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8 pontos

Está a fazer 1 ano...
Como tudo muda rápido no futebol!
Fica o aviso para o líder deste ano...


Recordar é viver e vale a pena ler o que escrevia há 1 ano atrás (AQUI).

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A luva branca de Éder

No meio de toda aquela explosão de alegria e daquela noite mágica nunca me apercebi que Éder tinha celebrado o golo tirando uma luva branca de uma das suas meias. Ritual que aliás sempre realiza depois de apontar um golo. Para alguém que como eu não se apercebeu fica o detalhe:

«No programa Alta Definição, da SIC, Éder, o autor do golo à França que valeu o título de campeão da Europa a Portugal, explicou os rituais que faz nos festejos dos golos que marca.
As mãos em cima do peito significam uma fénix. "É dar a ideia de ter renascido das cinzas. Fiz três operações e renascer disso é complicado."
A luva branca na mão esquerda também tem história: "Tem a ver com a minha história de vida. Não é uma chapada de luva branca como muitos costumam dizer, mas sim com a superação de adversidades", contou, revelando que a luva tem escrita a palavra 'believe' (acredita).»



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Portugal. O bug do milénio

Na baliza, Quim (Braga). À sua frente, quatro homens entre Nélson (Porto), Couto (Lazio), Jorge Costa (Porto) e Rui Jorge (Sporting). No meio-campo, Paulo Sousa (Panathinaikos) orienta Figo (Real Madrid), Rui Costa (Fiorentina) e Simão (Barcelona). No ataque, a dupla sportinguista Sá Pinto e JVP. No banco, o selecionador António Oliveira. Estamos a 3 de setembro de 2000 e é o arranque da qualificação para o Mundial-2002, em Tallinn. Ganhamos 3-1, com golos de Figo, Rui Costa e Sá Pinto.

Avançamos uns quantos anos e já estamos a 19 de novembro de 2013. É o último jogo de qualificação para o Mundial-2014, versão play-off. Em Estocolmo, ganhamos 3-2 com hat-trick de Ronaldo. Na baliza, Rui Patrício (Sporting). À sua frente, quatro homens entre João Pereira (Valencia), Pepe (Real Madrid), Bruno Alves (Fenerbahçe) e Coentrão (Real Madrid). No meio-campo, Moutinho (Monaco), Miguel Veloso (Dínamo Kiev) e Meireles (Fenerbahçe). No ataque, Hugo Almeida (Besiktas) puxa os centrais para trás na tentativa de estender a passadeira aos extremos Nani (United) e Ronaldo (Real Madrid).

Para quê esta lenga-lenga toda? Nem sequer há um único elo de ligação. Calma rapaziada. Fala-se das qualificações para o Mundial. As de Portugal. De 2000 a 2013, a seleção faz 46 jogos. O primeiro é o tal 3-1 em Tallinn. O último é o fascinante 3-2 em Estocolmo. Voltamos amanhã a essa contabilidade, com a Suíça, em Basileia. É o 47.º jogo de apuramento para os Mundiais desde a chegada do ano 2000. Sabe dizer-nos quantas vitórias acumulamos? Isso é um 31. Da armada? Nope. É mesmo um 31. Ao todo, 31 vitórias. Ah, bom. Clap clap clap, aplausos. Somos merecedores de aplausos pela elevada percentagem de sucesso. E empates, quantos temos? É um 31. Da armada? Nope, again. É mesmo um 31. Só que invertido. Habemus 13 empates, uns mais escandalosos que outros. Como aquele 2-2 em Vaduz, com o Liechtenstein, em que entramos a ganhar 2-0 e sofremos dois golos de uma equipa de amadores. Ou como aquele 0-0 em Braga, com a Albânia. No final, Carlos Queiroz falha o flash interview com esta justificação engraçada: “Há muitos elevadores e escadas no estádio.”


Queiroz. Ainda bem que o homem aparece no texto. Até parece de propósito. Não é, acredite. Acontece que o homem tem aqui uma história com a gente em matéria de Mundiais. Ora bem, vamos lá a contas. Se ganhamos 31 jogos e empatamos 13, isso dá 44. Faltam dois. Ou melhor, duas. Derrotas. Sóóóóó? Isso mesmo, só. É obra. É Portugal Continental e ilhas (obrigado Pauleta, Eliseu, Ronaldo e afins) no seu melhor. Quais são, quais são? A impaciência é grande, enorme. A malta quer saber. Antes de mais, a Malta não é tida nem achada para este assunto. Quer dizer, ganhamos-lhe 4-0 lá, 4-0 cá. Com o professor Queiroz. O tal.

