiquistas esperam dele. Por isso votaram em massa no seu projeto e na sua pessoa. Comete erros? Claro que comete! Mas segue em frente, retirando ilações e dando a cara e o peito às balas.

R ? Abandonou o Benfica em junho, mas só recentemente rescindiu o contrato. Porquê?
AC ? O timing foi definido pelo presidente e por mim. Ressalvo o facto de o Benfica ter cumprido todas as responsabilidades a seu tempo assumidas. No Benfica, a palavra e a honra fazem parte do seu código de conduta!

R ? Teve esperança de voltar?
AC ? O meu ciclo Benfica terminou. Com orgulho, prazer e tendo a certeza de que a minha passagem marcou algumas pessoas. Assim como elas me marcaram a mim. Não posso esquecer que muitas delas trabalharam comigo na formação, entre 2004 e 2008, e fui encontrá-las agora no futebol profissional. Assim como dezenas de jovens jogadores que nesses anos iniciaram o seu processo formativo e hoje são promessas do futebol português: Ivan Cavaleiro, Miguel Rosa, Bruno Varela, João Cancelo, Hélder Costa, Bernardo Silva e muitos outros.

R ? Ficou marcado logo no primeiro dia por ter afastado dois dirigentes do campo de treinos.
AC ? Marcado? Porquê e por quem? Não dei, nunca o fiz e nunca darei importância a esses ?fait divers?. Quem me conhece e quem trabalhou comigo, sabe que levo muito a sério o meu trabalho. Que imponho regras de funcionamento, no que concerne à proteção do grupo e blindagem da estrutura, de que não abdico. Que só frequentam os espaços da equipa quem dela faz parte. Toda a gente sabe que sou uma pessoa educada e respeitadora, que não invade o espaço de ninguém. E por isso exijo o mesmo!

R ? Há quem considere que abusou da sua autoridade.
AC ? Sou frontal e direto sempre que tenho de tomar qualquer posição e digo sempre o que penso, cara a cara, olhos nos olhos. Ao contrário de algumas figuras decorativas, ?papagaios? pequeninos, feios e vulgares, de interesses duvidosos e que vagueiam no universo Benfica de forma sorrateira e interesseira, aproveitando todas as oportunidades para aparecerem na fotografia e na televisão. E que, cobarde e intelectualmente mentirosos, desrespeitaram o meu trabalho e o do meu grupo e de forma maldosa teceram comentários acintosos e de falta de solidariedade institucional.

R ? Quem são os papagaios?
AC ? Todos os que estão atentos ao que se passa no clube, sabem a quem me refiro. O que se pode esperar de indivíduos que deixam o seu presidente sozinho, depois de uma derrota humilhante na final da Taça? O que se pode esperar de indivíduos que, mesmo ao lado do gabinete do presidente, traçam cenários de substituição presidencial para as próximas eleições? E, por favor, gostaria de ficar por aqui!

R ? A esta distância consegue explicar por que é que o Benfica falhou nos momentos decisivos?
AC ? Num processo coletivo, todos perdemos e todos ganhamos. É assim que entendo o trabalho de equipa. Onde todos contribuem com os seus conhecimentos, valências, decisões e responsabilidades para o sucesso. Também por isso, todos somos responsáveis, uns mais do que outros, pelos insucessos do coletivo. Mas não poderei, seria hipócrita da minha parte e iria contra as minhas convicções e ideais, no que entendo serem os interesses do Benfica, e porque dei conhecimento, em relatórios escritos ao presidente, deixar de assumir as principais razões por que falhámos nos momentos decisivos: por erros técnicos do treinador Jorge Jesus!

R ? Que erros técnicos?
AC ? Erros técnicos e de decisão duvidosa em jogos nucleares! Por incorreta e pouco inteligente gestão do plantel no que diz respeito à utilização de jogadores fundamentais em jogos onde poderiam e deveriam ser poupados! Por incorreta e insensível utilização de jogadores em treinos e jogos com alguma debilidade fisiológica. Esta é a verdade nua e crua. É a minha verdade.

R ? E nunca confrontou Jesus com esses erros?
AC ? Sempre que o treinador me pedia a opinião, eu dava-a. É importante que os treinadores tenham consciência de que também erram, e que essa consciência, discutida e analisada internamente, possa ser o caminho para a regeneração e para o êxito no futuro. Até porque as suas constantes más decisões podem pôr em risco investimentos de dezenas de milhões de euros.

