Isto mete-me repulsa
"Limpo como a neve." Sem comentários.
É que já ouvi tantas vezes ao Presidente do SLB este tipo de expressões taxativas quando há alguma polémica... Afinal, onde há fumo há fogo... Como cheirava mal este negócio do Garay...
E assim se queimou uma relação histórica com o Real Madrid.
E por muito que tenhamos razão que este ataque ao Benfica é ilegal e sem precedentes, com timings completamente concertados, como sócios do Benfica temos também de reflectir sobre o que vem a público... A saída de Paulo Gonçalves foi só um início de muito do que tem de mudar. A transição da cadeira de LF Vieira devia já estar a ser preparada...
Agora até já há fruta no Benfica... Que vergonha!
É que já ouvi tantas vezes ao Presidente do SLB este tipo de expressões taxativas quando há alguma polémica... Afinal, onde há fumo há fogo... Como cheirava mal este negócio do Garay...
E assim se queimou uma relação histórica com o Real Madrid.
E por muito que tenhamos razão que este ataque ao Benfica é ilegal e sem precedentes, com timings completamente concertados, como sócios do Benfica temos também de reflectir sobre o que vem a público... A saída de Paulo Gonçalves foi só um início de muito do que tem de mudar. A transição da cadeira de LF Vieira devia já estar a ser preparada...
Agora até já há fruta no Benfica... Que vergonha!
Ora isto de limpinho não tem nada:
«Segundo revelação feita na troca de correspondência interna dos encarnados, o negócio Garay acabaria por se concretizar por um valor total de 13 milhões de €, e não 6, como foi comunicado oficialmente pelo clube da Luz.
A 9 de junho de 2014, dias antes de o negócio ser oficializado, Paulo Gonçalves enviou um e-mail a Luís Filipe Vieira onde explicava os termos propostos pelo Zenit para contar com o argentino. Segundo se pode ler na correspondência, os responsáveis do clube russo “aceitam pagar 6 milhões pela transferência do Garay”, mas ofereciam mais 3 milhões para anular os 10% de mais-valias numa futura transferência de Witsel, acima dos 50 M€, que o Benfica teria direito. Embora o clube da Luz tivesse pedido 4 M€ por essa anulação, “os auditores do Zenit consideram irreal” esse valor, avançando com a proposta um milhão abaixo.
A juntar aos 9 milhões que já seguiam em caixa com Garay e a anulação da percentagem de Witsel, os responsáveis do Zenit “propõem-se pagar 4 M€ para terem o direito de opção de compra, até 31 de agosto de 2015”, de Salvio “por 40 milhões” e de Gaitán, “por 30”.
O Zenit pedia uma “resposta urgente” à proposta apresentada, que já chegara aos 13 milhões de euros, com os valores extra-Garay. E a verdade é que, segundo PG, o empresário Jorge Mendes já havia garantido ao Benfica que o emblema russo não ia “exercer a opção de compra de nenhum deles”, sendo que esta seria “apenas uma forma de conseguir de forma realista completar a operação, pois, caso contrário, a auditoria do clube coloca-lhes reservas”.
Para confirmar todo o negócio, “Jorge Mendes disse que o Zenit estaria disposto a fazer um documento à parte a informar o SLB que não pretende exercer a opção de compra sobre nenhum dos jogadores”, explicava PG a LFV, que, a todo o e-mail, respondeu apenas “ok”, dando a entender que a resposta ao negócio seria positiva.
Oficialmente, a venda de Garay pelo Benfica ao Zenit foi comunicada à CMVM como sendo fechada por 6M€, sendo que, destes, 50% seriam devidos ao Real Madrid, clube que detinha o passe de Garay antes de ingressar no Benfica.
O emblema espanhol avançou com uma queixa no TAS (Tribunal Arbitral do Desporto), duvidando dos baixos valores envolvidos no negócio e afirmando estar a par de ofertas de montantes superiores, como uma oferta de 15 M€ por parte do Bayern Munique. Ainda assim, em dezembro de 2016, o TAS acabou por dar razão ao Benfica.»
O emblema espanhol avançou com uma queixa no TAS (Tribunal Arbitral do Desporto), duvidando dos baixos valores envolvidos no negócio e afirmando estar a par de ofertas de montantes superiores, como uma oferta de 15 M€ por parte do Bayern Munique. Ainda assim, em dezembro de 2016, o TAS acabou por dar razão ao Benfica.»