O tal que contabiliza a primeira derrota nacional em qualificações para os Mundiais desde 2000. Em Alvalade, a uma quarta-feira, 10 de setembro de 2008. No apito, o catedrático Howard Webb (Inglaterra). Eles, os “maus”, vestem-se de branco. Nós, os “bons”, de vermelho. Hugo Almeida cruza e Nani empurra, 1-0 aos 42’. Penálti sobre o capitão Nuno Gomes e Deco transforma, 2-1 aos 86’. Daí para a frente, é um triste fado, escrito por Poulsen (89’) e Jensen (90’+1). A Dinamarca ganha 3-2. O onze inclui nomes como Quim (Benfica); Bosingwa (Chelsea), Ricardo Carvalho (Chelsea), Pepe (Real Madrid) e Paulo Ferreira (Chelsea); Raul Meireles (Porto), Maniche (Atlético Madrid) e Deco (Chelsea); Nani (United), Hugo Almeida (W. Bremen) e Simão (At. Madrid) (cap). Ou seja, nenhum leão em Alvalade. Poissss. Assim é complicado, amigos.

Passam-se uns jogos, viram-se uns anos, olá 2012. Mais precisamente, 12 de outubro. Em Luzhniki, a espinha dorsal do Euro-2012 está lá, com a grande maioria a chamar a si o protagonismo. Casos de Rui Patrício (Sporting), João Pereira (Valencia), Pepe (Real Madrid), Bruno Alves (Zenit), Coentrão (Real Madrid), Miguel Veloso (Dínamo Kiev) e Moutinho (FCP); Nani (Man. United), Postiga (Saragoça) e Ronaldo (Madrid) (cap). O único intruso, por assim dizer, é Ruben Micael (Braga). Um golo madrugador de Kerzhakov, aos 6’, atira-nos ao tapete e nunca mais nos levantamos. Quer dizer, até sairmos de Moscovo. A partir daí, voltamos à cepa torta: empates assim-assim e vitórias categóricas, como aquelas duas dos hat-tricks de Ronaldo, em Belfast (4-2 à Irlanda do Norte) e Estocolmo (3-2 à Suécia). Desta vez, em Basileia, o capitão está fora. Por lesão. Amanhã, lá teremos de puxar carroça sem ele. Caso contrário, será um 31. Da armada.

Fonte: Rui Miguel Tovar in Observador.pt
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Campeão Europeu!

É hoje quarta-feira e ainda me caem lágrimas ao ver imagens de Domingo! Mágico! Que sonho! Obrigado Fernando Santos! Obrigado Capitão CR7! Obrigado aos 23 jogadores heróis nacionais! Obrigado Portugal!



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Campeões da Europa!!!

Uma imagem para a história! Ainda não caí em mim! Viva Portugal!


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Até os comemos!!!!!!

Força Portugal!!!!


(ilustração de José Paulo)
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Como Fernando Santos construiu uma equipa

A partir de uma ideia elementar - dar as melhores condições ao melhor jogador (CR, claro) -, puzzle foi sendo montado. Ausência de pontas-de-lança e abundância de médios ajudaram a encaixar as peças

Há muito tempo que Fernando Santos sabe como quer que Portugal jogue neste Europeu. Ou qual o modo teoricamente mais eficaz de organizar os jogadores em campo. Sigamos os passos:

1 - Percebeu cedo que não é possível ter a equipa equilibrada com Cristiano Ronaldo colocado na ala esquerda. O jogador que melhor ataca é também o que menos defende - e não há mal nisso, Messi também é assim. Pelo que, quando o adversário tem a bola, não se pode contar com CR7 para ocupar com eficácia um corredor lateral. Paulo Bento fez a enésima tentativa de o conseguir no Mundial do Brasil, pedindo a Raul Meireles ou Moutinho que fechassem o lado esquerdo, mas não foi bem-sucedido. No Real Madrid, alguém tem de se colocar na proteção ao lateral Marcelo, seja James ou Isco (quando jogam) ou até Kroos (também por isso a equipa melhorou com Casemiro, que permite a Kroos estar mais perto de acudir ao flanco). Ronaldo já não é um extremo a atacar - cada vez mais um avançado-centro, com liberdade para surgir onde possa cheirar o golo - mas sobretudo nunca foi um ala a defender. Por aqui, o sistema de jogo estava encontrado e partia de uma estrutura 4-4-2, em que Ronaldo estava dispensado de tarefas defensivas;
2 - A seguir, o selecionador procurou mas nunca encontrou o ponta-de-lança que pudesse ser o complemento para Ronaldo. Postiga já não era o mesmo, André Silva ainda não é o que irá ser, Lima não estava naturalizado, Nelson Oliveira lesionou-se após uma época interessante, a Hugo Vieira faltava dimensão e Éder, a despeito do bom momento que atravessa, não é nem um titular óbvio nem o parceiro tático ideal para Ronaldo. Consequência: o 4-4-2 ia viver de mobilidade dos dois homens da frente e, falhada também a experiência Danny - mais forte de trás para a frente, testado antes de se lesionar -, restava Nani, pela qualidade e pelo sentido tático que desenvolveu com os anos e lhe permite jogar mais atrás ou mais à frente, nos corredores laterais como na zona central. Só o momento exuberante de Quaresma alterou o curso deste raciocínio linear, embora a pequena lesão que o afeta deva fazer que Portugal comece o Euro com o onze previsto até há um par de semanas;

3 - Na defesa, um problema: a maturidade dos centrais tem no reverso da medalha um défice de velocidade. Pepe é a exceção, apesar dos 32 anos, que as demais opções são jogadores que nunca foram rápidos, como Bruno Alves e Fonte, e Ricardo Carvalho, que, apesar da classe natural e nos seus incrivelmente competitivos 38 anos, não se desloca com a rapidez de outrora. A consequência é a dificuldade em controlar a profundidade defensiva, ou seja, quanto mais metros a seleção quiser ter entre a linha defensiva e a sua própria baliza, mais dificuldade terá em não sofrer com os lançamentos longos do adversário. Além de que, para se protegerem da falta de velocidade, os próprios jogadores acabam por fazer que a equipa jogue menos subida, comprometendo a intenção - que parece evidente para os primeiros jogos - de pressionar mais alto os adversários (e o que define se o bloco está a pressionar mais ou menos alto é precisamente a colocação da linha defensiva);

4 - A ideia de jogo inicial poderia ser a de um bloco menos subido, para conceder menos espaço nas costas e proteger os centrais, aproveitando o espaço à frente com a velocidade de Ronaldo, Nani, mas também Quaresma ou Rafa. No fundo, Portugal voltaria a apostar mais no contra-ataque como fez noutros campeonatos, reconhecendo não ter alguns jogadores essenciais para proceder de outra forma. Dois fatores vieram alterar este cenário: o sorteio da fase de grupos, que colocou Portugal perante equipas teoricamente mais frágeis e que dificilmente assumirão iniciativa de jogo, e a emergência de vários médios de qualidade, como João Mário, André Gomes, Adrien e Renato Sanches, que, com Moutinho, reclamam que a seleção queira ter a bola mais tempo, assumindo maior controlo de jogo e esperando em posse o momento certo, seja para acionar os avançados ou mesmo os laterais levezinhos e de perfil ofensivo (Raphael Guerreiro e Cédric) que exploram os corredores;

5 - É esta existência de médios de qualidade mas também rotativos que permite a Fernando Santos pensar numa pressão mais alta nos primeiros jogos - a começar hoje e tal como ensaiado com a Estónia - e foi por isso o recado a Danilo após o último teste, que um bloco só é eficaz se avançar e recuar de modo compacto. A ação de Moutinho, de garantir a pressão no corredor central perto da área contrária, tem de ser acompanhada de uma subida do médio defensivo e dos centrais de modo a atingir os objetivos estratégicos: impedir que a Islândia tenha espaço para sair a jogar e permitir que Portugal recupere a bola mais perto da baliza contrária. Ofensivamente, há sempre dois médios - João Mário e André Gomes - que surgem da ala para dentro, para jogar em espaços curtos na aproximação aos atacantes, mas que também sabem variar e atacar "por fora", mais junto à linha, de modo a tornar o jogo menos previsível;

Uma nota final de aviso: a Islândia não é o adversário mais forte para já - será a Áustria -, mas também não é a Estónia. Mais: foi segunda no grupo de qualificação que provocou a principal ausência deste Europeu, a da Holanda, a quem os islandeses ganharam duas vezes.