R ? No final da época não deu conta aos seus superiores hierárquicos do que estava mal e do que deveria ser mudado?
AC ? Sempre reportei ao presidente. E é assim que terá de ser. Só poderemos ter sucesso com duas ou três pessoas a liderarem as áreas do futebol. A informação e o acesso têm de ser cerceados e limitados. E as decisões têm de ser rápidas e corretamente concretizadas. E sem desvios! Porque sempre assumi o que dizia ou fazia, elaborava frequentes documentos escritos a Luís Filipe Vieira, e nos dois finais de épocas entreguei relatórios com mais de 200 páginas. Analisando a atividade, assumindo erros, fazendo críticas, apresentando soluções e caminhos e, em ambos, pondo o lugar à disposição.

R ? E nesse sentido que indicações deu?
AC ? A análise foi pormenorizada e assentou em bases e princípios definidos no início da época. Todos sabíamos o que fazer. Todos sabíamos o que não podíamos fazer e o que não podíamos repetir no segundo ano. As minhas propostas foram sempre alicerçadas em dados concretos. Mas para haver mudança e evolução, temos todos de as querer. De saber trabalhar em grupo. Respeitando o trabalho e responsabilidades dos outros. Respeitando e aceitando a diferença. Ter a real consciência de que não sabemos tudo e que não controlamos tudo. Ter envergadura moral e intelectual, de forma a termos a admiração dos nossos pares. E ser solidário! E interiorizar, em todos os momentos, de que trabalhamos no Benfica. E que somos escrutinados por isso.

R ? Ficou a ideia de que as suas relações com Jesus foram sempre difíceis e conflituosas. Foi assim?
AC ? Todas as pessoas, na sua génese, têm formação e educação diferentes. E por isso adotam comportamentos e relacionam-se com os outros também de forma diferenciada. Tal como já referi, a minha forma de trabalhar tem como base o envolvimento coletivo, em que cada um desenvolve o seu trabalho o melhor que sabe e pode, assumindo as suas responsabilidades a quem lidera. E foi assim com a minha estrutura e com a estrutura técnica. Todos sabíamos qual a nossa função e em que áreas éramos os responsáveis.

R ? Nunca se meteu onde não devia?
AC ? Eu nunca me intrometi ou me intrometo na área técnica, até porque tenho a vantagem e a sensibilidade de ter sido treinador. Mas também, por isso, nunca admiti ou admito que alguém se intrometa na minha área de responsabilidade e gestão. Quem não entender isto, não tem condições para trabalhar num clube como o Benfica. Com a minha estrutura, tudo funcionou perfeitamente e a qualidade do trabalho desenvolvido é prova disso. Fomos uma equipa!

R ? É verdade que quase chegou a vias de facto com o treinador? Em que circunstâncias?
AC ? Para fazermos vincar a nossa autoridade não é necessário chegarmos a situações de conflito direto. Por isso somos seres racionais e inteligentes. E quando confrontados com seres menos inteligentes e menos racionais, só temos de fazer valer essa grande diferença nos nossos atos e posturas. Além isso, eu era o representante do Benfica e do presidente!
Fonte:Jornal Record
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Um FCP-SCP com história

Ainda com o clássico em foco lembro uma das histórias mais inacreditáveis destes grandes jogos portugueses. O trabalho que passo a citar é do jornal Record:

«Um dos FC Porto-Sporting mais marcantes da história dos clássicos entre os dois clubes ocorreu a 19 de Outubro de 1975 por causa de um golo inédito e surrealista de autoria de um apanha-bolas na sequência de um remate de cabeça de Fernando Gomes que saiu junto à rede exterior da baliza de Vítor Damas.

Um "golo-fantasma" que o árbitro Alder Dante sancionou induzido em erro pelo denso nevoeiro que a certa altura se abateu sobre o relvado das Antas e que não lhe permitiu ver o remate do apanha-bolas que anichou a bola no fundo da baliza, presumivelmente através de um buraco na rede.

Incrédulos perante a decisão arbitral, os jogadores do Sporting, com Vítor Damas à cabeça, rodearam o juiz escalabitano na tentativa de lhe fazer ver o erro grosseiro em que estava a incorrer.

Fizeram-no com uma veemência inusitada e genuína, impelidos pela força da razão, mas Alder Dante concedeu apenas consultar o fiscal de linha Baptista Fernandes, consulta da qual resultou a confirmação da decisão tomada. A indignação dos jogadores conduziu a alguns excessos e à expulsão do médio Valter, além de uma paragem do jogo que durou cerca de cinco minutos durante a qual o treinador Juca entrou em campo para tentar acalmar os mais exaltados.