UM DUELO A SEGUIR

Ronaldo vs. Sigurdsson

Entre os 300 mil habitantes da Islândia, dois futebolistas se destacaram nas últimas décadas e estão ambos em França: Eidur Gudjohnsen, antigo jogador do Barcelona e que aos 37 anos recebe um prémio de carreira, e Gylfi Sigurdsson, o craque atual, a jogar no Swansea da Premier League, onde sempre brilhou mais do que na passagem pelo Tottenham. Se Portugal tem um jogador estratosférico, Ronaldo, a Islândia tem em Sigurdsson alguém claramente melhor do que os demais, autor de seis golos no apuramento, incluindo os três que ditaram vitórias frente à Holanda. Cristiano Ronaldo é o que sabemos, talvez o avançado mais completo da história do futebol, e com certeza um dos melhores. Corre como poucos, chuta como ninguém, mas também assiste, dribla e cabeceia. E ainda tem tomahawks guardados para quando a bola não mexe. Gylfi Sigurdsson não sobe tão alto mas é cérebro e técnica, médio que organiza, que progride, passa e finaliza. Dele depende a melhor Islândia e dos seus pés sairá o perigo maior para a baliza de Rui Patrício.


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ARREPIANTE!!!!!

Este gajo tem um jeito para isto!!!! Grande vídeo Guilherme Cabral! Força Portugal!



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O diesel de Cristiano Ronaldo

Sabemos como o craque da Seleção gosta destas coisas e de como isto o motiva! A estes recordes eu juntaria outro: o primeiro capitão português a levantar um grande troféu internacional!




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O campeão com mais pontos


Foram muitos os recordes do Benfica de Rui Vitória 2015/16 mas há um que tem sido mais falado: de o maior número de pontos absolutos no final de um campeonato nacional. É verdade que os 88 pontos são um recorde mas é preciso referir que muitos campeões do passado em que as vitórias só valiam 2 pontos tiveram muito maior percentagem de aproveitamento. Já para não falar que o número de jornadas total está sempre a mudar.

O Benfica terminou a Liga com 88 pontos em 102 possíveis, o que lhe sublinhou um rendimento de 86,2 por cento. É uma eficácia interessante, merecedora de aplausos e que permite a Rui Vitória recolher um elogio: fez melhor do que Jorge Jesus.

Apesar de tudo, Rui Vitória está apenas no 23º posto de campeões com melhor rendimento de pontos de sempre, muito longe do top-ten e atrás, por exemplo, do FC Porto de André Villas-Boas e do FC Porto de Vítor Pereira, os melhores dos últimos anos.

O Benfica de Trapattoni, em 2004/05, recorde-se, foi o campeão com pior rendimento de sempre (64%), enquanto o de Jimmy Hagan em 1972/73 é o que detém o melhor registo.



Os melhores campeões

1) 1972/73 Benfica (96,7%)
2) 1939/40 F.C. Porto (94,4%)
3) 2010/11 F.C. Porto (93,3%)
4) 1962/63 Benfica (92,3%)
5) 1984/85 F.C. Porto (91,7%)
6) 1971/72 Benfica (91,7%)
7) 1994/95 F.C. Porto (91,2%)
8) 1990/91 Benfica (90,8%)
9) 1946/47 Sporting (90,4%)
10) 1969/70 Sporting (88,5%)
1963/64 Benfica (88,5%)
1960/61 Benfica (88,5%)
1987/88 F.C. Porto (86,8%)
2012/13 F.C. Porto (86,7%)
1989/90 F.C. Porto (86,7%)
1983/84 Benfica (86,7%)
1979/80 Sporting (86,7%)
1959/60 Benfica (86,5%)
1949/50 Benfica (86,5%)
1950/51 Sporting (86,5%)
1945/46 Belenenses (86,3%)
1941/42 Benfica (86,3%)
2015/16 Benfica (86,2%)
1943/44 Sporting (86,1%)
1936/37 Benfica (85,7%)
1982/83 Benfica (85,0%)
1977/78 F.C. Porto (85,0%)
1976/77 Benfica (85,0%)
2009/10 Benfica (84, 4%)
2002/03 F.C. Porto (84,3%)
2014/15 Benfica (83,3%)
1980/81 Benfica (83,3%)
1978/79 F.C. Porto (83,3%)
1996/97 F.C. Porto (83,3%)
1975/76 Benfica (83,3%)
1944/45 Benfica (83,3%)
1942/43 Benfica (83,3%)
2011/12 F.C. Porto (83,3%)
1988/89 Benfica (82,9%)
1966/67 Benfica (82,7%)
1964/65 Benfica (82,7%)
1961/62 Sporting (82,7%)
1957/58 Sporting (82,7%)
1952/53 Sporting (82,7%)
1955/56 F.C. Porto (82,7%)
1953/54 Sporting (82,7%)
1995/96 F.C. Porto (82,3%)
1991/92 F.C. Porto (82,3%)
2013/14 Benfica (82,2%)
1937/38 Benfica (82,1%)
1940/41 Sporting (82,1%)
1938/39 F.C. Porto (82,1%)
1986/87 Benfica (81,7%)
1985/86 F.C. Porto (81,7%)
1973/74 Sporting (81,7%)
1974/75 Benfica (81,7%)
1965/66 Sporting (80,8%)
1948/49 Sporting (80,7%)
2003/04 F.C. Porto (80,4%)
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Eu amo o Benfica

Infelizmente e com grande pena minha estes últimos dois anos não tenho conseguido escrever tanto como queria, anos que para um benfiquista têm sido cheios e gloriosos. Apesar de não ter tempo para o blog tenho ido sempre ao Estádio da Luz e acompanho tudo ao detalhe como é óbvio. Este ano comprei o Red Pass para uma zona em que não costumava comprar: 3º anel em baixo (Inferior). Foi excelente escolha e tive uma visão do jogo muito mais próxima.

Mas há uma história que tenho de partilhar, uma história de benfiquismo e amor ao futebol. Toda a temporada tive um senhor já nos seus 80 e muitos atrás do lugar onde me sentava. Um senhor que se via facilmente já estava doente e com problemas de saúde. Se perdeu um jogo foi muito, vi-o a soltar uma lágrima quando o Jiménez meteu o golo ao Bayern e a chorar no final do jogo que carimbou o 35!

No meio daquele festa e emoção toda fui dar um aperto de mão ao senhor e dar-lhe um abraço. Meti-me com ele já não me lembro com que palavras e ele muito sério puxou-me e baixinho, para as pessoas que estavam com ele não ouvirem, disse-me: "eles não queriam que eu viesse, mas eu tenho de vir, não consigo estar longe daqui."


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Parabéns Presidente Vieira

É o grande vencedor da época 2015/16! Luís Filipe Vieira, o Presidente do Sport Lisboa e Benfica, ganha a todos os níveis a aposta estratégica que fez no final da última temporada. Arriscou mudar a agulha do clube e consegue vencer o título nacional, o seu 5º como Presidente do SLB.


Fui muito muito crítico da decisão de mudar a estratégia do futebol profissional quando o clube estava numa onda vencedora mas, hoje, tenho de dar o braço a torcer e dar todo o mérito para a visão e a capacidade de gestão do homem forte do Benfica. Parabéns Presidente!
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Chegou o dia

É o dia de todas as decisões! Termina hoje mais uma edição do campeonato nacional e para os adeptos hoje é um dia especial. É dia de acordar com o coração já a bater forte, dia de ansiedade e espera pelo apito inicial, dia de estar com os amigos que sofrem da mesma doença e sobre tudo dia de festa!

Pela 10ª vez Benfica e Sporting, os eternos rivais de Lisboa, chegam à última jornada a lutar pelo título e, particularmente, este ano como a disputa foi intensa e como os dois merecem estar nesta última jornada com esperança em celebrar o título. Apesar de estratégias claramente diferentes, e falo da comunicação, temos de reconhecer a qualidade destas duas equipas que vão terminar com pontuações históricas.