Este golo bizarro, iam decorridos 57 minutos de jogo, repôs a igualdade no marcador (2-2) depois de um início retumbante do Sporting que se adiantou no marcador através de Chico Faria e Manuel Fernandes no primeiro quarto de hora. Nem isso obstou, todavia, a que a equipa leonina, espicaçada no seu orgulho, chegasse à vitória, com um terceiro golo de Baltasar, a um quarto de hora do fim, mesmo reduzida a dez unidades.

No final do jogo, nem a felicidade pela vitória amenizava o tom das críticas ao árbitro Alder Dante por parte dos jogadores leoninos. Vítor Damas foi contundente: "O árbitro cometeu dois erros clamorosos: validar um golo que um apanha-bolas me marcou e expulsar injustamente um digno profissional de futebol. É um facto que houve alguém do Sporting que gritou que o árbitro era um palhaço, mas não foi o Valter."

O próprio Valter confirmou esta versão: "Juro pela saúde do meu filho que não chamei qualquer nome ao árbitro! Só lhe disse para consultar o fiscal de linha. Ele que seja sincero e escreva no relatório aquilo que se passou..."

A reportagem de Record da época dá conta de algumas declarações curiosas de Juca e do próprio Vítor Damas, que invocam o testemunho de António Oliveira, então jogador portista, para confirmar a ilegalidade do golo de Gomes.

"Deus não dorme" – comentou o actual seleccionador nacional após o jogo. O guarda-redes leonino enalteceu a atitude do seu adversário e colega de profissão: "Honesto foi o Oliveira, que nos confessou que se tratara de uma grande asneira do árbitro. O Gomes, que rematou à baliza, o Cubillas e o Murça, que deitou as mãos à cabeça quando viu o árbitro validar o golo, nem sequer o festejaram."


Gomes: «Fiquei com a sensação que tinha sido golo»


Fernando Gomes foi um dos protagonistas desse FC Porto-Sporting por ter sido ele o autor do remate que esteve na origem do golo-fantasma. Revivendo esse momento com Record, confessa-nos que não se apercebeu que não fora golo:

"Foi uma jogada rápida pelo lado direito, com um cruzamento tenso e que eu cabeceei para entrar no canto esquerdo da baliza do Damas. Fiquei com a sensação de que tinha sido mesmo golo e festejei-o como tal."

Segundo Gomes, que se quedou por alguns segundos na expectativa após o seu remate, a bola surgiu logo a seguir na pequena área: "Pensei que tinha sido o apanha-bolas que a chutou da parte de fora da rede, depois de ela ter entrado. É preciso ter em conta que as condições de visibilidade eram más..."

Por essa razão, considera natural que o árbitro tenha sido, também, traído pelo nevoeiro que se abatera sobre o relvado.

Todavia, nem o erro de Dante evitou a vitória do Sporting, cujos jogadores se sentiram espicaçados no seu orgulho. Mas Gomes tem outra perspectiva:

"Os tempos eram outros, o Sporting era nessa altura a equipa mais forte e a vitória surgiu naturalmente. O FC Porto dava os primeiros passos para a hegemonia que consolidou a partir da década de oitenta."


Álder Dante gostaria de conhecer o apanha-bolas


Vinte e seis anos depois, o principal protagonista do célebre FC Porto-Sporting do "golo-fantasma", o ex-árbitro Alder Dante, recorda sem complexos de culpa ou laivos de constrangimento o erro histórico que cometeu. Confessa que iniciou o jogo porque as condições meteorológicas naquele momento o permitiam e só se deterioraram à medida que decorria.

"Se acabasse o jogo com o Sporting a ganhar por 0-2 seria acusado de caseiro; se não acabasse, como sucedeu, acusar-me-iam de o ter feito sem que houvesse condições para tal. Era uma 'faca de dois gumes'. Seria 'preso por ter cão e por não ter'."

Em relação ao lance capital do jogo dá-nos a sua visão do mesmo: "Lembro-me que o Gomes rematou à baliza e a certa altura da trajectória da bola deixei de a ver por causa do nevoeiro. Foi tudo muito rápido. Só a vi no fundo das redes. O Damas e outros jogadores do Sporting correram para mim a protestar, jurando-me que a bola não tinha entrado. Lembro-me que me virei para dois jogadores do FC Porto e lhes perguntei se a bola tinha ou não entrado, ao que eles me responderam que sim. Um deles, mais tarde, mudou a versão, dizendo que a bola, afinal, não entrou, quando se transferiu para o Sporting" [Oliveira ou Gabriel?, os únicos que o fizeram].