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Até ao último minuto, até à última gota de suor

Gosto muito desta publicidade ao jogo deste Domingo. Diz muito em pouco tempo. Vou ter saudades dos jogos do SLB transmitidos pela BTV pois têm um tratamento diferente daquele dado pela Sporttv:


Se é verdade que o Benfica ainda não venceu nada este artigo que encontrei no jornal ABola é de uma importância gigante e revela uma mobilização fantástica em toda a temporada:

«A luta pelo tricampeonato tem atraído gente como nunca ao Estádio da Luz. Em termos de média, esta é a temporada em que mais espectadores têm estado presentes no recinto encarnado: contabilizando todas as provas e já com lotação esgotada no próximo domingo, na receção ao Nacional, para a última e decisiva jornada do Campeonato, irão passar pela casa da águia 1.131.833 pessoas esta época. 

O que, feitas as contas pelas 24 partidas (a segunda época completa com menos desafios, a par de 2008/09), chega a uma média de 47.160 adeptos por jogo, ou seja nunca a nova Luz esteve tão cheia.»


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Jovens promessas

O FURA-REDES a acompanhar a nossa Seleção no Campeonato Europeu sub-17 e é impossível não ficar esperançoso com o que até agora se viu. Se os resultados são determinantes, e com isso, desta vez, não nos podemos queixar – até agora -, a performance da equipa tem sido o principal foco de destaque. Resultados estes que vêm da fase de qualificação, em que Portugal em 6 jogos empatou só um, com 20! Golos marcados e apenas 3 sofridos.

Um grupo português que desde já se distingue pelo espirito de equipa e disciplina tática de todos os jogadores (e falo mesmo de todos, não só dos 11 que entram de inicio). É uma equipa que ataca junta, defende junta, as três linhas movem-se em conjunto e há sempre pelo menos duas linhas de passe e em que o individualismo, embora seja encorajado, não se sobrepõe ao passe e ao trabalho de equipa. É uma seleção muito coesa e constante, algo que se nota especialmente neste último jogo com a Bélgica em que jogámos sem alguns titulares mas a equipa continuou com o mesmo plano de jogo. 

A execução não foi, evidentemente a mesma, num jogo que acabou 0-0 e em que Portugal sentiu algumas dificuldades sobretudo nas transições, quer ofensivas, quer defensivas. A Bélgica era, teoricamente, o adversário mais forte do grupo em que Portugal se encontrava, o que ficou provado neste confronto (tendo-se qualificado em 2º lugar no grupo), sendo as outras seleções a Escócia e o Azerbaijão (seleção que joga em casa). Portugal qualificou-se em primeiro lugar neste grupo A com 7 pontos em 9 possíveis e vai jogar nos quartos-finais com a Áustria.

O talento individual é outro aspeto que salta à vista neste Portugal sub-17. Maior destaque tem de ir para, obviamente, o José Gomes, jogador juvenil do SLB, que conta 3 golos em dois jogos nesta fase final do europeu – não jogou no jogo de hoje - mais 5 golos na fase de qualificação. O avançado, que está neste momento empatado com Otto da Alemanha, para melhor marcador da prova é um avançado que se nota pela força e pela finalização em dois toques.

Nota mais para os criativos desta Seleção que apoiam José Gomes, com destaque para Dju, também do SLB, jogador que cria muitos problemas com a sua velocidade e finta. João Filipe, outra promessa do Benfica tem estado aquém das expetativas nesta fase final, tendo sido o melhor marcador da fase de qualificação para este campeonato europeu (7 golos em 6 jogos).

O meio campo parece ser a área de maior qualidade da seleção com três jogadores de grande calibre, de modo especial, na circulação de bola e oportunidades que criam: Gedson Fernandes do SLB (empatado em 1º como melhor assistente, duas assistências); Miguel Luís do SCP que tem estado a ótimo nível com 1 golo e 1 assistência; Domingos Quina, do West Ham United, que já fez um golo espetacular e é um dínamo na forma como transporta a bola para o ataque.

Por fim mas não pela sua qualidade, a defesa de Portugal tem impressionado, até agora não deixando os seus adversários marcarem nenhum golo (aspecto que já vimos acontecer em outras equipas de jovens portuguesas, especialmente aquela equipa de sub-20 que fez segundo no Mundial e que tinha o Mika na baliza). Nota mais para os centrais do FCP, Diogo Leite e Diogo Queirós, o capitão que são muito sólidos e ajudam o guarda-redes, Diogo Costa, também do FCP a ficar tranquilo na defesa da baliza (embora tenha sido chamado mais neste jogo contra a Bélgica e tenha feito algumas defesas importantes). Os laterais são os grandes responsáveis pelo dinamismo do jogo português, apoiando muito o ataque ao mesmo tempo que fecham muito bem os espaços na defesa. Destaque para Diogo Dalot, defesa direito do FCP e Rubén Vinagre, defesa esquerdo do SCP.