Alder Dante reconhece que ficou com a dúvida a pairar-lhe na mente e a atormentá-lo até ao fim do jogo: "Quando temos uma equipa inteira a protestar de forma enérgica a decisão de um lance, é inevitável que a dúvida nos assalte." Uma dúvida que levou Dante a certificar-se de que tinha sido mesmo golo quando Baltasar, a um quarto de hora do fim, selou a vitória do Sporting: "Fui dentro da baliza chutar a bola contra a rede para ver se tinha mesmo entrado."

Na sequência do golo-fantasma, Valter foi expulso e no final do jogo jurou que apenas pedira ao árbitro para consultar o auxiliar. "Alguém chamou palhaço ao árbitro, mas não foi o Valter” – diria Damas, em defesa do seu colega. Alder Dante admite que possa ter errado: "A mim deu-me a sensação de que foi ele."

Curiosamente, no dia seguinte, Dante cruzar-se-ia com a equipa do Sporting no aeroporto de Lisboa, ele a caminho da Alemanha, como fiscal de linha de Francisco Lobo que iria dirigir o Duisburg-Lewski Spartak (Taça UEFA), os leões de partida para a Hungria, onde iriam defrontar o Vasas de Budapeste.

"Estivemos a falar cordialmente das incidências do jogo, com o Manuel Fernandes, o José Mendes, o Damas, que me reafirmaram que não tinha sido golo. Lembro-me de ter dito qualquer coisa do género: "Agora é tarde, já não há nada a fazer."

Um erro do qual Dante se penitenciou logo no dia seguinte ao enviar uma carta à então Comissão Central de Árbitros, assumindo a responsabilidade do erro: "Fui penalizado com uma repreensão por escrito, a única da minha carreira, a qual retardou a minha ascensão a internacional, que deveria ocorrer nesse ano."

Quem Alder Dante gostaria um dia de conhecer era o apanha-bolas que esteve na origem de um dos casos mais badalados de sempre do futebol nacional. "Foi um dos poucos que me conseguiram enrolar nesta vida..."»
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Imagens que falam sobre Proença

Acho que as capas dos jornais desportivos de hoje falam por si. Palavras para quê? Parece que não são só histórias inventadas por preversos benfiquistas... 
Proença pode no final da carreira receber da FIFA ou da UEFA o prémio de melhor árbitro da história do universo mas neste blog será sempre tratado como realmente é: corrupto e anti-benfiquista!


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«Contra o FCP o SLB adulterou tudo»

É o grande artigo que os jornais desportivos de hoje nos trazem: uma entrevista ao treinador bi-campeão nacional Vítor Pereira. Tudo porque o ex treinador do FC Porto explica, ao Jornal Record, por que razão venceu o Benfica no campeonato.

O treinador diz que é um treinador de posse e de pressão intensa quando a equipa não tem a bola, que gosta de ter equipas compactas e bem posicionadas. Para ele: «seria contranatura ir à Luz e procurar jogar fechados e contra atacar porque os jogadores trabalham durante toda a época para dominar, ter bola e pressionar. Não fazia sentido mudar o nosso trabalho durante uma semana. Não vejo o FC Porto ir à Luz como o Benfica veio ao Dragão com as linhas fechadas e a tentar sair em contra-ataque. O Benfica não joga assim contra as outras equipas. Contra nós adultera tudo, foi isso que vi durante os anos que estive no FCP. Isso pagou-se caro. Há um estigma quando defrontam o FCP, há um bloqueio e alteram o seu ADN e a sua forma de jogar.»

Não tenho dúvidas que existe um bloqueio benfiquista contra o FC Porto mas não concordo que tenha acontecido uma alteração no ADN no famoso jogo de Kelvin. Vejo isso muito mais nos jogos da Luz, em que o SLB deixa sempre o FCP entrar a dominar e depois vê o que o jogo dá. Também aconteceu na famosa goleada de Villas Boas no Porto, quando Vítor Pereira estava no banco como adjunto. Mas no jogo do título do ano passado o Benfica até entrou a vencer e estava por cima da partida quando acontece o lance decisivo. Aliás, até é pelos encarnados estarem a tentar vencer o jogo que aquela jogada de contra ataque é possível.
Mas não deixam de ser palavras para reflectir visto que foi um homem que nos venceu e que dão atenção ao maior problema do SLB no campeonato: os jogos com os dragões...

Outro ponto importante da entrevista é quando Vítor Pereira confirma que foi ele que não quis renovar contrato com Pinto da Costa e que acha que não deixou a porta aberta no Dragão porque as pessoas não ficaram satisfeitas por não ter renovado.
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Adesão à Benfica TV é impressionante

Uma opinião credível e interessante do director do Jornal de Negócios:

«A questão é muito interessante do ponto de vista económico. Se a afirmação da Benfica TV quebra o monopólio da Sport TV, como é que o aumento da concorrência obriga os espectadores a pagar mais para ver os mesmos jogos? 

Há várias forças em jogo. Primeiro, tanto o Benfica como a Sport TV parecem perder dinheiro a curto prazo, pois se o Benfica vendesse os seus jogos por 22 milhões de euros (como foi noticiado durante as negociações) a Joaquim Oliveira, corria menos risco e teria mais receita no imediato. Por outro lado, a Sport TV não só tem perdido assinantes por causa da crise como está a lançar preçários mais baixos, logo menos rentáveis. 


Isso significa que ou este duopólio está concertado (o que parece impossível) ou em causa está uma guerra de poder em que o Benfica se emancipa ao poderoso Joaquim Oliveira para se constituir como uma alternativa. 

O Porto e o Sporting não estão hoje preparados para semelhante passo.
Acontece que há outras duas forças em jogo, acima destas: a Zon (controlada por Isabel dos Santos e, em breve, pela Sonae) e a Meo (da Portugal Telecom). 

Sem a PT nunca teria existido a Benfica TV; PT e Zon conseguem mandar hoje na Sport TV. Ora, estas duas empresas estão interessadas em maximizar a receita conjunta dos dois canais de TV, não numa guerra de preços entre eles que destrua valor. 

Os valores de adesão à Benfica TV são impressionantes e mostram que este projeto não foi um fogacho. Com a passagem do tempo, é provável que a Benfica TV ganhe mais conteúdos e venha a subir o preço, ao passo que a Sport TV o descerá. 

É isso que a concorrência aponta. Mas é preciso que, acima da concorrência entre os dois canais, a concorrência entre os dois operadores o permita. 
Se não for assim, os jogos de poder nunca beneficiarão os clientes. Só a Zon e a Meo.»


- Pedro Guerreiro, jornal Record, 8 de Agosto de 2013


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Jornal Record começa a Silly Season

Fiquei chateado, com certeza que fiquei chateado, quando me deparei com a capa do Jornal Record de hoje. Mais um jogador que irá passar a imagem que foi roubado da Luz para o Dragão. Mas desculpem lá, este, como muitos atletas antes de Carlos Eduardo, não consigo acreditar que seja verdade. O que se passou, como tantas outras vezes, foi um jornal a tentar vender mais lançando o nome do SLB à lama. Era bom haver um desmentido imediato de alguém do Benfica.
Até porque não me parece nada um jogador que seja necessário no actual plantel encarnado...
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Jimmy Hagan esquecido nas contas dos nossos jornais

Têm surgido algumas publicações nos jornais desportivos portugueses - Record e ABola - sobre a história dos treinadores do Benfica, com dados relacionados com o total de vitórias e percentagem de sucesso. Feito o seu trabalho jornalístico apontam Jorge Jesus como forte candidato a 2º treinador do SLB com melhor percentagem de vitórias. O problema é que se esqueceram de colocar nestas contas Jimmy Hagan! Um erro grave e que em nada dignifica o trabalho que esses jornais fazem no seu dia a dia.
Para os mais distraídos Jimmy Hagan é um dos maiores treinadores que já treinou em Portugal, é um pouco como se daqui a 40 anos alguém se esquecesse de falar de Mourinho ou André Villas Boas. Jimmy Hagan, entre outros feitos, esteve à frente do melhor registo que uma equipa já conseguiu fazer na história do campeonato nacional. Em 1972/73 conduziu o Benfica a 28 vitórias e 2 empates nos 30 jogos da I Divisão, com 101 golos marcados.
Assim, e para que a história seja bem contada, deixo o quadro de treinadores com melhores percentagens na história do Sport Lisboa e Benfica e peço a alguém que esteja a ler este post e que possa levar a mensagem a quem de direito para que estes erros sejam corrigidos:


Jogos V E D % V
Jimmy Hagan 120 94 14 12 78,3%
Janos Biri 273 195 25 53 71,4%
Jorge Jesus 197 137 31 29 69,5%
John Mortimore 200 139 39 22 69,5%
Ted Smith 119 81 18 20 68,1%
Sven-Goren Eriksson 301 204 56 41 67,8%
Cosme Damião 159 107 21 31 67,3%
Mário Wilson 126 84 23 19 66,7%
Bela Guttmann 188 125 30 33 66,5%
Otto Glória 244 160 44 40 65,6%
Lipo Hercza 153 100 24 29 65,4%
Toni 217 128 57 32 59,0%

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Temas

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