Poderá parecer que estamos seguros que esta seleção nos dará o título europeu. Nunca havendo garantias no futebol, e muito menos com as seleções portuguesas que têm tido pouca sorte nos jogos a eliminar nestas competições internacionais, podemos ao menos dizer que, independentemente do que possa acontecer, já podemos sentir orgulho e esperança, por esta grande equipa que está a jogar futebol bonito e pelas várias promessas portuguesas que estão aqui a dar os seus primeiros passos com grande estilo.
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Uma eliminatória para lançar o futuro

Se o Benfica quiser apostar seriamente neste grupo ficou provado que estes meninos podem lutar pela vitória nesta prova da UEFA. Penso que os responsáveis do Benfica devem pensar seriamente em apostar tudo, como aliás o Estádio da Luz pedia antes do apito inicial (All In), neste plantel e não cair nas tentações dos euros fáceis e das conversas dos agentes.

Não me lembro de um grupo de trabalho que tenha, no primeiro ano de treinador e de muitos dos titulares, ainda por cima com muitos jogadores sem experiência, vencido a Liga dos Campeões. Este ano pedir mais era difícil. Por outro lado, os vencedores destra prova milionária têm sido equipas que apostam a longo prazo, que têm o grupo junto, pelo menos há 3/4 anos, e que chegam consistentemente às fases avançadas da prova. O Bayern vai para a 5ª semi final seguida, olhemos para o Barcelona e a aposta num grupo forte de jogadores da cantera, porque não para o Real Madrid que gastou milhões com Ronaldo, Bale, James e outros para trazer a 10ª.

É isto que peço a Luís Filipe Vieira e a Rui Vitória: apostem nestes jogadores a longo prazo, saídas vão sempre haver mas que em cada temporada abandone um ou, no máximo, dois titulares e o Benfica pode conquistar a 3ª. 


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Roubados!

Escândalo em Munique! Mas quero primeiro dar o mérito devido ao jogadores e treinador do Benfica! Um jogo top num dos estádios mais difíceis do mundo! Fizeram tudo bem menos um lance no primeiro minuto! Depois como tem sido habitual, sempre que o SLB chegou ao quartos de final desta prova da UEFA, o árbitro não deixou.


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Vitória histórica no Bessa

Após a vitória por 0x1, esta noite, no Bessa mesmo ao cair do pano, o Benfica de Rui Vitória fez história. Esta foi a décima primeira vitória consecutiva dos encarnados, esta época, fora do seu terreno (todas as competições), algo que o clube ainda não tinha conseguido alcançar até hoje. 

Depois de empatar no terreno do União da Madeira na 7ª jornada do campeonato nacional, as águias começaram uma série consecutiva de vitórias fora. Seguiram-se três triunfos para a Liga NOS: Vitória de Guimarães, Nacional e Estoril.
Na Taça da Liga, os encarnados mantiveram os bons resultados fora do Estádio da Luz - Oriental e Moreirense.
Com uma vitória no terreno do Zenit para a Liga dos Campeões pelo meio, o Benfica venceu mais cinco vezes fora da sua casa no campeonato nacional: Moreirense, Belenenses, Paços de Ferreira, Sporting e, esta noite, o Boavista. 


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Boavista 0-1 Benfica: golooooooooo

Foi este o grito de alívio!!!! Foi são Jonas pistolas, ao minuto 93, a valer a um desinspirado Benfica que nunca conseguiu dominar um forte Boavista! Mas são estas vitórias que fazem a diferença no final e esta estrelinha, que tinha andado grande parte da liga para os lados de Alvalade, está agora do lado das águias. 



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Benfica contra Bayern Munique

O SL Benfica vai jogar com o Bayern Munique nos quartos de final da Liga dos Campeões 2015/16. Pior era difícil... Primeira mão em Munique.


O sorteio completo  dos quartos de final da Liga dos Campeões 2015/16:

Wolfsburg - Real Madrid
Bayern Munique - Benfica
Barcelona - Atlético Madrid
PSG - Manchester City


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